dimanche 20 décembre 2009

Um homem para mudar o Haiti.




Eu conheço um homem capaz de mudar a face do Haiti.
Assistia a TV Brasil quando me surpreendi com um programa sobre o Haiti. Descobri que o Haiti é o grande deposito de pneus velhos do Caribe; imediatamente lembrei-me do empresário Francisco Simeão, o Chico Rico, e pensei: eu conheço um homem que pode mudar o perfil econômico do Haiti.
Chico teve que encerrar as atividades de sua fabrica de remodelagem de pneus, aqui no Paraná.
Imediatamente pensei, navios da Marinha Brasileira estão constantemente navegando para dar suporte as Forças de Paz do Haiti. O Chico transfere por esse meio sua fábrica para lá.
A estratégia é o mercado caribenho e africano.
Uma equipe de homens e mulheres, negros, nenhum branco, recrutados no Brasil, no Caribe e na África portuguesa e francesa. Muito bem treinados.
O primeiro módulo industrial a fábrica de recuperação de pneus.
O segundo modulo a fabrica de asfalto borracha.
O terceiro módulo a pavimentação.
O quarto uma unidade de plantio e beneficiamento de açúcar (vocação econômica original do país).
O quinto, beneficiamento de carne e leite, criação de gado caprino ou bovino, e refrigeração.
As cinco pontas exigem transporte, marítimo, portanto a sexta ponta é o Modulo de Transporte Marítimo Caribenho, e o africano contratado.
Em dez anos, o Haiti estaria totalmente recuperado.
Conhecendo o Chico, imagino que seus primeiros 1000 funcionários do primeiro módulo fabril, em equipes de 100, ou seja, dez equipes de 100 homens iriam, paulatinamente reformando as residências de cada um dos mil funcionários do empreendimento, de modo que a participação no grupo fosse evidenciada pelo concretismo da melhoria do nível de vida e habitacional. Esse projeto é pedagógico e exemplar. Propaganda pela Evidência. Parte da equipe treinada entre os africanos, de língua portuguesa e francesa, voltaria para a África para abrir frentes de comercialização de pneus re-moldados. Parte trabalharia nos países caribenhos, incluindo o México, a Venezuela, Santo Domingo, Cuba, Colômbia, Honduras, Costa Rica, Barbados e as Guianas.
O leite, a carne, a pavimentação local, os empregos (por volta de 10.000 diretos em dez anos) empurrariam a economia local, hoje paralisada. As exportações de açúcar, de carnes e derivados, ( depois de alimentada a população) seriam indutores de fomento à navegação comercial.
Tudo isso precisa de um suporte de controle, que geraria o Grupo Hi TI, grupo, cuja “marca”, orgulho do povo haitiano, seria Alta (HI) + (TI) Tecnologia de Informática, montagem de componentes eletrônicos com contratos iniciais, por exemplo, com as forças armadas dos cento e tantos países representados nas forças de paz ali sediadas, ou pela ONU. Só para começar.
Parece loucura, mas é projeto exeqüível. ( mas lembrem-se, nenhum branco no projeto).
Uma grande dúvida: E a energia? Poderiamos começar queimando o lixo. Depois aproveitar os vulcões com geradores movido a vapor.


wallacereq@gmail.com.

jeudi 17 décembre 2009

Estradas no Paraná.






Detran investiu R$ 634,8 milhões
nas estradas do Paraná desde 2003

O investimento foi possível graças aos sucessivos superávits obtidos pelo Departamento de Trânsito do Paraná, decorrentes da gestão pública do órgão, treinamento de pessoal e economia gerada neste processo. Somente em 2009 foram destinados R$ 165,8 milhões para aplicação nas estradas estaduais, conforme o previsto no Plano de Metas do Governo do Estado. O Detran investiu ainda R$ 17,7 milhões em sinalização horizontal, vertical e em semáforos. O benefício resultante do investimento atingiu 229 municípios. E repassou, por meio de convênio, mais de R$ 56,1 milhões à Polícia Militar do Paraná, para investimentos em segurança.

OBS: O Detran não é a unica fonte de recursos do DER.







Wallacereq@gmail.com

mardi 15 décembre 2009

O combate às drogas, não é somente caso de policia, é caso para bioquimicos.

Na base do tráfico de drogas está, aparentemente, o lucro comercial. Não é o único vector, mas é o mais importante vector no que diga respeito ao combate, ou seja, o seu comércio sustenta a droga.
Ora, o combate policial exige recursos proporcionais aos gastos na produção transporte e consumo das drogas.
Sendo assim, meu falecido professor, Dilermando de Brito Filho, genial na sua especialidade, a toxicologia humana, propunha, não a destruição das drogas apreendidas, mas seu tratamento químico. Ora, as drogas são produtos químicos, naturais ou artificiais. Portanto, tratados, combinados, depurados, se transformam em outros produtos... alguns médicos, de interesse comercial e farmaceutico.

O velho professor propunha que as Universidades deviam atentar para a possibilidade de transformação massiva das drogas apreendidas, em produtos aceitáveis, comercializáveis, não viciantes, dirigidos ao comércio médico, ou outros, de modo a patrocinar o combate policial aos produtores e traficante de drogas.

Além, é claro que estes estudos produzirão antídotos utilizáveis no tratamento da dependência, campo específico da bioquimica.

Eu havia esquecido dessa idéia, até que, procurando um outro livro, encontrei o "Toxicologia Humana e Geral", de Dilermando de Brito Filho, editora Itaipu, 1983.

Registro no Blog, pois acho que alguèm possa se interessar, e produzir tecnologia de transformação desse produtos tóxicos ao homem, em produtos farmaceuticos, ou inócuos à dependência humana.

Fica o registro da Idéia.

wallacereq@gmail.com

Hospital Infantil de Campo Largo, obra do Governo Requião

Fotos Julio Covello








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O governador Roberto Requião inaugurou nesta segunda-feira (14) o Hospital Infantil Regional Waldemar Monastier, em Campo Largo (Região Metropolitana de Curitiba). Referência no atendimento de média e alta complexidade, a unidade vai atender crianças de até 14 anos de idade de todo o Paraná. Foram R$ 30 milhões em recursos estaduais, investidos em construção e compra de equipamentos e de veículos.

vendredi 4 décembre 2009

Pergunto aos engenheiros. Isso é possivel?

Assistia a um filme sobre a Itaipu, quando observei que há uma via perpendicular à barragem onde trafegam ônibus e veículos pesados. Eu pergunto, a estrutura da barragem não poderia servir como suporte para a passagem da linha férrea da Ferroeste em direção ao Paraguai? A vibração colocaria em risco aquela sólida e monumental estrutura? Se houver a possibilidade física, não seria o caso de pensar nessa obra? Não seria isso mais viável que uma eclusa, uma nova ponte, ou o contorno da barragem rio abaixo, ou acima?



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O tempo apaga.


Mais uma obra esquecida no tempo.
A Secretaria do Menor, hoje chamada da Criança e do Adolescente, é uma obra do então Prefeito Requião. Posteriormente outro prefeito mudou o seu nome para Secretaria da Criança e do Adolescente, e assumiu a paternidade.
Trago aqui um documento assinado por Mário Celso Cunha, ex. Secretário Municipal do Menor do prefeito Requião, que confirma o fato. Sua primeira secretária foi Sonia Paese.
O SIM foi extinto pelo prefeito que sucedeu ao Requião.
Clique sobre a Imagem, ela cresce para você ler.


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jeudi 3 décembre 2009

Dívida externa.

Coordenação da Auditoria Cidadã da Dívida

OBS: Se os senhores (as) leitores prestaram a atenção ao discurso do governador Requiâo nessa semana em Foz do Iguaçu, perceberam que a crítica feita ao Senador Alvaro dias, cabia sim, e era conveniênte, pois o "Discurso de Requião", fundamentava-se no fato de que os recursos público continuam servindo para pagar juros, e o que sobra, apenas o que sobre é repassado aos municipios, para prestar os erviços necessários à população Brasileira. As razõs do argumento, estão escritas no texto abaixo, leia, por fafor com muita atenção.




A dívida externa apresentou crescimento agressivo na década de 70, quando os bancos privados se encontravam abarrotados de petrodólares gerados pela alta do preço do petróleo no mercado internacional e também devido aos reflexos monetários decorrentes da decisão dos EUA de desvincular o dólar do ouro.


O Brasil se encontrava submetido à ditadura militar e não havia qualquer transparência sobre o endividamento galopante da época, tendo a dívida externa saltado de cerca de US$ 5 bilhões em 1970 para US$ 85 bi em 1982, apesar de termos pago US$ 99 bilhões a título de juros e amortizações no período. Em meio a tremenda crise financeira mundial provocada principalmente pela elevação unilateral das taxas de juros internacionais pelos EUA, em 1983 o Brasil ingressou em sucessivas renegociações desfavoráveis e onerosas com os bancos privados internacionais, permeadas por forte interferência do FMI, tanto no processo de endividamento como na economia nacional, por meio dos programas de ajuste fiscal. Em 1995 houve a transformação de grande parte da dívida em títulos – bônus Brady – operação que exigiu que o Brasil comprasse garantias no valor de US$3, 8 bilhões somente para dar segurança ao mercado. A partir de 1995, acelerou-se a emissão de vários outros títulos da dívida externa.


Em 2005, quando a dívida externa ultrapassava o patamar de US$ 200 bilhões, a dívida externa teve outra relevante redução explicada principalmente pelo pagamento antecipado ao FMI no valor de US$ 15,5 bilhões, cujos juros eram de cerca de 4% ao ano. Simultaneamente a esse pagamento da dívida com o FMI, verificou-se que o Brasil acelerou a emissão de títulos da dívida externa a taxas de juros muito mais elevadas, variando de 7,5 a 12% ao ano, e aumentou o endividamento “interno” a juros de 19% ao ano na época (sendo que os investidores externos ganharam 35% devido à variação cambial). Desta forma, a dívida simplesmente mudou de mãos. Deixamos de dever ao FMI para dever àqueles que adquiriram os títulos da dívida externa e “interna”, que renderiam muito mais aos seus detentores. Além de trocar dívida mais barata por dívida mais cara, não ficamos livres das imposições do FMI, tais como a realização de elevado superávit primário, reforma da previdência, privatizações, liberdade de capitais, dentre outras.


Desta forma, continuamos pagando a dívida externa, que alcançou o patamar de US$ 267 bilhões em 2008, apesar da propaganda de que somos credores, inclusive perante o FMI. Há um grande equívoco em deduzir que “a dívida externa acabou” ante a simples comparação entre o atual montante da dívida externa e o imenso volume de reservas internacionais acumuladas pelo Brasil, em torno de US$ 230 bilhões atualmente. Em primeiro lugar, tal simplificação leva a uma distorção de nossas reais obrigações e compromissos com o exterior, pois a dívida externa não é o único componente do passivo externo brasileiro1. Em segundo lugar, a dívida externa nos obriga ao pagamento de juros e demais comissões e taxas que representam um custo anual de cerca de 10%, em média, ao passo que as reservas internacionais encontram-se, em sua grande maioria, aplicadas em títulos da dívida norte-americana que não rendem quase nada. O mais grave é que para acumular esse enorme “colchão” de reservas, desde 2006 o Brasil tem emitido grande quantidade de títulos da dívida interna para atender ao apetite dos investidores internacionais que buscam aqui as maiores taxas de juros reais do mundo, além de moeda que se valoriza frente ao dólar e total liberdade de capitais. Só recentemente o ingresso de capitais passou a ser tributado em 2% a título de IOF, o que é desprezível se considerarmos que o ganho real dos estrangeiros que investiram em títulos da dívida interna em 2009 já alcança 50%. Esse fabuloso ganho decorre da desvalorização cambial de 36% e da taxa de juros praticada de 10% em média (1,36 x 1,1 = 1,5).


Portanto, apenas mudamos de credor, pois continuamos pagando não ao FMI, mas a esses novos credores, a juros altíssimos, muito mais onerosos do que o que pagávamos ao FMI.


Em 2008 o pagamento de juros e amortizações da dívida brasileira (interna e externa) consumiu R$ 282 bilhões, equivalentes a 30,57% do Orçamento Geral da União executado. Observe-se que nesse montante não esta incluída a “rolagem”, ou seja, o pagamento de principal (amortizações) por meio da emissão de novos títulos. Essa sangria de recursos para pagar dívida tem impedido a realização de investimentos. Os recursos dos tributos pagos pela sociedade estão sendo drenados para a dívida e não para a melhoria dos serviços de saúde, educação, segurança, infra-estrutura, etc.


Há um jogo financeiro. A propaganda de que não devemos encobre a verdade. Os números mostram a barbaridade a que chegamos: Dívida Interna já ultrapassou o patamar de R$1, 8 trilhão; Dívida Externa de US$ 267 bilhões e o “mercado” colocando o Brasil de joelhos para cumprir os compromissos de juros que vencem todos os dias, ou seja, embora a SELIC esteja em 8,75% o Tesouro Nacional só conseguiu vender os títulos da dívida interna nos últimos leilões a 13%. É o “mercado” exercendo a pressão pré-eleitoral, pois sabe que todo governante fará tudo para evitar uma moratória no final de seu mandato. FHC chegou a pagar juros de 20% em 2002 e teve que recorrer ao FMI. Até quanto vão exigir de Lula?


Como enfrentar essa situação? O primeiro passo é conhecer a realidade dessa dívida: como ela surgiu e como chegou a essa situação exorbitante, apesar de décadas de pagamentos excessivos a título de juros e amortizações, além da entrega de quase todo o patrimônio nacional por meio das privatizações. O instrumento para o conhecimento da dívida é a AUDITORIA, procedimento previsto na Constituição Federal de 1988 (nunca cumprido), mas já aplicado no passado, no governo Getúlio Vargas, quando se obteve redução de cerca de 40% tanto do estoque da dívida como do fluxo de pagamentos.


A atual CPI da Dívida Pública em funcionamento na Câmara dos Deputados constitui um importante passo no sentido da investigação da dívida pública brasileira; uma oportunidade para que a sociedade conheça o caráter dessa dívida. Para que possa investigar, a CPI precisa de tempo e não pode ser engavetada apenas 4 meses após sua instalação, principalmente porque grande parte dos requerimentos de informações dirigidos às autoridades monetárias foram respondidos de forma insuficiente ou ainda encontram-se pendentes.


É preciso estimular o debate sobre a questão da dívida pública, para que a sociedade compreenda a verdadeira razão pela qual não há recursos para atender às necessidades prementes do povo em serviços de saúde, educação, moradia, emprego, e nem recursos para investimentos produtivos, avolumando-se as injustiças que fazem crescer a violência em nosso país.


Coordenação da Auditoria Cidadã da Dívida

Colaboração Lineu Santos, aposentado da Copel e Lactec.
Wallacereq@gmail.com

Os inimigos de Requião e do povo; tentam...

Os inimigos de Requião.
Os inimigos de Requião o acusam. Acusam o governo de ser omisso, sem planejamento e incompetente. Agora, ao aproximar-se a campanha política, o acusam de mentiroso numa estratégia massiva, que eles, os inimigos imaginam mortal.
Vamos por parte. Quem acusa se julga melhor do que o acusado, portanto os inimigos de Requião se julgam presentes, competentes e planejadores, e o que é pior, verazes.
O pior, entre os mentirosos, é aquele que diz: ”Eu não minto”. Já mentiu. Esse mente e é perigoso, mais que isso é hipócrita. Mas vamos dizer que eles tenham razão, que o governo é omisso, sem planejamento e incompetente, e que de quebra tenha produzido algumas mentiras.
Pois bem, a primeira pergunta que devemos fazer é: No que resultou essa omissão; essa falta de planejamento, essa incompetência?
Em primeiro lugar nenhum patrimônio público foi vendido para amigos. Nenhuma concessão ou serviço público foi privatizado no período. A Previdência do estado continuou pública, e empresas públicas já privatizadas foram recuperadas, caso da Copel, Sanepar, Ferroeste.
A desnutrição caiu. A mortalidade infantil diminuiu. A mortalidade materna com relação ao parto desapareceu. O analfabetismo diminuiu como nunca em toda a história do estado. As escolas melhoraram, se informatizaram, foram reequipadas. A TV Paulo Freire foi criada, equipada e opera com sucesso e bom gosto. Todas as salas de aula foram equipadas com TV multimídia interativas, as bibliotecas escolares reforçadas, os alunos receberam livros didáticos públicos e gratuitos. Cento e cinqüenta mil novas vagas. Professores recebem formação continuada, tem plano de cargos e salários e recebem em dia. As escolas rurais e municípios pequenos receberam 1142 ônibus escolares. Equipamentos de saúde cresceram como cogumelos em todo o estado. Centenas, de ambulâncias públicas socorrem os paranaenses, novos hospitais construídos, velhos hospitais reformados. O funcionalismo público recebe em dia com antecipação do décimo terceiro (vocês já esqueceram como era?), a agricultura e a indústria bateram recordes. As Exportações aumentaram em volume e lucro. As estradas estão boas. O porto público eficiente e bem equipado, todas as cidades do estado tem seus planos de desenvolvimento urbano aprovados, as pequenas cidades receberam tele-centros e bibliotecas. As pequenas propriedades e médias propriedades no campo se desenvolveram com assistência técnica. Consumiram mais de 4.000 tratores novos (quando, em que governo isso aconteceu?) o que significa o consumo de implementos e aumento de produtividade. Agricultores receberam instrução de como tirar o Máximo desses equipamentos. O estado passou a adquirir para a merenda escolar, produtos de pequenos produtores, alias a merenda escolar não faltou em mais de 2000 escolas publicas estaduais. O número de empresas aumentou, e seu tempo de sobrevivência também. Os impostos estaduais baixaram, o arrocho fiscal desapareceu, a arrecadação aumentou. A Taxa de desemprego diminuiu, (sempre levando em consideração que há os que não trabalham porque não querem, e os que trabalham muito e não tem emprego, como catadores de papel, ou donas de casa). As unidades do CEASA distribuem 4000 toneladas ano, para 400 instituições assistenciais. O número de cortes de fornecimento de luz e água por inadimplência caiu assustadoramente. Também caiu o numero de ligações irregulares e gatos. O Paraná em Ação documentou e regularizou a situação familiar, militar e dívidas públicas, de centenas de milhares de paranaenses, introduzindo-os na cidadania e na formalidade. Três grandes usinas Hidroelétricas foram inauguradas no período, e uma mais, está em construção. A policia foi reequipada, recebendo viaturas, coletes e armamento, meios de comunicação, cursos e qualificação. Nove penitenciarias construídas e três totalmente reformadas. A TV Educativa foi realizada equipada, e é uma realidade nacional incontestável, divulgando o Paraná, no seu jeito simples de ser. O lixo tóxico, as embalagens tóxicas, as embalagens de lubrificantes foram e vem sendo sistematicamente recolhidas e destinadas. Milhões de árvores foram plantadas nos leitos dos rios. O litoral tem recebido infra-estrutura nas temporadas como nunca recebeu em toda a história do Paraná. Aeronaves do Governo lhe emprestam agilidade, das quais sete foram compradas pelo governo Requião (dois xavantes, um Caravan, um Skayline, três helicópteros). Cinqüenta municípios receberam equipamentos de combate a incêndios e Corpos de Bombeiros Comunitários. As grandes cidades receberam melhoramentos nessa área. As mulheres puderam entrar para o Corpo de Bombeiro. Os colégios agrícolas foram ressuscitados e reequipados. Os jogos escolares retomados, e multiplicados. O futebol amador fortalecido, assim também o futsal. Novas indústrias se instalaram no Paraná, o comercio se expandiu também o turismo. Centenas ou milhares de pequenas obras melhoraram as pequenas cidades. As Universidade e faculdades estaduais receberam recursos e desenvolvem projetos reais com aplicação direta aos interesses econômicos da população do Paraná. Índios e quilombolas tiveram graves situações saneadas, reconhecidas, regulamentadas. Milhares de casas construídas. Grande combate a traficantes e comércio de drogas. Quadras cobertas e Centros Poli-esportivos vieram em socorro da hiper atividade de crianças e adolescentes. Unidades de atendimento de adolescentes em conflito com a lei foram construídas nos mais modernos padrões. O executivo e o legislativo, assim como o Judiciário conviveram pacificamente. O ministério público pode atuar e a ouvidoria pública e a Justiça gratuita estiveram sem interrupção a serviço dos paranaenses. Regiões de baixo IDH foram atendidas com investimentos nunca imaginados nestes últimos 50 anos. Produtos artesanais do campo ganharam espaço nas grandes redes de supermercados. Um Centro de Agro-ecologia forma técnica absolutamente necessária num estado agrícola. Cursos profissionalizantes extintos, foram reativados. O Litoral ganhou uma universidade. O Fundo de aval permitiu que pescadores comprassem barcos e motores novos; bem, para terminar, ainda que tenha me esquecido de algo, tudo graças à omissão, a incompetência e falta de planejamento. Se tudo isso resultou da incompetência e falta de planejamento, imaginem vocês com que presença, com que competência e com que planejamento, a “Aliança Santa” do governo passado, se apropriava de todos os negócios públicos, todas as concessões e serviços públicos, todas as empresas publicas que seriam compradas com dinheiro público e exploradas por amigos do governo, ou melhor, do governador planejador do golpe.
Por isso votarei no Pessutti ( PMDB), para que essa “oh!-missão” continue acontecendo.


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mardi 1 décembre 2009

Integração ferroviaria



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lundi 30 novembre 2009

O percurso da VIDA

O percurso da vida.

Um dia Antonio Tadeo estava cortando lenha à beira da estrada. Nisso, um homem veio caminhando na direção de Santa Fé e perguntou a Antônio.
_ O senhor poderá dizer-me o quanto tempo levarei até chegar a Santa Fé?
Antonio Tadeo ouviu-o erguendo a vista do seu trabalho, mas nada disse. Por isso o homem, com voz mais alta insistiu.
_Quanto tempo levará para chegar a Santa Fé?
Mas Antônio continuou em silêncio. Dessa vez o homem gritou, indignado:
_ Quanto tempo levará para chegar a Santa Fé?
Com Antônio continuasse mudo, o homem chegou à conclusão de que Antônio era surdo e assim se pôs a caminhar depressa no rumo da cidade.
Antônio Tadeo observou-o a caminhar por uns instantes e de repente, lhe gritou:
_Uma hora!
_Por que não me disse isso antes?
_Porque eu precisava conhecer a velocidade de sua marcha-respondeu Antônio Tadeo.
(Padre Legrand).

Moral: Para sabermos em quanto tempo chegaremos aos nossos objetivos, precisamos primeiro medir a velocidade de nossas ações.
Ultra Moral: como a morte é o objetivo do ser vivo quanto mais rápido corrermos, mais rápido a alcançaremos.
Replica: A morte não é o Fim da Alma Humana, portanto, tenhamos pressa em fazer o Bem. Em passos seguros e vigilantes deveremos seguir para a Santa Fé na Ressurreição dos mortos.
Antônio Tadeo.


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Feliz Natal Curitiba

Eu devo ter perdido todo o bom senso. Fui ao "natal" do Palácio Avenida, achei aquilo tudo uma baboseira. Tudo artificial, nem as crianças cantam, corre uma gravação. Depois para meu espanto, os pais compravam chifrinhos iluminados para seus filhinhos. Isso mesmo, chifres de demoninhos vendidos na rua, iluminados. Adolescentes embriagados segurando garrafas de vinho, e mocinhas seminuas, festejavam o Nascimento de Jesus Cristo; Muito legal.

Hoje pela manhã sai cedo, e vi esse outro Natal.











Acharam pouco? Tem mais.

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Quer falar com o prefeito? É fácil, é só mergulhar nesse buraco, ele esta alí bem perto de você.



Alôoooooooooooooooooo, prefeito, oi, onde você está, alôoooooo!!!!


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mercredi 25 novembre 2009

A sodomia, preparem o rabo porque o pepino vem grosso. É o que nos diz a Bíblia.

A Sodomia.
Todos sabem que o Homo – afetivo também chamado erroneamente de homossexual, é também chamado sodomita, seja ele, o vício de homem ou mulher. O nome deriva do vício da população de Sodoma e Gomorra, cidades bíblicas, narrada nas escrituras judaicas, que foram destruídas justamente por essa prática vergonhosa.
Sem juízo de valor o G 23 "fez" rápida pesquisa sobre as citações Bíblicas sobre a sodomia, e trago aos interessados o resultado. Nas escrituras judaicas encontramos em Lev 20, 13: “Aquele que pecar com um homem, como se ele fosse uma mulher, ambos cometeram uma coisa execranda, sejam punidos de morte: o seu sangue caia sobre eles”.
Também nas escrituras judaicas em Genesis 19, 24-26 leremos a descrição da destruição de Sodoma e seu motivo.
Nas escrituras cristãs leremos em São Paulo I Cor, 6,9-10 “não vos enganeis; nem os fornicadores, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas... possuirão o reino de Deus".

Em primeira carta a Timóteo leremos: 1Tim 1,9-10: A lei não foi feita para o justo, mas para os injustos e desobedientes, para os ímpios e pecadores, para os irreligiosos e para os profanos, para os parricidas, matricidas e homicidas, para os fornicadores, sodomitas (...).

Assim também leremos em II Pedro 2,6-9 e em São Judas Tadeu, Jud. 1,7, ambas fazendo referencia a sodomia praticada em Sodoma.

Fora das escrituras, poderemos ler em Santo Tomas de Aquino Suma Teológica II-II q 142 a 4 & II-II 154 a12.

Santo Agostinho em Confissões C III, p 8: “As devassidões contrárias a natureza devem ser condenadas em toda a parte e sempre como foram condenados os pecados de Sodoma; ainda que todos os povos os cometessem, cairiam na mesma culpabilidade de pecado segundo a Lei de Deus (os Mandamentos de Moisés) que não fez os homens para assim usarem dele”.

Mais recentemente poderemos ler em documentos dos papas São Pio V e São Pio X, o primeiro na constituição “Horrendum illud scelus”, e o segundo em Catecismo Maior n 966.
Ambos afirmam que esse pecado execrável (a sodomia) atrai a vingança cósmica, ou, melhor dizendo, a divina vingança por lesarem a ordem natural do uso do sexo e o Templo do Espírito Santo, o sagrado corpo humano.

Mas como ninguèm acredita em Deus... aguardem.

O pepino vem grosso, quem pede, implora, acaba ganhando o que quer.



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O Pré-sal Amazônico.

O pré–sal amazônico.

O cientista brasileiro Ab Saber, em programa da TV Cultura, dirigido e produzido pela simpática filha do saudoso João Saldanha, faz uma revelação surpreendente. Há duzentos e cinqüenta milhões de anos atrás, a planície amazônica era um mar cuja embocadura, ao contrário do que eu pensava , estava voltada para o Pacífico. Houve, em alguma época um fenômeno tectônico que fez a placa deslizar por debaixo da embocadura desse mar, elevando o solo e gerando as altas cadeias de montanhas dos Andes. Isso vem em socorro da tese de Froés de Abreu, geofísico brasileiro, que defendia que o petróleo amazônico estaria assim, mais a Oeste devido aos anticlinais formados por esse movimento das placas, e do tipo de rocha, ali existentes a grande profundidade, que produziria segundo essa lógica, as “armadilhas” que captam e acumulam o óleo.
Sabe-se hoje, que há por debaixo da planice amazônica uma imensa camada de sal. A Petrobras, chegou a furar ali um poço de mais de 5000 metros.
Pouco antes da “descoberta do pré-sal", no oceano, o que desviou as atenções da Amazônia e seus segredos, a Petrobrás anunciava que investiria na Amazônia dois bilhões de dólares para furar 100 poços nas regiões noroeste da Amazônia Legal Brasileira. Pelo volume de recursos destinados, pode-se imaginar a expectativa de retorno.
A presença de gás natural de petróleo ( Acre por exemplo) indica a presença de óleo, embora algumas vezes esse óleo esteja por razões técnicas fora do alcance da tecnologia de exploração.
Muitos anos atrás, o Governo Norte Americano propôs ao Brasil a criação de um grande lago naquela planície, com a desculpa de se construir uma mega "Usina Hidroelétrica". O leitor que pesquisar encontrará na internet algo sobre esse assunto. Na verdade, a floresta era, e tem sido o grande obstáculo para a exploração e condução do Petróleo explorado na Amazônia, assim a formação daquele lago destinava-se a submergir a floresta e assim, barcos sondas, poderiam explorar aquele petróleo com a mesma técnica que se usa nos mares, e grandes navios petroleiros se encarregariam do transporte. Estava assim, não só garantida essa reserva de interesse mundial, mas, realizava-se, em favor dos norte-americanos um reserva técnica de outros minerais de imensa importância energética e econômica, como o urânio, o xisto, o petróleo, o gás, o linhito etc. Por baixo da floresta existe um pré-sal do antigo mar amazônico.
Para pensar.




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lundi 23 novembre 2009

Novas imagens de obras rodoviàrias do Governo Requião.

Você sabe, você está na estrada. Você vê, você sente.





Aguardem as legendas, obrigado.












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PMDB nacional se reúne em Curitiba.

Resultado do Encontro Nacional do PMDB realizado em Curitiba em 21 de Novembro passado.
Muito interessante esse encontro nacional. Temos diretórios em 27 estados, e estiveram presentes 15 estados, ou seja, metade mais dois. Todavia os estado presentes são os que representam os estados mais populosos do Brasil. Alguns estados foram representados pelos próprios governadores do PMDB.
Uma rápida avaliação nos inclina a dizer que a Idéia da Candidatura própria à presidência da Republica tem o apoio manifesto de pouco mais de 60% dos votos da Convenção Nacional do Partido. Todavia não podemos saber, se os estados que não puderam comparecer, são, ou não, contrários a idéia.
Pressupomos que em uma Convenção Nacional, a Candidatura Própria do PMDB venceria, e apresentaria três ( a cinco) nomes para a formação de chapas. Como dois nomes, podem se unir como vice e presidente, a decisão não se torna das mais difíceis.
O Sul do país, e parte do Norte e Nordeste tem clara preferência pelo nome do Governador do Paraná, Roberto Requião. Eu arriscaria a dizer, que dos representantes presentes em Curitiba, apenas um mostrou-se claramente reticente quanto à indicação de Requião.
Se considerarmos a aclamação dos presentes, a pré-candidatura de Requião é um fato consumado; todavia, o G 23 esperava um pouquinho de prudência de nosso Governador, dando tempo para amadurecer a infra-estrutura nacional de campanha. Mas foi lançado.
Para essa primeira fase, os recursos humanos e materiais são suficientes. As perspectivas para a próxima fase também são boas. Notadamente, os articuladores em Brasília estão fazendo um bom trabalho.
A mim, que não estive presente, marcou muito, o posicionamento que me foi relatado do representante do estado do Espírito Santo, preocupado em renovar as lideranças partidárias, pois segundo a sua avaliação, as atuais lideranças do partido estão aproximadas de uma linha média próxima dos 70 anos.
Também achei curiosos, que apenas um dos representantes presentes fez citação a Fundação Pedroso Horta ( hoje Ulisses Guimarães)como guarda de todos os programas do PMDB, propostos nacionalmente, que podem sim, servir de base concreta, para novas proposições mais adequadas aos tempos pré-crise.
O que vimos em Curitiba foi um entusiasmo absoluto pela retomada da democracia interna partidária, e uma franca e decisiva opção pela candidatura própria.
Pela primeira vez o nome do Governador do Paraná, não foi proposto por iniciativa do diretório do Paraná, mas foi proposto pelo Rio Grande dos Sul, e claramente apoiado por representantes de 14 dos estados brasileiros ali representados. Isso não deve ser desprezado pelo governador.Wallacereq@gmail.com.



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Fotos de Pablito Pereira. Obras do Governo Requião.

Sangés.


Ipiranga.


( ?)



Farol






Ibaiti.











Arapongas.






Cascavel.







Se você quer saber como vão as coisas no Programa Habitacional da Cohapar, fale com Pablito Pereira, ele acompanha tudo.
Wallacereq@gmail.com

A Caixa Econômica e Banco do Brasil, são a solução.

Governador: Venha para a Caixa você também.


Na programação da TV Paraná Educativa há um anúncio institucional da Caixa Econômica Federal que mostra as diversas restaurações em prédios públicos nacionais, por ela promovida. Ora, o Palácio Iguaçu, não só esta repleto de obras de arte, como ele em si, é um testemunho de uma época, seja em termos de engenharia, ou arquitetura, ou ainda, enquanto unidade de um Centro Cívico, também um testemunho de urbanismo dos anos 50, do século passado. Então eu pergunto ao Governador do Paraná: Sendo o Governo do Paraná parceiro da Caixa e do Banco do Brasil em tantas e volumosas obras, porque não gerenciar e gestionar junto aos dois históricos Bancos Públicos a restauração por inteiro do Palácio Iguaçu. Uma pessoa da área da construção civil me disse, que o único motivo está em que a Caixa e o Banco do Brasil, financiam, mas contratam empresas a eles vinculadas, e no caso do Palácio Iguaçu, algum ( alguém) já fez a “reserva de obra”, e sentou em cima, no aguardo de que passe o Governo Requião. Governador, uma comissão que gerencie com competência esse assunto, e ao final de 2010, o Palácio Iguaçu estará restaurado, pronto, e inaugurado. E sem custar um tostão aos cofres públicos. Mãos a Obra!

Wallacereq@gmail.com.

O governante quebra o pé e se torna claudicante, vacilante.

Heterofóbicos; eles têm aversão pelos próprios pais.
Esse texto é bem simples porque a realidade que ele denuncia também é muito simples.
Os heterofóbicos são pessoas que tem aversão por pessoas de sexo diferente. Na verdade eles têm aversão aos homens que desejam mulheres, e as mulheres que desejam homens. Essa é à base de seu desvio sexual. Assim essas pessoas, que são todas, filhos ou filhas de um casal, homem e mulher, pai e mãe, que os geraram, e que, portanto foram, ou são heterossexuais, ou seja, são normais, e por isso, por serem normais, são rejeitados pelos heterofóbicos.
Não é preciso complicar com chavões psicanalíticos para se perceber que na base da Heterofobia, ou está à rejeição dos pais, como seres em relação, ou do pai em particular, ou da mãe também em particular. Também, sem complicação, pode-se perceber que a Heterofobia é uma reação a um desejo incontido, desajustado, ou pela mãe, ou pelo pai, cujo mecanismo de defesa do ego transformou em rejeição.
Há cura, sim há cura. Mas só há cura, se o doente se reconhece na doença e no desvio. Caso contrário, não há cura, há o acobertamento da doença emocional, desvio instintivo, que passa a ser acobertado por “Novos Conceitos”, ou seja, justificados pelo mecanismo da racionalização.
A doença, nunca foi detentora de direitos, muito menos os vícios. Em toda a história da humanidade, o direito se fundamenta na saúde, na norma, no normal. Assim erra gravemente quem diz que: Os heterofóbicos têm direitos porque são trabalhadores, cidadãos, eleitores. Ora os homicidas também são eleitores, cidadão, e muitas vezes trabalhadores. Assim também são os pedófilos, os estupradores, os psicopatas, as prostitutas, os traficantes, todos são cidadãos e eleitores. Sim; todos eles têm direitos da pessoa humana, mas é justamente a imoralidade de seu comportamento que faz com que a sociedade reaja coibindo-lhes ou cerceando-lhes, por medida de segurança, certos direitos lhe são diminuídos, cerceados. O heterofóbico é um psicopata, quando não um psicótico (caso do travesti).
Se o governo quer ajudar os heterofóbicos ofereça-lhes tratamento, mas não queira justificá-los, pois erra gravemente, induzindo ao erro milhares ou milhões de pessoas, o que resultará em desordem incontrolável da sociedade. A base desse desajuste social, esta claramente manifesto na aversão aos pais, ou seja, na aversão incontrolável à autoridade, daí a desordem social irremediável.
Simbolicamente, o heterofóbico tem aversão ao Pai (Deus) e a Terra (mãe). Assim, nesse jogo de aversão eles querem desobedecer voluntariamente às leis de Deus, e as leis da Natureza (Terra), ou seja, não se aceitam como nasceram, e querem obrigar que todos os aceitem. Melhor, querem obrigar que sua doença sexual, seu desvio, se torne regra de direito, pior, querem que sua doença tenha privilégios e foros privilegiados no seio da sociedade.
Assim, chamá-los de homo-afetivos, de homossexuais (conceito absolutamente errado) ou homossensuais, não ajuda, nem na solução do problema, nem na ordem social.
Wallacereq@gmail.com é psicólogo clinico.



Wallacereq@gmail.com

samedi 21 novembre 2009

Fala Prefeito; diz aí o que você acha do governo Requião..

Carta ao leitor.
Por melhor que eu possa dar o meu testemunho quanto ao governo Requião, não poderei dar em igual qualidade algo comparado ao testemunho de um prefeito, um secretário de governo, um cidadão comum, pois sendo “irmão” do governador, pesa sobre mim alguma desconfiança. As pessoas sempre acham que eu estou advogando favoravelmente aos meus interesses.
Assim, caro leitor, habitue-se a acessar nessa página, ao lado direito, clicando sobre o ícone “Fala Prefeito”. Ali você verá imagens dos municípios paranaenses, depoimentos de seus prefeitos, de secretários, etc. O site é muito bem feito, organizado e profissional.
Outro habito, que nós sugerimos, é o habito de que nossos leitores acessem em suas páginas, o link permanente com a TV Paraná Educativa, ali você poderá sentir e ver como é o Paraná.
Nós do G 23, não sabíamos, mas a TV Escolar Paulo Freire também pode ser acessada pela parabólica em todo o Brasil, e em todo o mundo pelo Site da Secretaria de Educação do Paraná. É uma TV DIGITAL, criativa, com muita qualidade e programas interessantes para a juventude.
O Grupo de Estudos 23 de Outubro, do qual sou porta voz, já disponibilizou pouco mais de 1300 títulos em nove Blogs. Nós não somos porta vozes do Governador, portanto nossas opiniões são de nossa inteira responsabilidade. Sempre que você achar interessante algum texto e quiser disponibilizá-los para um amigo ou familiar é muito fácil. Você vai ate o fim da matéria. Ali há um desenho pequenino de um envelope e um lápis, pois bem, clique sobre o envelope e então abrirá uma nova página com um lugar para você preencher com os E-mails de seus amigos, ou familiares. Assim você estará divulgando nossos textos.
Esse blog já disponibizou 487 textos.
Muito obrigado.


Wallacereq@gmail.com

vendredi 20 novembre 2009

Será que eu sou Nazista?

Será que eu sou nazista?
A Grande Mídia não tem verdadeiros critérios. Por exemplo: O governador Requião aparece em público com o Hugo Chávez legítimo presidente da Venezuela.
Manchete: Requião é um louco. Quer transformar o Paraná numa Venezuela. É comunista. Está ligado ao Bin Laden, vai entregar o nosso petróleo aos árabes, etc. e tal.
Em seguida Requião aparece com o príncipe herdeiro do Japão, ou com o rei e a rainha da Suécia, ou homenageia o príncipe Bertrand de Orleans e Bragança herdeiro do trono do Brasil, e se diz: O homem é de ultra direita, monarquista, neo liberal, quer transformar o Paraná num reininho entre parentes, é um nepotista, ou transformá-lo num Japão, ou numa Suécia, ou restaurar o trono no Brasil. Assim é: dois pesos e duas medidas, ou apenas desinteresse pela verdade.
Eu tenho lido muito pouco sobre o período entre as duas guerras mundiais. Sou forçado a dizer que minha tendência é dar razão ao povo alemão. Assim como as leituras que tenho sobre a revolução Russa me inclinam, a simpatizar pela família real daquele país. Além é claro, que tudo de culto, belo, ordenado e altivo que existe na Rússia teve inicio ou é oriundo do período Imperial.
Assim como, não perguntam ao Requião o que ele deseja, ou o que ele é, também não me perguntam a mim, que eu desejo, ou o que eu quero. Apenas acusam.
Tome esse outro exemplo: Eu não gosto de negro. Mas gosto de negras. Eu não gosto de Judeu, mas sou fascinado por uma judia. Eu não gosto dos heterofóbicos, mas gosto de uma linda gentil e carinhosa heterossexual. Ora, dizem os que me acusam: veja ele é racista.
A Mídia acusa hoje os neonazistas de serem racistas, preconceituosos, ultra-direita, refratários a judeus, negros e heterofóbicos. Sendo assim, e nessa ótica, eles poderia me acusar de ser um neonazista, pois eu disse acima: Não gosto de Negro, de Judeu, de heterofóbicos. Mas, vista a questão por outro ponto de vista, eu apenas disse que sou um homem que gosta de mulher.
Ah! Vejam..., ele é um tarado, um imoral, um licencioso, um promiscuo que quer se deitar com negras e judias, polacas, índias e japonesas. Com domésticas e rainhas. E, eu respondo, não, eu tenho religião, e em nome dela eu tenho com as mulheres um relacionamento moral e, na maioria das vezes com muito respeito.
Vejam... Ele falou na maioria das vezes. Significa que há outras vezes que ele não respeita a mulher. Nós não dissemos... há vezes em que ele trata as mulheres com desrespeito... É um grosso, um chauvinista, um machista... E por aí vai à coisa. Qualquer coisa que se diga, quando quer, o inimigo nos acusa.
Nunca me perguntam o que eu sou, nem o que quero.
Então ta!..., Diga-nos aí, o que você quer? Quem você é?
Eu sou o Wallace Req e quero amar a Deus, seus Mandamentos, num mundo de paz possível e conquistada e garantida, interna e externamente, e viver na justiça do Deus Encarnado.
wallacereq@gmail.com.



Wallacereq@gmail.com

jeudi 19 novembre 2009

Outras imagens de obras rodoviárias do Governo Requião.



Outra imagem da Duplicação Cascavel Toledo;
Abaixo duas imagens da estrada Assis -Piquiri.





Vice Governador Orlando Pessuti, Secretários responsáveis Waldir Pugliese.
Rogério Tizzot
Wallacereq@gmail.com

Obras ( algumas) Rodoviárias do Governo Requião Pessuti ( PMDB)


Você conhece, você está na estrada, você sabe o que fez o seu Governo.
Contorno da Cidade de Francisco Beltrão.


Estrada de Inácio Martins.

Etrada entre Foz do Jordão e Reserva do Iguaçu.
Secretário Responsável Waldir Pugliese
Rogério Tizzot.
Wallacereq@gmail.com

mercredi 18 novembre 2009

Imagens que passaram despercebidas.



Governador, quero informar, que alguém
, propositadamente tem disponibilizado na Internet ( Google Imagens) imagens de Obras do Governo com legendas trocadas. Por exemplo, o senhor encontrará a escola Carlos.D de Andrade em Campo Largo, como sendo o Hospital Waldemar Monastier também em Campo Largo. Ou duas fotos diferentes para o Centro de Educação Social, de Laranjeiras do Sul, (foto real acima), ou imagens desatualizadas dos Colégios Agrícolas, ou ainda, imagem do presídio de Maringá, mesmo em Site do Governo, quando, vemos que o senhor assinou a licitação no dia de ontem 17 de Novembro. São dois presídios, um masculino e um feminino? O presídio já necessita de ampliação? Estas confusões com as imagens acabam desorientando o pesquisador bem intencionado, mostrando-se grave erro da Comunicação.
Wallacereq@gmail.com

Bertholdo, demissionário da Fundação Copel, representava Grupo Dominó no Conselho Copel.

Atenção governador, nesta ata do Conselho de Administração da Copel, poderemos ler , no item B, que Edilson Bortholdo representou o Grupo Dominó, no Conselho Administrativo da Copel em 2007.

Fica uma dúvida: é ele parente do advogado Roberto Bertholdo, preso e condenado anos atrás? Aquele sócio do Tony Garcia?


COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL
CNPJ 76.483.817/0001-20
COMPANHIA ABERTA
Registro na CVM nº 1431 - 1
SUMÁRIO DA ATA DA CENTÉSIMA DÉCIMA OITAVA
REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
1. LOCAL:
Rua Coronel Dulcídio nº 800, Curitiba - PR. 2. DATA E HORÁRIO: 28 de setembro de 2007 -
09h.
3. MESA DIRIGENTE: João Bonifácio Cabral Júnior - Presidente; Rubens Ghilardi - Secretário
Executivo.
4. ASSUNTOS TRATADOS E DELIBERAÇÕES TOMADAS:
I.
aprovada, por unanimidade, a aquisição das quotas da Wobben Windpower Ind. e Com. Ltda. na
Centrais Eólicas do Paraná Ltda., pela Copel Geração S.A., independentemente da obtenção da
aprovação do contrato de compra e venda de energia pela ANEEL;
II.
referendada a indicação do Sr. Paulo Roberto Trompczynski para Diretor Superintendente da Copel
Participações S.A., cumulativamente com seu cargo de Diretor Adjunto, para completar o mandato
relativo a 2007/2010, em substituição ao Sr. Gilberto Serpa Griebeler;
III.
referendada a indicação do Sr. Agnaldo Alves para Diretor Adjunto da Escoelectric Ltda., em
substituição ao Sr. Rogério Picolli;
IV.
aprovadas as indicações: a) Dona Francisca Energética S. A. – da Srta. Ana Paula Wanke e do Sr.
Roberto Ribaski como membros tilular e suplente do Conselho de Administração, em substituição aos
Srs. Osmari Penteado Santos e David Severino de Rezende, respectivamente;

b)
Dominó Holdings S. A. -
dos Srs. Edilson Bertholdo e Roberto Ribaski, como membros titular e suplente do Conselho de
Administração, em substituição aos Srs. Osmari Penteado Santos e José Carlos Lakoski,
respectivamente; c)
Braspower International Engineering S/C Ltda – do Sr. Roberto Ribaski para o
cargo de Diretor Presidente em substituição ao Sr. Sérgio Montenegro Kraemer, e dos Srs. Irineu Beltrami
e Paulo Ney Penteado Carneiro como membos titular e suplente do Conselho Deliberativo, em
substituição aos Srs. Sérgio Montenegro Kraemer e Sérgio Roberto Zonatto, respectivamente; d)
Copel
Amec S/C Ltda.
- do Sr. Sebastião Agenor Moreira como Diretor Presidente e liqüidante, em substituição
ao Sr. Marco Aurélio Sprenger Ribas, e dos Srs. Paulo Ney Penteado Carneiro e Osmair Lopes da Rocha
como membros titular e suplente do Conselho Deliberativo, em substituição a Sra. Denise Campanholo
Busetti Sabbag e ao Sr. Sérgio Montenegro Kraemer, respectivamente; e)
Consórcio Geração e Luz
Paranaense
– do Sr. Edilson Bertholdo e da Srta. Ana Paula Wanke como membros titular e suplente do
Conselho Deliberativo, em substituição aos Srs. José Carlos Lakoski e Osmari Penteado Santos,respectivamente;







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mardi 17 novembre 2009

Centro Poliesportivo para formação de Atletas Para-olímpicos, em Ponta Grossa. Obra do Govêrno Requião.




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Duplicação Toledo Cascavél, obra do do Governo Requião


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Intuição do Tio Wallace.

Sou um individuo intuitivo. Tenho observado as fofócas internas no entorno do governo, e percebo, que entre os nomes que se apresentam para a vice governadoria da chapa Pessuti aponta para a Secretária de Ciência e Tecnologia, Ligia Pupatto. Somente um rompimento nacional da "aliança" PMDB, PT poderá, ou não mudar, essa indicação. Coloquei aliança entre aspas porque o PMDB estará reunindo os seus presidentes estaduais de todo o Brasil, no próximo dia 21,para decidirem se o PMDB terá ou não candidato a presidência da República.

O encontro será no Paraná, embora o Deputado do PMDB Ridrigo Rocha Loures vernha melando em Brasilia os convites feito pelo PMDB a todos os presidentes estaduais.


Mas isso é intuição.


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Radares?

Para você pensar. Radares em Curitiba.

Recentemente em viagem para a China, vítima de infarto fulminante faleceu Roberto Villela, dono da concessão bilionária do direito de arrecadar sobre multas de transito. Com a morte do empresário, muito pouco divulgada, começou um movimento de cobiça para que outro grupo “herde” essa concessão vergonhosa.

Ao povo os políticos fingem que estão, ou saíram em defesa dos interesses populares, e depois de anos de omissão criminosa, e alguns entre os defensores dos interesse popular chegaram a votar favoravelmente a implantação daquele sistema, eles vêm a público, fazer a sua cena.

Muita mentira foi publicada para justificar mais esse instrumento voraz de arrecadação, nunca se identificou um ladrão, com a imprensa noticiou em justificativa do sistema, não foi capaz de identificar o acidente do deputado, provando e comprovando que eles eram inúteis para comprovar abusos sérios, e, no entanto, multavam aos milhares condutores que passassem por eles em velocidades mínimas superiores ao permitido. Ninguém devolverá ao povo essa extorsão oficial por parte do poder municipal, com omissão das outras instâncias.

Não se iluda senhor eleitor, o caso agora criado, e largamente divulgado pela imprensa, nada mais é do que justificativa para mudar o comando desse "nicho", e vergonhosa fonte de recursos.
Somente os acontecimentos vindouros nos confirmarão as suspeitas.

Veremos quem tem razão. Acabam os radares, ou ficam em mãos de novo grupo?


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dimanche 15 novembre 2009

Alguns dos presídios construidos no Governo Requião.

Fotos tiradas dos sites oficiais das Secretarias de Estado.

Presídio em São José do Pinhais.


Casa de Detenção em Foz do Iguaçu.




Casa de Detenção em Cascavél.





OBS, esta foto me perece da prisão feminina de Maringá.
Centro de Socialização de Jovens em conflito com a Lei, Maringá.



Centro de Socialização de Jovens em Conflito com a Lei, Palmeiras.





Centro de detenção em Maringá.





Presídio de Francisco Beltrão.







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Mercado Municipal de Antonina, obra do governo Requião.


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samedi 14 novembre 2009

Rodoviária de Ponta Grossa, obra do governo Requião.

Foto SEDU
















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Requião manca, vítima de "acidente", mas não para de trabalhar..

Driblando a dor

Mais de uma vez me recordo.
Na infância, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para não cumprir alguma tarefa, escutava a história outra vez.Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crianças, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.A dor gostou do lugar e se aninhou no dedão do pé direito daquele pai de família. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita atenção para a tal da dor porque o cansaço era maior do que ela.Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e começou a se preparar para sair.Não desejando despertar as crianças e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o dedão num brinquedo esquecido no chão.Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!Acariciou o dedo dolorido com a mão calosa e enfiou o pé no calçado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela não estava gostando nada de ficar ali, apertada.O homem, responsável, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o pé do calçado, no trajeto que fez de ônibus.Contudo, logo mais chegou ao destino. Calçou o sapato e andou.Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. Não posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.E tudo acontecia. Ora o dedão topava na quina de um móvel, ora o sapato apertava mais, ora...A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor já não aguentava mais.E, quando ao ir para casa, o dedão topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem não sabe me tratar bem.E lá se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confortável e entrou.Um homem estava largado no sofá da sala, assistindo televisão. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no dedão do pé.Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terrível!Já providenciou uma almofada para acomodar o pé. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.E no outro, e no outro.A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolução: Não saio mais daqui!* * *Quando a história terminava, eu já sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.Era a forma de minha mãe me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para não se cumprir as obrigações.Essa atitude serviu para me tornar alguém com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da história da dor. E retomava a luta.* * *A dor física é sempre sinal de que algo não está bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar auxílio médico para a adequada verificação do que seja, antes que o mal avance.No entanto, pequenos incômodos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por ausências na atividade profissional e descumprimento de suas obrigações.São desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.Pensemos nisso e não nos permitamos entregar por pequenas coisas.Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas questões físicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades orgânicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.Pensemos nisso.
Texto de Jô Cunha.
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vendredi 13 novembre 2009

Centros de Saúde da Criança e da Mulher

A Secretaria de Estado da Saúde informa que até 17 de outubro de 2009 os Centros de Saúde da Criança e da Mulher já efetuaram 267 mil atendimentos.





mercredi 11 novembre 2009

Atenção navegantes.

Esse Blog já tem 471 títulos, ou postagens.
Por favor leia matérias mais antigas, há muita coisa para ler.

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Uma escola de hotelaria, obra do Governo Requião.

Um velho e histórico cassino em Foz do Iguaçu, inoperante e abandonado há muitos anos, tornou-se depois de totalmente reformado, uma escola de hotelaria pública, um hotel-escola para formar mão de obra direcionada ao segundo parque hoteleiro do Brasil. Mais uma obra do governo Requião.
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Inauguração do Colégio Airton Senna, obra do governo Requião.



Que tal se você, numa cidade pequenina, tivesse estudado em uma escola assim?
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Pronto Socorro de Londrina, Obra do Governo Requião Pessuti.


Inaugurado em 15 de maio com a presença de todas as autoridades da região. Você viu fotos como essas na imprensa? Isto é infra-estrutura hospitalar, e não tem nada a ver com aqueles grandes hospitais. que já mostaramos.








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Bibliotecas cidadãs, outra obra de porte do governo Requião Pessuti.



































Consulte essa postagem, pois a medida que for encontrando novas imagens, estarei atualizando. Vocês já imaginaram uma população sem livros? Sem ter onde comprá-los ou consultá-los? Sem poder se debruçar sobre uma nova técnica de plantio, ou criação de gado? Viver numa comunidade sem livros, sem socorro tecnico, e hoje, para quem pesquisa, sem Internet? Pois o Governo do PMDB, pensou nisso, e mandou ver. Bibliotecas publicas, com informatização em rede, nos municípios onde sequer existiam livrarias. Já foram inauguradas 79, estão em andamento mais 88, e o projeto completo prevê 300. Não é brincadeira isso. Um acervo básico de 2000 livros, pouco mais, pouco menos. Cabe aos prefeitos e a comunidade, por compra ou doações ampliar os acervos.








Vejam as fotos acima.

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Outra obra do Governo Requião, Centro de Queimados de Londrina.

Fotos datadas de 1 de Outubro de 2009.


















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mardi 10 novembre 2009

Material Escolar





Você tem ideia de quantas canetas, lápis, borracha, folhas de papel, giz 2000 escolas e perto de 20.000 salas de aula consomem? Então prestem atenção nas fotos acima.
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Escola Pública Estadual desenvolve sistema de televisão interna.

Colégio Julio Szymanski de Araucária tem estúdio de TV para alunosO Colégio Estadual Julio Szymanski, em Araucária, tem possibilitado que os 2,4 mil alunos recebam informações e notícias de maneira diferente. Há um ano foi montado um estúdio de TV na escola. Os recados da direção e os debates dos candidatos ao grêmio estudantil são produzidos no estúdio e transmitidos ao mesmo tempo nas TVs multimídia das 23 salas de aula.O diretor Jurandir Salustiano Pinto, afirma que a TV estimulou os alunos a produzir materiais educativos. “Os alunos capricham nos trabalhos escolares, pois sabem que serão vistos por alunos de outras turmas”, disse. Segundo ele, a campanha de prevenção à gripe A foi reforçada com as orientações transmitidas no intervalo das aulas. “No pátio foi instalado um televisor comum e durante o recreio os estudantes têm acesso a conteúdos pedagógicos”, diz.O funcionário da escola Luiz Antonio Biscaia concilia o trabalho de rotina com a função de locutor e apresentador da TV. Segundo ele, os alunos começaram a interagir melhor na busca de melhorias para a escola. “Os debates dos alunos que concorrem ao grêmio são aguardados com euforia”, destaca.Os candidatos ao grêmio estudantil já participaram de três debates ao vivo. As 60 turmas puderam acompanhar as propostas das quatro chapas que disputam a eleição. Para que os alunos surdos acompanhem os debates, uma intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), traduz em sinais o que está sendo discutido.Colégio Julio Szymanski de Araucária tem estúdio de TV para alunosO Colégio Estadual Julio Szymanski, em Araucária, tem possibilitado que os 2,4 mil alunos recebam informações e notícias de maneira diferente. Há um ano foi montado um estúdio de TV na escola. Os recados da direção e os debates dos candidatos ao grêmio estudantil são produzidos no estúdio e transmitidos ao mesmo tempo nas TVs multimídia das 23 salas de aula.O diretor Jurandir Salustiano Pinto, afirma que a TV estimulou os alunos a produzir materiais educativos. “Os alunos capricham nos trabalhos escolares, pois sabem que serão vistos por alunos de outras turmas”, disse. Segundo ele, a campanha de prevenção à gripe A foi reforçada com as orientações transmitidas no intervalo das aulas. “No pátio foi instalado um televisor comum e durante o recreio os estudantes têm acesso a conteúdos pedagógicos”, diz.O funcionário da escola Luiz Antonio Biscaia concilia o trabalho de rotina com a função de locutor e apresentador da TV. Segundo ele, os alunos começaram a interagir melhor na busca de melhorias para a escola. “Os debates dos alunos que concorrem ao grêmio são aguardados com euforia”, destaca.Os candidatos ao grêmio estudantil já participaram de três debates ao vivo. As 60 turmas puderam acompanhar as propostas das quatro chapas que disputam a eleição. Para que os alunos surdos acompanhem os debates, uma intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), traduz em sinais o que está sendo discutido.

Wallacereq@gmail.com

Em 2003 o governo Requião anunciava, hoje alguns Portais Comunitários acompanham as Bibliotecas Cidadãs.



Voce ja pensou em permitir à pessoas carentes o acesso gratuíto a Internet? Leia esses dois artigos irmanados, um recente, outro de 2003. Maiores informações entre na pagina do Governo do Paraná, SEAE/ Telecentros e pesquise novidades.

Telecentros do governo estadual já estão em 147 municípios do Paraná
Com a inauguração da Biblioteca Cidadã no município de Castro, na quarta-feira (1), o programa estadual Telecentros Paranavegar chega a 147 municípios. O projeto disponibiliza seis computadores com acesso à internet e correio eletrônico aos moradores dos municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), proporcionando inclusão digital e social. Do total de Telecentros, 70 funcionam em Bibliotecas Cidadãs, programa do Governo do Paraná que proporciona à população mais um espaço para aprendizado, com acervo de 2 mil livros e locais para atividades culturais e religiosas. “O programa fortalece e amplia a inclusão à medida que disponibiliza o uso da internet e a leitura de livros aos mais simples e necessitados”, afirma o secretário de Assuntos Estratégicos, Nizan Pereira. O governador Roberto Requião afirmou durante a inauguração da Biblioteca em Castro que os compromissos de seu Governo em levar tecnologia da informação e cultura àqueles que mais necessitam estão sendo cumpridos com os programa das Bibliotecas Cidadãs e de Telecentros. A secretária da Cultura, Vera Mussi, destacou que “os resultados em termos de inclusão tem sido muito positivos com a crescente presença de pessoas se aproximando da informática e da literatura”.TELECENTRO – O programa é coordenado com a participação da comunidade. Para isso, é formado um conselho gestor, do qual também fazem parte representantes dos governos estaduais e municipais. O projeto promove ainda a capacitação de pessoas da comunidade, que vão repassar aos moradores os conhecimentos em tecnologia da informação. Os agentes são também condutores para a inclusão social, auxiliando a comunidade no conhecimento da sua própria realidade e na identificação de caminhos para o seu desenvolvimento. O programa Telecentros Paranavegar se configura como uma estratégia de justiça social, usando a inclusão digital como instrumento para o desenvolvimento local e regional. Isso porque, a partir da tecnologia da informação, as pessoas melhoram seu conhecimento e recuperam cidadania e dignidade. Isso contribui para a ampliação da renda, o que incide positivamente sobre o IDH municipal.

Portal leva tecnologia para perto das comunidades - 16/06/2003 00:00:00
Mais de 400 pessoas participaram nesta segunda-feira (16) do lançamento do projeto Portal da Comunidade, no Palácio Iguaçu. Através do Portal as comunidades carentes do Paraná poderão ter acesso aos serviços de Governo Eletrônico oferecidos pela internet. Este projeto está sendo coordenado pela Secretaria Especial de Relações com a Comunidade e a Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos. O vice-governador Orlando Pessutti representou o governador Roberto Requião. O Portal da Comunidade é resultado de uma parceria entre órgãos do governo do Estado, a iniciativa privada, instituições de ensino e a sociedade civil organizada e é considerado uma iniciativa de responsabilidade social. A Celepar também é parceira na área de treinamentos com o curso de Tecnologia da Informação.O projeto prevê o treinamento de líderes comunitários para que eles se tornem agentes multiplicadores do conhecimento. A meta é contribuir para que, gradativamente, as comunidades se tornem auto-sustentáveis. Para acessar o Portal basta entrar no site do Governo através do endereço: www.pr.gov.br/serc. Segundo Pessuti, já há estudos para implantar outros pontos de acesso comunitários inclusive no meio rural.Segundo o secretário de Relações com a Comunidade, Milton Buabssi, o governo do Estado dá um importante passo quando lança este projeto de inclusão social, uma das prioridades governo de Roberto Requião. Ele informou que Portal da Comunidade é o início de um grande trabalho de inclusão social e que levar a tecnologia para comunidades carentes é assunto prioritário. Um projeto-piloto está mobilizando quatro comunidades do municípios de Agudos do Sul. A partir da próxima semana serão instalados os microcomputadores nas associações de bairro disponibilizando o acesso à internet. A partir deste momento eles começam a colocar em prática o que aprenderam durante o treinamento. “Este é o processo para todas as comunidades que vierem a fazer parte do Portal. Desta forma a tecnologia chegará às áreas mais distantes, organizando e democratizando as informações, além de ser um canal de comunicação entre as comunidades”, explicou o secretário. Segundo ele, com a inclusão digital, as comunidades podem divulgar ofertas de produtos e serviços à população, quebrando o isolamento e promovendo como conseqüência, a inclusão social. Parceiros - São parceiros da Secretaria de Relações com a Comunidade no Portal da Comunidade: A FAE ( Faculdade de Administração de Empresas do Paraná ), o colégio Estadual do Paraná e o SESC na área educacional, colaborando com recursos humanos para os treinamentos nas áreas de Técnicas de Administração e Desenvolvimento Social. Outra parceria é com a Brasil Telecom, responsável pela colocação dos pontos de acesso à internet nas comunidades e pela doação dos quatro computadores que serão instalados nas comunidades já treinadas. Na ocasião do lançamento do Portal a empresa telefônica lançou 250 mil cartões telefônicos, com o logotipo da SERC .Metas - A meta do projeto é dentro dos próximos 60 dias ter mais 10 comunidades inauguradas, ou seja com seus líderes já treinados e os pontos de acesso à internet instalados em suas associações. Até o final de 2003 , mais 50 comunidades devem estar inseridas no programa, com 100 pessoas treinadas. Uma metas desafiadora é a implementação dos treinamentos em outras áreas, de acordo com as solicitações de cada comunidade e à medida que a Secretaria possuir infra-estrutura para dar suporte às demandas, através de parcerias com outros segmentos da área pública e privada.


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Outra escola Indigena, obra do Governo de Requião e Pessutii


A foto é da escola Kuaa Mabo´e também obra do governo Requião Pessuti.
Na Semana do Índio, aldeia Tekohá Añetete ganha escola
Dentro das comemorações do Dia do Índio, celebrado no próximo domingo (19), foi inaugurada oficialmente nesta quinta-feira, 16, na aldeia Tekohá Añetete, em Diamante D’Oeste, a Escola Estadual Indígena Kuaa Mbo’e. A nova unidade já atende, desde agosto de 2008, mais de 60 alunos, da educação infantil ao ensino fundamental bilíngue (português-guarani). “Antes mesmo de articular com o governo (estadual) temos trabalhado a base, a estruturação das comunidades indígenas da região, valorizando o aspecto cultural e as tradições, além do apoio à agricultura e a piscicultura nas aldeias. Isso possibilitou, como consequência, avançarmos também na área da educação”, analisou Jair Kotz, superintendente de Meio Ambiente de Itaipu. A inauguração, da qual participou o governador em exercício, Orlando Pessuti, foi uma grande festa armada pelos índios, com apresentações culturais, rituais religiosos, danças típicas dos guaranis e depoimentos dos líderes da comunidade. Durante a cerimônia, Pessuti ressaltou a importância do projeto do governo do estado que visa oresgate da cultura indígena com a construção de outras 16 escolas em reservas espalhadas pelo Paraná. A escola Kuaa Mbo’e, que em guarani significa “Saber Ensinar”, tem cinco salas de aula, pátio coberto e capacidade para atender 350 alunos. Antes, a escola no prédio do Centro Cultural Ambiental, em uma única sala de aula. “Agora a unidade oferece condições ideais para o trabalho desenvolvido por alunos, professores e funcionários”, disse o diretor da unidade educacional, Jairo Bortolini. O projeto da escola engloba ainda várias ferramentas pedagógicas, como laboratório de informática, com internet e TVs multimídia. As aulas respeitam a base educacional brasileira estipulada pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura), mas também a cultura e tradição guarani, com dois professores que lecionam em Guarani. Para o cacique João Alves, a escola é uma vitória para a comunidade indígena. “A educação de qualidade dos índios é fundamental para preservarmos nossa memória e para a sociedade aprender a respeitar nosso povo”, destacou.


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Recorde de inaugurações em Abril/ Março.

Dia a Dia Educação
Assuntos desta edição:
Recorde de Inaugurações de escolas em um único mês
Obras Concluídas em março e abril
10 ESCOLAS INAUGURADAS NO PARANÁ EM
APENAS 3 MESES
O Paraná registrou um número recorde de novas escolas inauguradas em um único mês. Só em abril o governo do estado comemorou com a população a entrega de oito unidades novas de educação básica. Duas delas localizadas em Curitiba e Região Metropolitana, uma no Sudoeste, uma no Norte e quatro na região Oeste. As oito escolas somadas totalizam um investimento superior a 15,8 milhões de reais (conheça cada uma delas no quadro abaixo).
Em fevereiro e março outros dois colégios já haviam sido inaugurados – a nova sede do Colégio Cataratas, em Cascavel, e o Colégio Porto Seguro, em Paranaguá.
O superintendente de Desenvolvimento Educacional, Luciano Mewes, fez questão de registrar que as escolas que foram inauguradas até o momento representam apenas uma parcela das obras que estão sendo realizadas em todo o estado. "Essas inaugurações dizem respeito somente a unidades novas, mas estão sendo realizadas em todo o Paraná cerca de 450 obras, entre novas escolas, grandes ampliações, quadras cobertas e médios e pequenos reparos". Luciano disse ainda que essas novas escolas, além de proporcionarem um ambiente adequado aos alunos, diminuem a necessidade de transporte escolar em muitas regiões.
Outro motivo de orgulho para o estado é a aplicação de novas tecnologias que minimizam gastos e diminuem o impacto ambiental nas escolas. O Governador Roberto Requião, na cerimônia de inauguração do Colégio Guido Arzua, em Curitiba, salientou que esse cuidado também é uma preocupação do seu governo. Requião citou o próprio Guido Arzua como exemplo do esforço do governo para fazer da educação do Paraná a melhor do país também em termos da aplicação de soluções inteligentes. "Esta escola moderna é um exemplo de cidadania. Estamos proporcionando aos nossos jovens oportunidades de crescer e fazer a diferença. Um dos destaques desta escola é que aqui reaproveitamos a água da chuva para os serviços gerais. Nenhum Estado do Brasil está fazendo isso", frisou o governador.
A secretária Yvelise Arco-Verde, durante a inauguração do Colégio Naira Felini, em Medianeira, ponderou que não se faz educação apenas com prédios novos, mas é fundamental que os alunos tenham espaços adequados para aprender. "Precisamos também de professores valorizados. É isso que temos feito, proporcionando cursos de formação e um plano de cargos e salários", afirmou.
Em Prado Ferreira, no Norte do estado, o vice-governador Orlando Pessuti ressaltou que este governo se preocupa integralmente com todas as regiões do estado. "É assim que se deve fazer para que todo o Paraná seja atendido: olhar para a capital e a região metropolitana, mas olhar também para o interior, que é onde se produz o alimento que vai a mesa de todos nós", disse Pessuti.
A próxima inauguração prevista é a do Colégio Estadual Alto São João, no município de Roncador (Centro Oeste do estado).
INAUGURAÇÕES DO MÊS DE ABRIL
Governador Roberto Requião sendo homenageado pela comunidade em Francisco Beltão
1. Colégio Estadual Léo Flach, em Franciso Beltrão
Inaugurada em 01/04; investimento de R$ 1,7 milhão
Com capacidade para 1260 alunos, o Colégio Estadual Léo Flach tem infraestrutura completa para acesso de portadores de necessidades especiais, como rampas, elevador e banheiros exclusivos para cadeirantes. O colégio tem 2.776 metros quadrados de área construída, com 12 salas de aula, refeitório, laboratórios de informática e ciências e duas quadras poliesportivas, sendo uma delas coberta.
Fachada do Colégio Estadual Júlia Wanderlei, no município de Prado Ferreira
2. Colégio Estadual Júlia Wanderley, em Prado Ferreira
Inaugurado em 08/04; investimento de R$ 1,8 milhão
O Colégio Estadual Júlia Wanderley conta com 14 salas, e atenderá 1.470 estudantes. Com mais de 2.800 metros de área, o Colégio tem quadra coberta e adaptações para os alunos portadores de necessidades especiais.
Dependências do Colégio Estadual Conselheiro Quielse Crisóstomo da Silva, em Bocaiúva do Sul
3. Colégio Estadual Conselheiro Quielse Crisóstomo da Silva, em Bocaiúva do Sul
Inaugurado em 13/04; investimento de R$ 2,2 milhões
O Colégio Estadual Conselheiro Quielse Crisóstomo da Silva tem capacidade para atender 2,4 mil alunos. Com mais de 3 mil metros quadrados de área construída, o colégio conta com 22 salas de aula, biblioteca, quadra poliesportiva coberta, refeitório, cozinha e casa do zelador.
Vice-governador Orlando Pessuti durante inauguração do Colégio Naira Felini, em Medianeira
4. Colégio Estadual Naira Felini, em Medianeira
Inaugurado em 15/04; investimento de R$ 1,8 milhão
O Colégio Estadual Naira Felini, com capacidade para atender 1,3 mil alunos, tem 2.631 metros quadrados e abriga 12 salas de aula, laboratórios de ciências, informática, biblioteca, sala de multiuso, quadra poliesportiva coberta, refeitório e banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais.
Alunos indígenas em sua nova escola no município de Diamente do Oeste
5. Escola Estadual Indígena Kuaa Mbo’e, em Diamante do Oeste
Inaugurado em 16/04; investimento de R$ 514 mil
A Escola Estadual Indígena Kuaa Mbo’e tem capacidade para atender 350 alunos e dispõe de cinco salas de aula, pátio coberto, além de todas as ferramentas pedagógicas necessárias, como laboratório de informática com internet e TVs multimídia.
Fachada do Colégio Estadual Entre Rios, em Entre Rios do Oeste
6. Colégio Estadual Entre Rios, em Entre Rios do Oeste
Inaugurado em 16/04; investimento de R$ 2 milhões
O Colégio Estadual Entre Rios tem cerca de 3 mil metros quadrados de construção com capacidade para 1.260 alunos. As instalações contam com 12 salas de aula, laboratórios de ciências e informática, biblioteca, salas de multiuso, quadra poliesportiva coberta, banheiros adaptados para alunos com necessidades especiais e refeitórios.
Fachada do Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva de Toledo
7. Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva, em Toledo
Inaugurado em 16/04; investimento de R$ 1,8 milhão
Com capacidade para 2.100 alunos, o Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva tem laboratórios de informática e ciências, quadra poliesportiva coberta, refeitório, e suas dependências somam 3.216 metros quadrados de área construída.
Governador Roberto Requião e o Superintendente Luciano Mewes no Colégio Guido Arzua, em Curitiba
8. Colégio Estadual Guido Arzua, em Curitiba
Inaugurado em 22/04; investimento de R$ 4 milhões
O Colégio Estadual Guido Arzua foi construído em uma área de 4.858 metros quadrados, e tem capacidade para atender 2.500 alunos. As instalações do colégio contam com 24 salas de aula, quadra poliesportiva coberta, casa do zelador e laboratórios de Física, Química, Biologia e informática, além de oferecer uma ampla sala para trabalhos de artes como pintura, teatro, dança e música.
Veja as obras concluídas nas escolas e colégios da rede estadual paranaense nos meses de março e abril:
Município
Estabelecimento de Ensino
Tipo de Obra
Data de Início
Data Prevista para a Conclusão
Data da Conclusão
Bandeirantes
Escola Estadual Cecília Meireles
Ampliação
17/06/2008
14/03/2009
12/03/2009
Boa Vista da Aparecida
Colégio Estadual Paulo IV
Reparos
19/01/2009
19/05/2009
12/03/2009
Campo do Tenente
Escola Estadual Alexandra Peicho
Reparos
05/01/2009
21/03/2009
20/03/2009
Candido de Abreu
Colégio Estadual Dr. Candido de Abreu
Reparos e Melhorias
03/11/2008
02/04/2009
01/04/2009
Corbélia
Escola Estadual Olavo Bilac
Reparos
19/01/2009
20/03/2009
09/03/2009
Figueira
Escola Estadual Prof. Alvina Prestes
Reparos
12/01/2009
13/03/2009
13/03/2009
Guarapuava
Colégio Estadual Antonio Tupy Pinheiro
Melhorias de Quadra Coberta
28/11/2008
28/03/2009
02/03/2009
Guarapuava
Colégio Estadual Manoel Ribas
Reparos
06/11/2008
06/03/2009
06/03/2009
Ibaiti
Escola Estadual Affonso M. Albaladejo
Construção
09/04/2008
06/10/2008
09/03/2009
Jacarezinho
Colégio Estadual Anésio de A. Leite
Reparos
12/01/2009
13/03/2009
13/03/2009
Jaguariaíva
Colégio Estadual Pe. Jose de Anchieta
Melhorias
03/11/2008
02/05/2009
26/03/2009
Janiópolis
Colégio Estadual João XXIII
Reparos
19/11/2008
18/05/2009
17/03/2009
Lindoeste
Escola Estadual de Cerro Azul
Reparos
02/02/2009
02/06/2009
30/03/2009
Pinhais
Colégio Estadual Semiramis de B. Braga
Reparos
05/01/2009
21/03/2009
11/03/2009
Ponta Grossa
Colégio Estadual Frei Doroteu de Padua
Construção
11/04/2008
08/09/2008
20/03/2009
Ponta Grossa
Colégio Estadual Jose Elias da Rocha
Reparos e Melhorias
03/11/2008
02/04/2009
20/03/2009
Prudentópolis
Escola Estadual Cap. Domingos V. Lopes
Reparos
13/02/2009
14/04/2009
02/03/2009
Quinta do Sol
Colégio Estadual São Judas Tadeu
Reparos
17/11/2008
17/03/2009
17/03/2009
Reserva
Colégio Estadual Profª Helena R. Fioravante
Reparos
10/12/2008
09/05/2009
20/03/2009
Umuarama
Escola Estadual Durval Seifert
Reparos
12/01/2009
12/04/2009
20/03/2009
Assis Chateaubriand
Colégio Estadual Princesa Isabel
Reparos
09/02/2009
10/05/2009
17/04/2009
Campo Largo
Colégio Estadual João Ferreira Kuster
Reparos
05/01/2009
05/04/2009
03/04/2009
Campo Largo
Colégio Estadual São Francisco de Assis
Ampliação
25/06/2008
20/02/2009
08/04/2009
Candido de Abreu
Colégio Estadual Doutor Candido de Abreu
Reparos e Melhorias
03/11/2008
02/04/2009
01/04/2009
Cornélio Procópio
Colégio Estadual Andre Seugling
Melhorias
02/02/2009
03/04/2009
03/04/2009
Cornélio Procópio
Colégio Estadual Cristo Rei
Melhorias
22/02/2009
23/04/2009
16/04/2009
Curitiba
Colégio Estadual Cruzeiro do Sul
Melhorias
02/02/2009
03/04/2009
03/04/2009
Goioere
Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos Maria A. Scarpari
Reparos
05/12/2008
01/10/2009
17/04/2009
Ibaiti
Colégio Estadual Julio Farah
Reparos e Melhorias
02/02/2009
03/04/2009
03/04/2009
Ibaiti
Colégio estadual Profª Margarida F. Gonçalves
Construção
06/06/08
01/02/2009
22/04/1009
Inácio Martins
Escola Rural Municipal Indígena Arandu M.D’Areia
Ampliação
11/07/2008
08/12/2008
17/04/2009
Itambé
Colégio Estadual Olavo Bilac
Melhorias
09/02/2009
09/06/2009
28/04/2009
Ivaiporã
Colégio Estadual Nilo Peçanha
Construção
25/06/2008
22/11/2008
30/04/2009
Mangueirinha
Escola Estadual Coronel Valencio Dias
Reparos
30/12/2008
29/05/2009
09/04/2009
Manoel Ribas
Colégio Estadual Indígena Cacique Gregorio Kaekchot
Ampliação
16/06/2008
13/11/2008
30/04/2009
Maringá
Colégio Estadual Presidente Kennedy
Reparos
25/02/2009
26/05/2009
29/04/2009
Paranavaí
Colégio Estadual Flauzina Dias Viegas
Reparos e Melhorias
23/10/2008
21/04/2009
08/04/2009
Pinhão
Escola Rural Estadual Izaltino R. Bastos
Construção
25/04/2008
19/06/2009
26/04/2009
Santa Mônica
Colégio Estadual Santa Mônica
Ampliação
30/01/2009
30/04/2009
23/04/2009
Telêmaco Borba
Escola Estadual São Pedro
Reparos e Melhorias
03/11/2008
02/04/2009
01/04/2009
Umuarama
Colégio Estadual Tiradentes
Reparos
26/01/2009
26/04/2009
08/04/2009

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Paraná Alfabetizado recebe prêmio Ibero Americano.

Programa Paraná Alfabetizado vence Prêmio Ibero-americano - 29/07/2009 17:30:00
O Programa Paraná Alfabetizado, da secretaria da Educação, recebeu nesta quarta-feira (29) o Prêmio Ibero-Americano de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos como a mais relevante experiência de alfabetização no Brasil. A premiação aconteceu durante o Encontro de Alfabetizadores e Educadores de Jovens e Adultos, que reuniu representantes de 22 países.A superintendente da Educação, Alayde Digiovanni, destacou a experiência do Governo do Paraná no processo de alfabetização de jovens e adultos. “ A experiência paranaense está em consonância com a Declaração de Salamanca, assinada por todos os países iberoamericanos no ano de 2005, que pretende declarar a região como território livre de analfabetismo entre o ano de 2008 e 2015”.Promovido pela Organização dos Estados Iberoamericanos e pelo Ministério da Educação e Cultura do Paraguai, o encontro tem como objetivo facilitar o intercâmbio de experiências entre alfabetizadores de jovens e adultos promovendo a identificação de práticas que vem sendo desenvolvidas e aplicadas por todo o país. Participaram educadores e representantes de organizações internacionais que trabalham na área da alfabetização da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Chile, República Dominicana, Equador, El Salvador, Peru, Portugal, Uruguai e VenezuelaPRÊMIOS - A premiação faz parte do conjunto de ações do Programa de apoio de mesmo nome, que tem o propósito de universalizar a alfabetização em todos os países ibero-americanos no menor tempo possível, antes de 2015. O Programa Paraná Alfabetizado foi criado pela secretaria da Educação em agosto de 2004 e é desenvolvido em parceria com o Ministério da Educação, com as prefeituras e com organizações da sociedade civil. Participaram, de agosto de 2004 a junho de 2009, cerca de 332 mil jovens, adultos e idosos não alfabetizados em todos os municípios paranaenses. O processo de alfabetização, inspirado nos círculos de cultura de Paulo Freire, já contou com cerca de 16 mil alfabetizadores e coordenadores locais que, além de alfabetizar, tem o papel de incentivar os educandos adultos alfabetizados para que continuem estudando nos cursos da Educação de Jovens e Adultos organizados pelas Secretarias Municipais de Educação.Inspirados pelas experiências de superação do analfabetismo em Cuba e Venezuela, o Governo do Paraná também assumiu essa meta no território paranaense, investindo esforços e recursos para alfabetizar o maior número de pessoas, buscando elevar o IDH e reconhecer o Paraná como território livre de analfabetismo até o ano de 2.010.O Paraná Alfabetizado já foi reconhecido pelo Ministério da Educação por meio do Prêmio Medalha Paulo Freire entregue no ano de 2005, sendo o Governo do Paraná o único estado a ser premiado e pela UNESCO em sua publicação “Alfabetização de jovens e adultos no Brasil: lições da prática” (2008) ao reconhecer diversos aspectos relevantes na experiência paranaense; “O Prêmio Iberoamericano de Alfabetização vem coroar, reconhecer e celebrar os esforços e compromissos assumidos e realizados pelo Governo do Paraná em conjunto com toda a população paranaense, para superar o analfabetismo e elevar a qualidade de vida de toda a nossa população”, disse o chefe do departamento da diversidade da secretaria, Wagner Roberto do Amaral.

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Educação do Paraná é destaque nos EUA

Experiência do Paraná com tecnologias da informação nas escolas é destaque nos EUA - 15/09/2009 18:11:59
O uso de tecnologias na rede pública estadual de ensino foi o tema da palestra da superintendente da Secretaria da Educação do Paraná, Alayde Digiovanni, na tarde desta terça-feira (15), em Washington (EUA). Ela participou, a convite do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Seminário Reinventar a Aula: Impacto Social e Educativo da Incorporação de TI na Educação. O evento visa a troca de experiências de incorporação da tecnologia da informação e comunicação nos sistemas educacionais. As ações vinculadas ao Programa Paraná Digital, desenvolvido pelo governo estadual, foram destacadas pela superintendente como parte de uma forte política educacional. “No Paraná, todas as 2.100 escolas estaduais estão conectadas à internet por meio de 44 mil computadores. Essas e outras ações interligadas permitem a implementação da política que visa a universalização do acesso ao ensino, a garantia de permanência na escola e a qualidade de ensino”, relatou Alayde Digiovanni.A superintendente explicou a uma platéia de representantes do setor de Educação dos países latino-americanos que o Paraná tem promovido uma revolução tecnológica na educação pública no estado, com o uso ferramentas como Portal Dia a Dia Educação, TV Multimídia – presente em todas as salas de aula da rede estadual, TV Paulo Freire, Multimeios. O professor da rede estadual tem acesso ao computador para realizar pesquisas e preparar suas aulas. A variedade do material obtido na internet pode ser conjugado ao produzido pela área Multimeios – animações, vídeos, áudios. “O pen drive tornou-se parceiro do professor, que pode usar os conteúdos veiculados pela TV Paulo Freire, Portal Dia-a-Dia Educação e outras fontes de informação para elaborar aulas mais ricas em conteúdo e criatividade”, informou a superintendente. A superintendente explicou que Portal da Educação tem quatro interfaces - Educadores, Alunos, Escola e Comunidade - e publica informações sobre eventos, notícias, artigos e dissertações, além de textos narrados, entrevistas e músicas. Charges, simuladores e gráficos produzidos pela área Multimeios estão disponíveis para complementar e apoiar o processo de ensino e aprendizagem, ressaltou.O uso da TV Paulo Freire, com sua programação concebida exclusivamente para a comunidade escolar do Estado do Paraná também foi destacado por Alayde Digiovanni. Assim como os cursos ofertados regularmente para a capacitação dos professores para usar essas tecnologias. “TV Multimídia - Pesquisando e Gravando Conteúdos no Pen Drive” é um manual que procura ensinar a integrar o uso das tecnologias utilizadas nas escolas do Paraná - o laboratório de informática, o pen drive, as TVs Multimídias e o Portal Dia-a-Dia Educação, onde estão disponíveis os conteúdos digitais educacionais”, finalizou.


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Luta contra os transgênicos, obra politica do Governo Requião.

O tempo ja esta mostrando quem tinha Razão, se a imprensa ou o governador.

Pesadelo assombra os produtores de soja transgênica.

A presença do sorgo resistente ao glifosato, em lavouras no norte da Argentina, já foi reconhecida pelo principal organismo encarregado de vigiar as ervas daninhas resistentes a herbicidas. Essa descoberta é um pesadelo que se tornou realidade para os produtores de soja transgênica. O glifosato é o herbicida seletivo de maior venda no mundo e sua expansão acelerou-se com os cultivos transgênicos como os da soja Roundup Ready, da Monsanto. O resultado era previsível: cedo ou tarde, apareceriam espécies resistentes às estratégias desenhadas e implementadas por este modelo de agricultura. O artigo é de Alejandro Nadal.Alejandro Nadal - La JornadaUm fantasma percorre os campos do Chaco, norte da Argentina. Após meses de investigação e acaloradas disputas, confirmou-se a existência de uma variedade de sorgo (Sorghum halepense – também conhecido no Brasil como capim Massambará, Pasto Russo ou Erva de São João) resistente ao herbicida glifosato, na província de Salta. É o primeiro caso de uma variedade de sorgo resistente ao glifosato desde que esse herbicida começou a ser usado no mundo, há três décadas. A difusão desta erva daninha através das colheitadeiras que circulam por todos os lados após cada safra não é um bom augúrio.
A presença do sorgo resistente ao glifosato já foi reconhecida pelo principal organismo encarregado de vigiar as ervas daninhas resistentes a herbicidas (http://www.weedscience.org/). Essa descoberta é um pesadelo que se tornou realidade para os produtores de soja transgênica. É também uma lição para a Sagarpa (organização mexicana de proteção fitossanitária), que acaba de autorizar ilegalmente as primeiras plantações experimentais de milho transgênico no México. É o primeiro passo no caminho para autorizar a plantação comercial e consolidar a liberação do milho geneticamente modificado no México, centro de origem deste cultivo de importância mundial.
Vamos por partes. O Sorghum halepense é uma das dez principais ervas daninhas que afetam a agricultura de climas temperados. É uma erva daninha perene, dotada de grande capacidade de reprodução e sobrevivência ao controle por meios mecânicos. A ironia é que em muitos países, incluindo a Argentina, foi introduzido como uma espécie forrageira, por sua alta produtividade e capacidade de adaptação. Em poucos anos, converteu-se em uma praga cujo combate com agentes químicos teve grandes custos para os agricultores e para a biodiversidade.
Na luta contra essa “erva daninha perfeita” vinha se usando o glifosato, herbicida de amplo espectro que destrói, em plantas superiores, a capacidade de sintetizar três aminoácidos essenciais. É o herbicida seletivo de maior venda no mundo e sua expansão acelerou-se com os cultivos transgênicos como os da soja Roundup Ready, da Monsanto, geneticamente modificada para aumentar sua resistência ao glifosato. Hoje, a soja transgênica é plantada em cerca de 18 milhões de hectares na Argentina. Esse cultivo transformou a paisagem rural do pampa, transtornando as relações sociais que permitiam a pequena agricultura e abrindo as portas para o agronegócio em grande escala. As exportações de soja são o principal sustento da política fiscal Argentina: 18% da receita fiscal total vêm do imposto sobre as vendas de soja ao exterior. Mas o colapso desta bolha da soja é uma questão de tempo. A aparição do sorgo resistente ao glifosato é só um aviso. A soja transgênica usa um pacote tecnológico de plantio direto (ou lavragem mínima), onde se deixa o mato cobrir a terra para protegê-la da chuva e do vento. Isso reduz os riscos de erosão, mas deve ser acompanhado de um incremento no uso de herbicidas. Esse tipo de cultivo está associado a um crescimento espetacular do uso destes insumos: em apenas dez anos, o consumo de glifosato passou de 15 a 200 milhões de litros.
O resultado, no final do caminho, era de se esperar: cedo ou tarde, apareceriam espécies resistentes às estratégias desenhadas e implementadas por este modelo de agricultura comercial. Com a difusão do pacote tecnológico da soja transgênica, essa resistência apareceria mais rapidamente, pois o processo de co-evolução (que, no fundo, é o que rege esse fenômeno) iria se acelerando. É o que acontecerá também com o milho transgênico cujo plantio está sendo autorizado agora no México. A aparição de insetos resistentes à toxina produzida nos cultivos transgênicos Bt é uma questão de tempo.
Ainda não há registro de grandes populações resistentes à toxina Bt, mas em parte isso se deve à estratégia que consiste em deixar refúgios de plantas não transgênicas nas áreas plantadas. Nos Estados Unidos, essa prática tem sido acompanhada pelo uso complementar de inseticidas. Mas a advertência de ecólogos e agrônomos segue vigente: essas estratégias só retardam o processo de aparição de insetos resistentes ao Bt, não o detém. O cultivo de milho transgênico no México aumentará a probabilidade de surgimento de populações de insetos resistentes ao Bt em um menor espaço de tempo. Esse não é o único problema, mas o exemplo do sorgo na Argentina é um sinal que não devemos ignorar.
A trajetória tecnológica dos cultivos geneticamente modificados nos conduz a um beco sem saída. É claro que, para as empresas e seus cúmplices no governo, este é um bom instrumento para tornarem-se donas do campo, transformando-o em seu espaço de rentabilidade. Para a Sagarpa e o governo (falando aqui do caso mexicano) nada deve se interpor entre as companhias transnacionais e a rentabilidade, nem sequer a débil legislação sobre biossegurança que foi desenhada para servir aos interesses dessas mesmas empresas.
Alejandro Nadal é economista, professor pesquisador do Centro de Estudos Econômicos, no Colégio do México. Colaborador do jornal La Jornada, onde este artigo foi publicado originalmente dia 20 de outubro.
Tradução: Katarina Peixoto


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Tecnologias em Educação, Paraná um passo a frente, obra do governo Requião.

Escola rural no município de Pinhão. Fonte das fotos e Texto AEN



Qualificação de professores, professores são qualificados no domínio das novas tecnologias.



Tecnologias educacionais estão em todas as escolas do Paraná - 02/10/2009 10:47:39
Com uma política voltada à melhoria da educação, independente de onde o aluno reside, o governo do Estado possibilitou que escolas da zona rural, abandonadas em outras gestões, fossem beneficiadas com qualificação dos professores e melhoria na infraestrutura.“Antes os alunos tinham de ir até a cidade para estudar em escolas com bibliotecas, com computadores e com professores qualificados. O atual governo proporcionou muito mais do que melhorias, fez uma revolução”, afirmou Lucélia Terezinha Dziubate Ferreira, diretora do Colégio Estadual Arroio Grande, zona rural do município de Pitanga.A diretora contou que grande parte dos professores preferia trabalhar nas escolas da cidade. “A falta de estrutura nas escolas da zona rural espantava professores, funcionários e alunos”. Para ela, a revolução na educação começou quando o Governo investiu maciçamente em todas as escolas, sem distinção da localização. Lucélia destacou também o concurso público como outro investimento que favoreceu a qualificação dos professores. “Era um entra e sai de professores e funcionários nas escolas. Com o concurso, acabou a rotatividade e, com isso, há comprometimento do profissional com o local de trabalho”, avaliou.O Colégio Estadual Arroio Grande conta com laboratório de informática e todas as salas têm TV Multimídia, como todas as escolas estaduais do Paraná. A escola funciona com dualidade administrativa, ou seja, o prédio é administrado pelo município e pelo Estado. As crianças que estudam da 1ª a 4ª série acabam sendo beneficiadas, pois também usufruem a infraestrutura disponível aos alunos da rede estadual de 5ª a 8ª série e do ensino médio.Ivonete Grandevolski, mãe de aluno, disse que se sente tranquila em ter o filho estudando perto de casa. “Os pais estão mais seguros em saber que o filho não precisa mais ir até a cidade para ter qualidade de ensino”, destacou. O aluno Paulo Cezar dos Santos Barbosa, 19 anos, disse que estudou durante um período na cidade, pois não havia ensino médio em sua escola. Para ele, com o ensino médio e com laboratório de informática a seu dispor não há razão em se deslocar até a cidade para estudar. “Voltei para a minha antiga escola, os professores são dedicados e tenho aqui os mesmos recursos da escola do centro”.Outra exemplo é o Colégio Estadual Cerrado das Cinzas, localizado na zona rural da cidade de Arapoti. A escola conta com laboratório de informática e televisores multimídia à disposição dos alunos do Estado e também do município.“Os alunos de escola rural não se sentem inferiorizados, porque sabem que a escola que frequentam conta com os recursos de um colégio da cidade”, disse Leonilde Maria Amadei Simões, diretora do Colégio Estadual Cerrado das Cinzas.De acordo com ela, os televisores possibilitaram que todo o treinamento de prevenção à gripe A, por exemplo, fosse realizado com sucesso. “Os funcionários assistiram ao vídeo de orientação durante a suspensão das aulas”.Investimentos – Todas as escolas estaduais da cidade e do campo possuem laboratório de informática. O Programa Paraná Digital possibilitou que os 1,4 milhão de estudantes tivessem acesso à rede mundial de computadores. Foram investidos mais de R$ 100 milhões no programa.As 22 mil salas de aula dispõem de televisores de 29 polegadas que reproduzem arquivos de imagens, sons e vídeo como apoio à prática pedagógica. Os professores receberam capacitação e “pendrives” para preparar as suas aulas para transmitir na TV Multimídia.

Tv multimidia, invenção do Paraná adotada por outros estados, obra do Governo Requião.






Jornal do Estado, 9-10-2009



INVESTIMENTO EM TV MULTIMÍDIAREVOLUCIONA O ENSINO NO PARANÁA eficiência do recurso é reconhecida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e foi objeto de palestra em Washington.Passados dois anos da implantação da nova tecnologia das TVs multimídia nas escolas públicas estaduais do Paraná, o projeto transformou-se em um sucesso de público e crítica. No último dia 15 de setembro, as TVs com pen drive foram o destaque no seminário Reinventar a Aula: Impacto Social e Educativo da Incorporação da Tecnologia da Informação e Comunicação na Educação, promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington (EUA). O evento, transmitido para todo o mundo por vídeoconferência, mostrou a experiência paranaense em contraponto a outras alternativas de custo mais alto. “O Paraná foi convidado porque o BID tem o entendimento de que a disponibilização de um computador não é a solução e nem a grande revolução educacional. O acesso às tecnologias acontece articulando as ferramentas e a formação do professor para utilizá-las como um meio e não como um fim. E esta é a experiência do Paraná”, explica a superintendente da Educação, Alayde Digiovanni, que representou a Seed em Washington.Uma semana antes, uma equipe técnica da Fundação Carlos Chagas e do Protagonistés – Instituto de Protagonismo Jovem e Educação, uma organização não governamental (ONG) voltada a formulação e acompanhamento de políticas públicas na área educacional, esteve no Paraná apresentando o relatório preliminar da pesquisa “Melhores Práticas de Ensino Médio no Brasil”. O trabalho, encomendado pelo próprio Ministério da Educação ao BID, identifica, em quatro estados brasileiros, as melhores práticas escolares do ensino médio nas dez escolas com melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).Mais uma vez a TV multimídia foi destaque. Os professores consideram a alternativa encontrada pelo Paraná de instalar uma televisão em cada sala de aula e dar um pen drive a cada professor extremamente interessante. “Eu destaco especialmente a iniciativa paranaense de promover a capacitação do professor, ensinando-o a fazer uso da tecnologia em sala de aula”, declara.De acordo com a consultora do BID, a resistência por parte dos professores em se utilizar de recursos tecnológicos para planejar suas aulas é uma realidade mundial. “E, no Paraná, tanto a tecnologia disponibilizada quanto a estratégia de capacitação dos professores é muito bem avaliada. O Paraná está muito bem, com políticas educacionais bem consolidadas”, ressalta.Desafio – Mais importante, porém, é a aplicação desses recursos nas salas de aula da rede pública estadual. A dificuldade inicial de utilizar o computador e os demais recursos tecnológicos é uma barreira real, confirmada por professores veteranos que têm vencido o desafio na base da persistência e do reconhecimento da sua utilidade prática. É o caso da professora Geni Caetano Pinheiro Becher, que dá aulas na rede estadual há 27 anos, uma das que resistiu muito. “Mas olhava as outras professoras criando suas aulas em slides e tinha vontade de fazer também. Mas eu sofri no início. Tive que fazer o curso duas vezes para poder aprender. Persisti porque sabia que minha aulas teriam qualidade melhor”, revela. Atualmente afastada da sala de aula para participar do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE), Geni ficou tão fascinada com o mundo tecnológico que decidiu propor o projeto “A importância da tecnologia na educação e na formação de docentes” como tema de sua formação.Outra professora que se desencorajou de início foi Angela Maria Garcia, do Colégio Estadual Dom Pedro I, em Pitanga, que havia atuado por 15 anos na rede municipal e passou no concurso do estado há dois anos. “Quando eu entrei na rede estadual tive que estudar para aprender a trabalhar com o laboratório de informática e a TV multimídia. Eu tinha receio de lidar com computador e tive vontade de desistir no começo”, lembra. Ela já produziu slides sobre cadeias carbônicas, que salvou no pen drive e apresentou em sala de aula. “Senti que os alunos ficaram mais atentos e melhorou a qualidade das aulas,” avalia.Motivação – As TVs multimídia promoveram uma revolução também para os estudantes da rede estadual de ensino. “Tudo fica menos cansativo. Lembro de uma aula de história em que o professor descrevia uma vila medieval enquanto apresentava imagens na tela. Acho que sem ver as fotos, eu não entenderia nada”, conta o estudante Alisson Schmidt, de 15 anos, aluno da Colégio Estadual Paulo Leminski em entrevista à revista de circulação nacional, Carta Capital, edição de junho de 2009.Mariane Saqueti Canales, 14 anos, estudante da oitava série da Escola Estadual Guimarães Rosa, em Assis Chateaubriand, é outra entusiasta das novas tecnologias. “Estudo aqui desde a quinta série e a escola nunca esteve tão bonita como agora. Os laboratórios e as salas de aula foram totalmente remodelados e cada sala tem a TV, que utilizamos para apresentar trabalhos. As aulas também ficam bem mais interessantes com o uso deste recursos”, afirma.Tecnologias articuladas - O Programa Paraná Digital foi o ponto de origem para a implantação e desenvolvimento desta nova política educacional que utiliza recursos tecnológicos. A primeira medida adotada foi a aquisição e instalação de 44 mil computadores computadores para as 2.100 escolas estaduais do Paraná, um investimento no valor de R$ 104 milhões. Todas as salas de aulas dispõem da televisão multimídia, também conhecida como TV pen drive ou TV Laranja. Os professores da rede estadual receberam também cursos de capacitação para utilizar não apenas o computador e a internet para pesquisas, mas os recursos disponibilizados através do Portal da Educação. Polêmica - Como todo projeto inovador, a implantação das TVs com pen drive trouxe muita polêmica. A insinuação de que a empresa vencedora havia sido beneficiada em função de doações para a campanha eleitoral caiu em descrédito, pois empresas do mesmo grupo ganharam as licitações nos demais Estados. Em várias dessas unidades da federação, a compra dos televisores foi realizada também por pregões eletrônicos ou presenciais, um dos pontos questionados pela oposição, na época em que as TVs foram compradas no Paraná. Em todos os outros estados, os preços pagos pelos aparelhos foram superiores ao pago pelo Paraná. Por isso, atualmente, a poeira baixou.“O preço máximo estimado para os televisores no pregão era de R$ 870,00. Tínhamos que oferecer abaixo disso ou estávamos fora da disputa”, lembra Airton Oppitz, proprietário da Cequipel, empresa vencedora do pregão eletrônico realizado pelo governo do Paraná para adquirir o produto. Antevendo a perspectiva de lançar o produto no mercado, o empresário decidiu bancar o limite de preço, cobrando R$ 860,00 por unidade. “Fizemos um esforço para vender por este preço, pois acreditamos no produto. Queríamos iniciar as vendas deste produto em todo o mercado nacional privado e público”, informou Airton Oppitz, dono da Cequipel. “Na primeira venda – que serviria de modelo aos demais estados – não nos preocupamos com o lucro. Foi exatamente o que fizemos. As outras vendas posteriores nos deixaram bons resultados”, comemora Airton Oppitz, empresário com 28 anos de tradição no mercado, empregador de 1.000 pessoas, com fábricas no Paraná, Santa Catarina e Sergipe.Mesmo a falsa denúncia, repercutida no Jornal do Estado, de que os aparelhos de televisão não funcionavam pela ausência de um software mostrou-se equivocada diante dos fatos. A TV multimídia possui entrada para dispositivos USB e leitor de cartões de memória e funciona perfeitamente. A conexão USB possibilita a integração entre o computador e a televisão de forma rápida e prática. A realidade mostra que as TVs multimídia são um recurso acessível e capaz de tornar a relação ensino aprendizado mais interessante, criativa e sintonizada com as tecnologias hoje disponíveis. “É uma ideia muito boa, criativa e barata”, avalia a ex-secretária de Educação paulista, Maria Helena Guimarães Castro.TABELAESTADO QUANTIDADE PREÇOParaná 22.000 860,00Bahia 22.000 1.200,00Santa Catarina 50 1.000,00Espírito Santo 1.450 1.374,00Roraima 672 1.350,00Sergipe 400 1.350,00Distrito Federal 5.000 1.350,00
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Colégio da Policia Militar do Paraná, obra do Governo Requião.


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Escola Municipal em Marialva, obra do governo Requião.

Escola Municipal em Marialva, obra da SEDU inaugurada em novembro de 2008
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Escola Municipal em Campo Largo, obra do Governo Requião.

Obra da SEDU ( Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano). Escola Municipal Carlos D. de Andrade. Campo Largo, Paraná.


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dimanche 8 novembre 2009

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samedi 7 novembre 2009

Não fiquem angustiados, nem apressados.

Não fiquem angustiados.
Curitiba 7 de Novembro de 2009.
Prezados leitores,
O grupo de Estudos 23 de Outubro não pode ter pressa em mostrar tudo o que se fez no estado do Paraná, em termos de educação púbica nesses sete anos. Nós ainda não falamos dos 44mil computadores instalados nas escolas públicas do Paraná. Não falamos dos 22 mil e tantos televisores multimídia com leitores de cartão de memória, pen-drive, CD e DVD. Nós não falamos na Televisão Paulo Freire, em circuito fechado com conteúdo específico para o fomento da educação, nem dissemos que ela pode ser acessada nestes 44 mil computadores, nas 20 e tanta mil televisões. Nós não falamos no Programa Casa do Zelador Escolar, que oferta casas no interior das escolas, preferencialmente a famílias de policiais militares (ora, o programa completo ofertará 2000 casas). Nós não estamos falando na Patrulha Escolar, ( segurança nas escolas) nós não falamos ainda na formação continuada dos nossos professores, nós não falamos no PROERD, (Programa de resistência e prevenção às drogas realizado pela Policia Militar e as Escolas Estaduais), nós não falamos na logística de abastecimento da merenda escolar em mais de 2000 escolas, nós não falamos no transporte escolar. Nós não falamos na compra e distribuição de material escolar a quase dois milhões de alunos. Nós não falamos na manutenção dessas escolas, da manutenção de dois milhões de carteiras escolares. Não falamos na coleção (nove títulos e volumes de uso individual) do livro didático público e gratuíto e de como é feita a sua distribuição. Nos não falamos na assistência à saúde desses alunos. Nós não falamos dos jogos escolares onde participam pouco mais de 500 mil atletas. Nós não falamos na “Fera com Ciência”, que são feiras itinerantes de arte e ciência promovidas pelos alunos da rede pública. Nós não falamos na educação para o transito. Não dissemos nada sobre os Centros de Educação de Jovens e adultos (que perderam a idade escolar), nem discutimos o programa de erradicação do analfabetismo. Nós não falamos dos Colégios Agrícolas, e do Colégio Especializado em Técnicas Agrícolas e Agro ecologia do Parque Nilton Freire Maia. Nós não falamos das centenas quadras cobertas. Nós não falamos na Escola Pública de Cinema, nem nas Universidades Estaduais. Nós não falamos dos centros poliesportivos e das escolas profissionalizantes, nós não falamos dos Colégios Militares, e instituições congêneres como Guarda Mirim e outras. Como você vê temos muito sobre o que falar. Não tivesse feito nada de inovador, e fez muito, o governo somente com a manutenção e sustentação do que já existia, sem recorrer a terceirizações, já teria feito muito. Porém fez muito mais. Fez muito mais do que você imagina. Se você nos lê desde outros estados da Federação, consulte o seu Secretário de Educação, ele certamente já esteve no Paraná verificando in loco o que tem sido feito em termos de educação no Paraná, seja no período capitaneado por Mauricio Requião, seja por Evelise Arco Verde. No entanto, a mídia local, não só é cega para isso, como a sua única preocupação é atacar, o agora Conselheiro Mauricio Requião. É de uma pobreza de espírito, não só muito particular, mas de uma perversidade que raia o mercenarismo, é também omissão ao flagrante direito à informação que têm a nossa população, em nome da qual os órgãos de comunicação obtiveram suas concessões.
O Grupo de Estudos 23 de Outubro pede a vossa paciência, pois não somos profissionais de comunicação, e muitas vêzes nos faltam fotos, ou documentos, embora seja de nossa melhor boa vontade suprir com informações verdadeiras o que a Imprensa Rádio e Televisão nos sonegam.
Há porém um outro capítulo relacionado a educação, porém esse diz respeito ao Ensino Superior sob responsabilidade da Secretaria de Ciência e Tecnologia, sob o comando de Ligia Pupatto, e nós nem começamos a falar desses Importantes Programas Educacionais que visam melhorarar tecnologicamente a população e os empreendedores de nosso estado, criando cursos superiores que se apliquem efetivamente à realidade das necessidades de nossa população, e não estejam, cômoda e omissa, divorciados da prática e isolados no academicismo. Estudamos para melhorar a vida de todos, não somente para melhorar as nossa vidas e economias privadas.

G 23, te agradece a paciência.

Vingue-se deles, divulguem nossos Blogs.

vendredi 6 novembre 2009

Você é professor? É aluno em uma escola estadual construida no governo Requião, mande sua foto para nós.

Colégio Estadual Naira Feline, Marialva, Paraná.

Beleza de escola, com essa, eu termino as postagens de hoje. Nós nem falamos nas quadras esportivas, nas TVs multimidia, na informatização de todas as escolas, no livro didático gratuito, no plano de carreira dos professores, nas bibliotecas, o PDE, plano de desenvolvimento escolar continuado, etc e tal. Não falamos na educação de jovens e adultos, nem no Programa Paraná Alfabetizado, nem nas faculdades e Universidades estaduais, nem das escolas municipais construídas em pareceria com o Governo do Estado. Fique frio, amanha tem mais. Nem falamos no transporte escolar, 1100 onibus para as regiões rurais dos municipios menores. Já esta sentindo coceira em tirar o chapeu ou não?









Colégio Estadual Leo Flack em Francisco Beltrão

O G 23 esteve presente na inauguração dessa escola, logo disponibilizaremos as nossa fotos, foi Show. Você estão sentindo, que a imprensa sonega de vocês meus caros paranaenses, que com seus impostos pagam, equipam e finaciam tudo isso? Pois essa é mais uma Obra do Governo PMDB, no Paraná.


Colégio Professora Julia Wanderley, Prado Ferreira, Paraná

Julia Wanderley foi professora e diretora em Curitiba, linda essa escola no campo. Você nunca tinha ouvido falar sobre ela, poias é mais uma obra do Governo do PMDB no Paraná







Linda foto, agradeço ao autor que desconheço.

Colégio Estadual IPE, São José dos Pinhais, Paraná

Voce esta vendo estas imagens certamente pela primeira vêz. Você votou no Requião, então se vingue de quem te sonegou essa informação, divulguem essas imagens clicando ao pé da postagem, sobre o envelope, e mande o link para seus amigos. Obrigado, é de tirar o chapeu, e estamos só no começo.














Colégio Estadual de Educação Especial Lucy Requião, Santa Felicidade, Curitiba.

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Este colégio foi construido sobre ruínas. O G 23 teve o privilégio de visitá-las antes de começarem as obras. Ficou muito bonito, esse colégio estadual que você não viu em nenhum órgão de imprensa. è mole ou quer mais. Tem mais, eu postarei nos proximos dias. Obrigado a todos que colaboram para que o G 23 conseguisse as imagens. Essa escola também já esta inaugurada e em funcionamento.



Colégio Estadual Antônio Três Reis de Oliveira, Apucarana

As fotos que você vêem são anteriores a inauguração, desse belíssimo colégio estadual de Apucarana Paraná. Você já viu alguma notícia sobre ele? Então veja mais:









Escola Estadual André Nuzzi , Cambé

Obrigadao Assessoria de Imprensa da Seop ( Secretaria de Estado de Obras Públicas)


Colégio Estadual Alberto Ribeiro, Bocaiúva do Sul

Quando você terminar de ver essa serie de escolas estaduais, voce vai tirar o chapeu; Agora eu te pergunto, como você pode confiar na Imprensa Mercenaria?





Colégio Cataratas em Cascavel

Nova sede do Cataratas. O que você vê dentro da cerca é a casa do zelador, programa de moradias destinado preferencialmente a familias de policiais militares.


Show de bola. Você já viu alguma notícia sobre essa obra do Governo Requião?

Colégio Estadual Professor Guido Arzua Pereira, Curitiba.



















Colégio Estadual Guido Arzua, em Curitiba ( foto gentileza SEOP) Muito Obrigado.
Nesta data o Colégio esta em pleno funcionamento. Você já viu alguma notícia sobre ele? Educação não importa a imprensa? A Imprensa gosta de dinheiro.

Quando a Capital Federal do Brasil for transferida para a Amazônia, se dará a vinculação fluvial da America do Sul.


Ver nesse Blog a integração Fluvial da América do Sul.

Foto Histórica

Alguém sabe identificar essas pessoas. A Foto é de 1951.

Wallace Req já foi bonitão e importante.




A foto mostra um Jornal de Buenos Aires, Wallace Req aparece ao meio, em teno e corbata ( gravata). Nesta data ele foi homenageado no Congresso Federal em Buenos Aires.

Escolas do Governo Requião.










Escola Pilar Maturana.
São muitas novas escolas construidas pelo Governo Requião e Pessuti, algumas ampliações, e colégios como o da foto, esse o segundo maior Colégio do Estado do Paraná, fica no Bairro Alto em Curitiba. Aguardem vou procurar publicar fotos de todas que encontrar, dizendo se possivel, onde ficam. Vocês irão concordar comigo que é fantástico o que se fez e se fará com Pessuti em termos de Educação Pública no Paraná. O G 23 foi conferir. Você já viu uma linha sobre isso em algum jornal?

Quem disse que o Lula não é doutor?

Brincadeira entre Lula e Requião durante inauguração de Centro Publico Odontológico no Paraná.
Dr. Lula, cirurgião dentista arranca os caninos de Requião. É ver para crer.

mercredi 28 octobre 2009

Amazônia Azul





Projetos do Tio Wallace.















mardi 27 octobre 2009

Petróleo na Amazônia X

Nesse ultimo artigo, eu piso em ovos. Tomarei todo o cuidado para não se mal interpretado.
Digamos que o petróleo estivesse nos seus últimos suspiros, e os EUA descobrisse uma enorme jazida em suas terras ou águas territoriais, a pergunta é: Eles chamariam o Brasil, a Inglaterra, a França, para em concessão, contrato de risco ou partilha, explorá-la?
Você já ouviu o Brasil reivindicar direitos sobre o petróleo, peruano, boliviano, venezuelano? Então porque achamos natural que outras nações tenham direitos sobre as nossas jazidas? EUA quer comprar óleo, paguem por ele, não foi o que fizemos sempre?
Você já viu postos de gasolina com bandeiras venezuelanas, peruanas, bolivianas, argentinas no Brasil? Então me expliquem o porquê somente as grandes companhias de petróleo têm essa reserva de mercado em nosso país? O que seria mais justo, termos em nome da integração bandeiras brasileiras naqueles países vizinhos e permiti-las no Brasil, ou, continuar “vendendo”( concedendo, partilhando) nosso petróleo para as nações ricas?
A descoberta do Pré Sal, retira o petróleo da categoria de riquezas não renováveis, e, portanto finitas? Então porque esse: Oba, Oba para explorá-las e comercializá-las? Qual, de que volume são as nossas reservas estratégicas, qual a necessidade Brasileira para os próximos 100 anos?
Quando o Ministro de Minas e Energia e o atual presidente da Petrobrás, em encontro Nacional, se apóiam em “Informações da Imprensa” para fundar a justificativa de investimentos na ordem de um quarto de trilhão de dólares, não há algo de errado nisso? Planejam sob suposição?
E se as jazidas não corresponderem ao esperado, o país ficará com essa divida? Ou eles, os recurso serão tomadas junto aos investidores estrangeiros que hoje, possuem 50% pouco mais pouco menos, das ações da Petrobrás?
Não responderei as perguntas feitas. Mas te pergunto algo um pouco mais grave, o uso da mulher. Você prefere fazer uso da sua mulher, prefere ter um uso compartilhado (promiscuo), ou dar carta de repudio (divórcio) a ela para que em concessão outro faça uso dela? Como, em que medida, você terá responsabilidades sobre os frutos do uso de sua mulher?
Quando temos a jazida (mulher), a broca (tecnologia e competência), e óleo e gás (fruto da jazida) o que seria o mais prudente? Monopólio (matrimonial), parceria (promiscuidade), arrendamento e concessão de uso (perda de soberania sobre a mulher, a jazida).
O interesse da Nação deve ser preservado, fiscalizado e exigido pelo Estado, a União. Ora, mas num Estado Democrático e Representativo, o Estado deve ser fiscalizado pelo povo, diretamente, ou representativamente. Quando não há presença de povo, não há fiscalização dos atos do Estado, e, portanto o Estado pode, ou não, estar cuidando dos interesses da Nação. Um poço de petróleo no meio do mar, ou isolado no meio da selva amazônica, pode ou não, informar o quanto esta produzindo. Não há o olho popular sobre os fatos. Uma empresa, seja ela estatal ou não; pode estar produzindo e comercializando muito mais do que está contabilizando, e isso estará ocorrendo longe dos olhos do povo e de seus representantes, e até de seus técnicos e operários, que não podem, por falta de instrumentação adequada, aquilatar a produção. Isso é uma hipótese real, que se aplicada ao petróleo, riqueza das mais cobiçadas, que tem “permitido” que países invadam países, não pode ser desprezada. O Petróleo pode desde muitas décadas estar sendo evadido e sonegado. Seja no mar, seja em terra. No entanto essa riqueza pertence constitucionalmente a União e, portanto, por princípio, a todos os brasileiros. Sonegá-las, e vende-las simplesmente, é e será sempre desguarnecer e desrespeitar os interesses da Nação Brasileira e o seu futuro. O Óleo Brasileiro, aqui deveria ser refinado, aqui armazenado, e aqui, em liberdade, ser vendido na medida dos interesses nacionais. Essa a verdade dura e crua, que seria usada por qualquer país Petro-dependente. Menos pelo Brasil, que parece ser o país mais cristão entre todos os países do planeta, todos podem vir partilhar promiscuamente ( não que o cristianismo ensine isso), embora, nenhum país nos permita partilhar nada, a não ser ao custo de dependência econômica, escravização do povo e endividamento da Nação.
Eu quero reproduzir aqui um trecho dessa longa e muito bem escrita matéria já disponibilizada, em inteiro teor, em um de nossos Blogs, de autoria do ex chefe do SNI da Amazônia, e ex. Adido Militar do Brasil no Peru e Bolívia, Cel. Roberto Monteiro de Oliveira, um velho guerreiro.

“Coerente com a sua própria lógica interna, esta NOVA IDEOLOGIA é necessariamente antinacionalista, como o comprova a insistente pregação dos seus corifeus, orquestrando as teses indemonstradas da inexorabilidade e excelência da ”globalização”, da interdependência entre as Nações, da “soberania relativa”, e/ou da “administração compartilhada”, e de outras teses correlatas que negam, ou extenuam, alguns dos conceitos e valores essenciais à sobrevivência do Estado e da Nação, tais como a SOBERANIA, a INDEPENDÊNCIA, a UNIÃO NACIONAL, a autodeterminação dos povos, etc., e onde já se inclui até mesmo - ainda de forma velada e oblíqua - a dissolução das Forças Armadas ou a modificação de sua destinação constitucional. Essas teses heterodoxas, os ideólogos da ”globalização” as vêm repetindo “ad nauseam”, através dos Órgãos de Comunicação de Massa (OCMs) internacionais e nacionais, por intermédio dos quais eles difundem, usando processos dialéticos, os conceitos, valores e proposições pragmáticas que induzem à aceitação, sem reações ou objeções, das teses internacionalistas que, afinal, irão facilitar o domínio das NAÇÕES PRINCIPAIS sobre as NAÇÕES PERIFÉRICAS ou SECUNDÁRIAS, entre estas o Brasil”.

Esse genial texto do Coronel, disponibilizado em um de nossos Blogs sob o título SIVAM E AS AMEAÇAS POTENCIAIS A SOBERANIA BRASILEIRA DA AMAZÔNIA, nos diz apenas uma coisa, nós mais uma vez estamos sendo “enquadrados”, portanto, aqui nos bastidores, eu não posso aquilatar, se os partilhamentos (promiscuidade) sobre o petróleo brasileiro são o resultado de uma “Curra”, uma violência comercial, ou armada, que nos levaria a uma situação parecida com a do Iraque, ou seja, entregamos os anéis (petróleo) para não entregar - mos os dedos, ou diferentemente, essa entrega desavergonhada vem de uma índole desavergonhada, cafetina, orgástica que faz da própria mulher meio de ganhar a vida. A verdade sobre o petróleo Brasileiro é a revelação de uma dura realidade: Somos ou não, uma nação SOBERANA?

Simples idéias para os próximos presidentes?

Simples idéias para os próximos presidentes do BRASIL.
O Brasil possui hoje, além dos oito milhões de quilômetros quadrados em terras secas, mais 3,4 milhões de terras submersas sob sua jurisdição, ampliáveis para 4,4 milhões de quilômetros quadrados de terras submersas e oceanos.
A pergunta que eu faço é qual o percentual de jovens brasileiros sendo formados para as profissões exercidas diretas ou indiretamente nas águas? Qual o percentual de cursos universitários que preparem para o exercício científico dessas profissões? Qual o nível de interesse dos empreendedores brasileiros no que diga respeito aos oceanos e as terras submersas brasileiras.
Finalmente qual o nível de consciência da opinião publica sobre a importância dessas riquezas incomensuráveis.
O mar, senhores, não diz respeito só a pesca, o laser e o turismo. O mar diz respeito ao transporte e comércio exterior. O mar ditas regras sobre as profissões portuárias. O mar indica profissões ligadas à engenharia naval, a siderurgia, a eletronica e eletrotécnica. O mar exige frotas militares armadas e redireciona a Ideologia de Segurança Nacional. O mar e suas terras submersas produzem petróleo, sal e outros minerais considerados estratégicos. O mar pode acomodar cidades flutuantes, e flutuantes universidades de pesquisa. O mar, como a terra seca, permite a criação de fazendas de animais mamíferos marinhos e peixes e outras espécies marinhas. O mar esconde segredos. O mar exige o preparo de advogados peritos em direito naval e comercial marítimo e internacional. O mar exige mergulhadores e pesquisadores submarinos. O mar exige sinalizações precisas. O mar produz, por fotossíntese mais de 80% do oxigênio do globo. O mar exige alta capacitação na condução de navegação de cabotagem e longo curso. O mar não pode ser o grande esgoto da humanidade. Todos os minerais encontráveis em terras secas são também encontráveis no mar, e nos oceanos que cobrem ¾ de planeta. Bem eu não vou tentar exaurir a questão que é imensa, mas já podemos ver que o brasileiro, e o Governo Brasileiro, não têm olhado para o mar, suas relações com o homem, a indústria e a ciência relacionada ao mar, sua defesa e fiscalização, seu estudo e pesquisa com a proporção que ele tem representado na vida nacional desde a sua descoberta.

Cremos que cabe anexo ao Ministério da Marinha, um Ministério multifacetado, como uma interface de ligação das ciências do mar, à formação da juventude brasileira nas profissões marinhas, e nas suas relações de exercício em terra firme.
Eduardo Requião quando superintendente do Porto de Paranaguá, projetou, mas não pode viabilizar, uma Universidade Latino Americana de Profissões Portuarias, nas belíssimas instalações do antigo e abandonado Porto Matarazzo em Antonina.

Quando se pensou, eu te pergunto, em construir as grandes Plataformas Marítimas de Comércio? Navios Shopping, que navegam com amostras da produção brasileir pelo mundo, divulgando o nosso comercio, a nossa industria, o nosso turismo, o nosso povo, a nossa produção agricola. Quando? Navios equipados com telecomunicações de ponta, e representação diplomatica, para ordenar pedidos de todas as especies possíveis. ( ver nesse Blog texto: As Grandes Plataformas de Comércio Maritimo.)

Parece pouco, mas apenas esse olhar frontal, poderá nos despertar, pois que sendo o Brasil o maior produtor e exportador de diversos tipos de grãos, os transporta por mar num índice de nacionalização igual a ZERO, ou seja, sem navios brasileiros, equipagens brasileiras, sem nave peças brasileiras ( industria de manutenção de navios), sem interesse nesse seguimento. Gastamos pouco mais de 20 bilhões de dólares em frete marítimo... Enquanto os brasileiros dormem em berço esplêndido, como canta o nosso Hino Nacional, cegos para essa realidade. Parte da produção de exportação, parte dos royalties do petróleo e do gás, parte da arrecadação dos 40 portos brasileiros, parte do lucro da industria automotiva, da industria siderurgica, deverá fomentar a Indústria Naval Mercante e de Guerra em solo brasileiro.( ver nesse Blog: Os desmanches de navios na India)
Quanto o Brasil gasta, por exemplo, eu me pergunto, com a exportação de petróleo, aço, minério de ferro, alumínio e madeira de lei? Quanto gasta com o que importa?Quanto investe em navegação fluvial? Que mapeamento econômico o Brasil tem de seus mares e rios navegáveis? Quando em que tempo o Governo contratou as universidades e tecnicos para fazer esse mapeamento?
Há muito a fazer pelo "Brasil Submerso". Como o chama a Marinha do Brasil: A Amazônia Azul.

OBS melhorar esse texto com pesquisa de dados mais relevantes. É obvio, como não sou um perito no assunto, que muita dessas coisas já estejam em andamento ou existam. Mas um indice ZERO no transporte marinho, é mais do que vergonha nacional, é OMISSÃO CRIMINOSA.

dimanche 25 octobre 2009

O Petróleo na Amazônia IX



Espetacular.
Cada dia mais eu acredito na Providência Divina. Não que ela seja um socorro providencial para resolver nossos problemas do dia a dia, mas é um socorro providencial para construção do bem. E quando a construção do bem converge para a solução de nossos pequenos problemas, também é um socorro pessoal. Por isso se diz, cuide das coisas de Deus (o construtor do Bem) que ele providenciará as tuas. O Bem construido te socorrerá.


Recebi de meu irmão mais novo, o Conselheiro Mauricio Requião, um raro exemplar, colhido entre a coleção de obras raras da Biblioteca Nacional, edição de 1951.


Ao abrir o volume, já na página 7, e logo adiante, na página 41, me surpreendi com um curioso texto que tratava da Constituição de um Condomínio Internacional sobre o Rio Amazonas. Vejam que há gente que tenta por todos os meios ( agora se compreende o porque) esconder essas tentativas de internacionalização das riquezas amazônicas. Corria então o ano de 1855 (mil oitocentos e cinqüenta e cinco). Já citei em outro texto (As Riquezas Minerais da Amazônia) e em "Atentados Contra a Soberania Nacional na Amazônia" excepcional texto de autoria do Coronel Roberto Monteiro de Oliveira, outros episódios, todavia quero ressaltar nesse texto um evento citado pelo General de Brigada e ex. comandante militar da Amazônia Thaumaturgo Sotero Vaz, que nos conta o episódio em que o Governo Norte Americano exigiu do presidente Epitácio Pessoa a entrega daquela área amazônica (1918), lembrando que o primeiro poço de petróleo foi furado na Amazônia em 1917. Thaumaturgo alerta para um problema um pouco mais delicado, ele afirma que as recentes resoluções da ONU, dariam salvaguarda a uma possível invasão de potência estrangeira ao Brasil suportada em cinco argumentos: Narcotráfico; proteção aos povos indígenas; ambientalismo violado, imigração ilegal, e interesse econômicos, considerados de interesse da humanidade.

Esses seriam os pretextos que vêm sendo deliberadamente construídos na Pan Amazônia.

Você não sabe o que é a Pan Amazônia? É uma área internacional, que envolve Brasil, Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Venezuela e Guianas. è area mais abrangente qua a Amazônia Legal Brasileira. Essa área segundo eles, é PATRIMONIO DA HUMANIDADE, área de interesse imternacional.

O embaixador Araujo Castro, em 1971, em Washington denunciava um cerceamento por pressão internacional no desenvolvimento da região e da diminuição instrumentalizada do poder do Estado sobre a região, e ressaltava: "quando falamos em poder, não estamos falados apenas em poder militar, falamos poder político, poder econômico, poder científico e tecnológico". Essa surpreendente e corajosa afirmação eu encontrei no site do Exército Brasileiro. Isso corrobora com uma antiga afirmação que venho fazendo: Regiões preservadas do planeta ( e no Brasil, via de regra) escondem grandes reservas energéticas e minerais.

E terminava o embaixador: Nenhum país escapa ao seu destino, e o Brasil, feliz ou infelizmente está destinado à grandeza” 1971.

O Brigadeiro Sergio Xavier Ferola, que foi Ministro do Tribunal Militar, na Revista Farol, número 100, faz uma resenha dessas tentativas estrangeiras, passando por holandeses e ingleses, para demonstrar a cobiça internacional, pretendendo aqui fazer o que foi feito com a África um loteamento econômico, um Condominio.

Em 2004 o coronel Roberto de Paula Avelino, ao defender o aumento de efetivo para a Calha Norte sob sua gerência, defende o que hoje já é quase um consenso, que as forças armadas, além de suas atribuições, e de outras que vinha executando, haveria de construir na região hospitais e escolas em parceria com os municípios. Reclamava, porém dos parcos recursos militares para executar a representação do Estado Nacional, nas regiões mais afastadas, em todos os seus poderes, fazer o correio, o transporte de gêneros essenciais, a guarda das fronteiras, a segurança civil da região, e outras atividades, como pesquisa, levantamentos topográficos, auxilio a conservação de estradas, radio comunicação, abertura de pistas de pouso, criação de vilas militares, socorro em catástrofes, etc.

Sob o ponto de vista civil:

A legislação deverá ser autorisativa e não proibitiva, ou seja, o que se pode fazer e até que limites. A lei, portanto, é um incentivo e um plano de ação das possibilidades econômicas da área e não um cerceamento do desenvolvimento, imposto, como acima denunciava o embaixador.

Os incentivos aos pequenos e médios empreendedores é uma necessidade na Região. Os APLs (Arranjos produtivos locais e regionais têm dado bons resultados no Paraná). O plano diretor das vilas e cidades é de necessidade extrema na área. Fábrica de embarcações baratas e seguras, com motores nacionais, urge na Amazônia. O uso de pequenos zepelins pode viabilizar outro eficiente tipo de fiscalização, pesquisa e controle. Projetos de educação suportados pela cooperação federada, onde estados mais populosos, enviam pessoal e recursos, poderiam definitivamente alavancar a educação e competência daquelas populações. O exército, marinha e aeronautica, com o serviço militar obrigatório, sem aceitar o excesso de contingente, ao menos na região, poderia desenvolver capacitações e dar os instrumentos, para formar uma juventude mais engajada, operante e nacionalista.

A transferência temporária da Capital Brasileira, como prevê a Constituição Federal, levaria o Estado para o centro da região, acabando com a noção de que aquela área está na periferia do Brasil Nação. A documentação civil dos indígenas que vivem em território brasileiro, lhes daria cidadania plena, direitos e deveres, afastando o fantasma de nações indígenas independentes.

A construção de uma Estrada de Ferro, circular, no trajeto já projetado para a segunda etapa das estradas Amazônicas, circundando toda a região, até o Amapá, colocaria definitivamente a região sobre a proteção fisica e econômica do Estado Brasileiro. A poda criteriosa da floresta é capaz de gerar todo o material primário em termos de madeira, e celulose para as necessidades da indústria brasileira e o excedente para exportação. Laboratórios bioquímicos nacionais, ligados às nossa universidades, espalhados pelo imenso território pesquisariam remédios e produtos químicos úteis. A água-cultura nos lagos e igarapés seriam verdadeiras fábricas geradoras de pescados e outras espécies aquáticas para equilíbrio e consumo. A produção de petróleo deverá ser expandida, ou aquilatada e ou reservada. Os minérios devem ser explorados em planos racionais, pois de nada adianta a hipocrisia preservacionista aos brasileiros, enquanto grandes mineradoras estrangeiras, madeireiras asiáticas, companhias químicas estrangeiras e laboratórios de patentes estrangeiros, vão dominando há mais de cinqüenta anos toda a região, com imensas quantidades de extração de minério e outras riquezas.

Cada área racionalmente ocupada na Amzônia terá obrigatoriamente uma correspondente área restaurada em outras regiões do Brasil. Ou seja, qualquer projeto desenvolmentista apresentado para a Amazônia dependerá da previa destinação de área e recursos para sua preservação, em uma outra região brasileira, o que equivale a um remanejamento ambiental visando a sutentabilidade ambiental.

Petróleo na Amazônia VIII.

Nesse ante penúltimo texto sobre o assunto Coari( numa serie de dez), mostramos essa matéria do BNDS datada de 2007. Ela não responde a questão do gasoduto proposta abaixo. Você verá nela algumas contradições com o que já foi dito. No entanto a matéria indica alguns grupos econômicos que podem ser pesquisados de modo que o leitor compreenda a "Rede" que existe, sempre que se trata do verbete Energia.O resultado do dinheiro público aplicado em infra-estrutura milionária ou bilionária acaba , direta ou indiretamente, em mãos privadas.( exemplo pedágio, etc)

O texto:

BNDES aprova financiamento de R$ 2,49 bilhões para construção do gasoduto Coari-Manaus (AM)
Notícia do site do BNDES
• Projeto vai substituir óleo diesel importado por gás natural de origem nacional.
• Empreendimento do PAC vai gerar cerca de 36 mil empregos
O BNDES aprovou financiamento de R$ 2,49 bilhões à Transportadora Urucu Manaus S/A (TUM) para a implantação,
no Estado do Amazonas, do gasoduto de transporte de gás natural Coari-Manaus, com cerca de 383 quilômetros de
extensão. O projeto prevê ainda a construção de nove ramais de distribuição de gás natural para atender a sete
municípios amazonenses localizados ao longo do traçado do gasoduto tronco, além da instalação de um duto para
transporte de gás liquefeito de petróleo (GLP duto), de 279 quilômetros de extensão, ligando o Pólo Arara, em Urucu,
ao Terminal de Solimões (Tesol), em Coari.
O empreendimento, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, deverá
gerar cerca de 36 mil novos empregos durante a fase de implantação, sendo nove mil empregos diretos.
O gasoduto Coari-Manaus terá capacidade para transportar 5,5 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
Essa capacidade de transporte, no entanto, poderá ser ampliada em fases subseqüentes, de acordo com o
desenvolvimento do mercado, para até 10 milhões de metros cúbicos/dia, mediante a instalação de mais estações de
compressão ao longo de seu traçado.
A construção do Gasoduto Coari-Manaus permitirá que o gás natural produzido em Urucu, hoje reinjetado e
queimado, chegue até a capital do Amazonas e a outros sete municípios (Coari, Codajás, Anori, Anamã, Caapiranga,
Manacapuru e Iranduba) para geração termelétrica e demais usos, em substituição aos derivados de petróleo,
principalmente o óleo combustível e o óleo diesel.
Entre os méritos do projeto, que implicará forte inserção do gás natural na matriz energética regional, destacam-se:
ganhos econômicos pelo aproveitamento comercial do gás natural produzido em Urucu; ganhos ambientais pela
substituição do consumo de óleo diesel e combustível por gás natural, com menor concentração de óxidos de
nitrogênio e de enxofre; e economia de divisas, ao possibilitar substituição de volume significativo de óleo diesel, em
grande parte importado, por gás natural de origem nacional.
A Transportadora Urucu Manaus S/A é uma sociedade de propósito específico (SPE) criada para desenvolver o
gasoduto, visando permitir o aproveitamento econômico das reservas de gás natural da Petrobras, na Bacia do
Solimões.
Meio Ambiente
A Petrobras firmou parceria com o governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Desenvolvimento
Sustentável (SDS), no valor de R$ 42,4 milhões, para a implantação de programas de promoção do desenvolvimento
sustentável nas comunidades da área de influência do projeto. Entre esses programas, destacam-se os voltados às
cadeias produtivas de castanha, mel, farinha de mandioca e madeira (planos de manejo florestal).
O projeto do Gasoduto Coari-Manaus conta com licença de instalação concedida pelo Instituto de Proteção Ambiental
do Estado do Amazonas (IPAAM). O processo de licenciamento ambiental do Gasoduto Coari-Manaus envolveu
amplo diálogo com os órgãos governamentais do Amazonas, movimentos sociais, organizações ambientalistas,
entidades de classe, empresas públicas e privadas, profissionais, pesquisadores e lideranças políticas da área de
influência do gasoduto. Para a realização do EIA-RIMA, a Petrobras contratou a Universidade Federal do Amazonas
(UFAM), que formou uma equipe composta por 57 pesquisadores.
Mercado
A Unidade de Exploração e Produção da Bacia do Solimões , localizada na Província Petrolífera de Urucu, a 650
quilômetros a sudoeste de Manaus, é responsável pela produção média de 60 mil metros cúbicos/dia de petróleo,
além de 9,5 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural associado. Esse volume faz do Amazonas o segundo maior
produtor nacional de óleo equivalente e, do município de Coari, o maior produtor brasileiro.
O petróleo de Urucu é de alta qualidade, sendo o mais leve dentre os óleos processados nas refinarias do País. Em
Urucu, encontra-se a maior Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Brasil que, em conjunto com
outras duas unidades existentes na região, têm capacidade diária de processamento de 1,5 mil toneladas de GLP e
9,6 milhões de metros cúbicos de gás natural.

Petróleo na Amazônia VI

O Inicio da Construção do Gasoduto em Coarí-Manaus ( 2006).
O texto procura mostrar os entraves e revezes da obra.
(26/06/2006 )

texto

Representantes dos petroleiros, o presidente Lula e a deputada Vanessa em Urucu
Com a presença do presidente Lula, foi dado início as obras do gasoduto Coari-Manaus que vai transportar o gás natural da região de Urucu até a capital amazonense. O combustível será fundamental para a mudança da matriz energética da região. A deputada Vanessa vem lutando desde 2001 para que o projeto fosse consolidado.
A obra pode gerar quase 3,5 mil empregos diretos e 10 mil indiretos. O custo estimado para os cerca de 670 quilômetros do gasoduto é de de US$ 1 bilhão. A obra era anunciada desde 1998.

"Faz 20 anos que a Petrobras descobriu a reserva de 48 milhões de metros cúbicos de gás natural no Solimões", lembrou o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau. "Demorou para que essa reserva fosse explorada porque governantes anteriores tinham dúvidas para quem iria essa riqueza. Podia se pensar em um gasoduto Coari-Campinas, mas a gente garantiu que o gás fosse do próprio estado".

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou rapidamente. Gripado e visivelmente abatido, Lula destacou a demora para tirar o projeto do papel. "A Amazônia tem 20 milhões de habitantes, que precisam estudar e trabalhar. Entre querer fazer e conseguir iniciar essa obra o intervalo foram de dois anos [o termo de compromisso para construção do gasoduto foi assinado em 2004]. A gente enfrentou muitas dificuldades".

Em Coari, o presidente deu o primeiro ponto de solda da construção do gasoduto, que deverá estar terminado apenas em março de 2008. As obras devem gerar 3.400 empregos diretos e 10 mil empregos indiretos, com o compromisso de que 60% dessa mão de obra direta seja contratada no estado.
Entenda o caso
Década de 80
As primeiras jazidas comerciais na região do Urucu (Coari-AM) de petróleo e gás natural foram descobertas em 1986. Nos anos seguintes foram feitas várias perfurações com sucesso: Leste do Urucu em 1987, Sudoeste do Urucu em 1988. Carapanaúba, Cupiúba em 1998 e Igarapé Marta em 1990. Em conjunto, elas formam a província de petróleo e gás natural do Urucu. As reservas provadas chegam a 51.465,40 milhões de metros cúbicos (7,05 milhões m³/dia) e as reservas totais 84.361,43 milhões de metros cúbicos (11.56 milhões m³/dia).
Dados da Eletrobras no dia 24 de abril em audiência pública na Câmara dos Deputados.
Década de 90
Passou-se a estudar o aumento da produção de petróleo e gás e o aperfeiçoamento do sistema de transporte das riquezas. O projeto original que resultou desses estudos envolvia a ampliação da produção de gás natural para 5 milhões de m³/dia e o transporte de gás natural por gasoduto de Urucu a Coari. Em 98, o projeto foi substancialmente modificado e trocado pelo gasoduto Coari-Manaus.
Em 04 de junho de 1999, em Urucu, no município de Coari, na presença do presidente Fernando Henrique Cardoso, foram assinados dois Termos de Compromisso envolvendo os estados do Amazonas e Rondônia. No caso do Amazonas, o Termo de Compromisso envolveu a Gaspetro, Petrobras, Eletronorte e Cigás, tendo como intervenientes os governos do Amazonas e o Ministério das Minas Energia, para a construção do gasoduto Coari-Manaus.
Segundo a direção da Petrobras a partir da assinatura dos dois Termos de Compromisso as negociações foram paralisadas pelo Governo do Estado do Amazonas, o que inviabilizou de imediato a construção da obra
Após uma viagem aos Estados Unidos, o então governador Amazonino Mendes fez a Cigás publicar em 30 de julho de 2001 um Edital de Chamamento Empresarial na época conhecido como edital alfaite. Ou seja, feito sob medida para impedir que a Petrobras participasse da licitação que nitidamente favorecia a empresa norte-americana American Commerce Line International (ACL).
A multinacional foi a única a se enquadrar nos critérios, uma vez que a Petrobras foi expressamente proibida de participar da "licitação". A Fogás, que tinha interesse em participar do empreendimento, também foi alijada do processo pelo edital alfaiate do governador, pois além de ter atividade concorrente com a Cigás, não possuía patrimônio superior ou igual a quatro vezes o valor da proposta (quase US$ 2 bilhões), critérios expressos no edital.
O Ipaam, órgão ambiental estadual, é pressionado para fazer politicagem e não permitir que a Petrobras construa o gasoduto entre Urucu e Porto Velho. Ao contrário do Amazonas, os contratos de Compra e Venda, Transporte e Fornecimento de Gás Natural para Porto Velho (RO) estavam em fase adiantada de negociação. Em janeiro de 2001, a Petrobrás protocolou junto ao IBAMA, o pedido para licenciamento prévio para a construção do mesmo, mas o governo do Amazonas, por meio do ofício do Ipaam nº 288 de 10.05.01(ratificado pelo ofício nº 421 de 22.06.01), encaminhado ao Ibama, se recusou a aceitar o gasoduto, porque grande parte do projeto passava por terras do Estado.
A correspondência tinha cunho político. Isso porque não houve sequer análise técnica do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Estudo de Impacto Ambiental – EIA/RIMA do gasoduto vizinho.
O governador Amazonino ultrapassa as fronteiras do Estado e das leis com o único objetivo de prejudicar nosso vizinho impedindo a consolidação do projeto. Neste caso o governador prejudica também o Amazonas que deixa de recolher o ICMS relativo à venda do gás.
Em 22 de agosto de 2001, a deputada federal Vanessa Grazziotin, o deputado estadual Eron Bezerra, ambos do PCdoB, e a representação sindical dos petroleiros, ingressam na Justiça Federal do Estado do Amazonas com uma Ação Popular cujo o principal objetivo foi declarar a nulidade do edital.
Entre as base da peça jurídica, destacavam-se: o governo estadual não tem poder nem autorização para definir e dirigir o processo de transporte de gás natural, pois de acordo com a Constituição Federal, artigo 177, inciso IV, o transporte de petróleo e gás natural é monopólio da União, que poderá atuar diretamente ou conceder à terceiros. Aos Estados, por sua vez cabe, nos termos do § 2º do artigo 25 da Carta Magna, "explorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de gás canalizado, na forma da lei, vedada a edição de medida provisória para sua regulamentação".
O Chamamento Empresarial também não poderia ser feito porque está em vigor o Termo de Compromisso assinado em 1999 para a construção do gasoduto Coari-Manaus, uma vez que ele só perderia a validade caso uma das partes manifestasse desistência, o que não aconteceu.
Outra grave inconstitucionalidade foi a exclusão de empresas estatais do processo, no caso a Petrobrás. Diz o edital: "Não poderão participar neste Chamamento Empresarial, isoladamente ou como empresa líder do consórcio, empresas estatais ou controladas por ente estatal".
O edital foi feito sob medida, era alfaiate. Tinha com o único objetivo beneficiar só um modelo de transporte, o feito por barcaças. O edital premiava, com uma quantidade superior de pontos, as empresas que apresentassem proposta para esse meio de transporte enquanto que os pontos dados a modalidade gasoduto eram muito inferiores.
No dia 31 de agosto, o juiz federal Marcelo Motta de Oliveira, respondendo pela 4ª Vara Federal do Amazonas, concedeu liminar favorável aos parlamentares suspendendo os efeitos jurídicos do Edital de Chamamento Empresarial. Reconhecendo o aspecto inconstitucional do edital, diz um trecho do despacho do juiz: "O Estado do Amazonas não pode, assim, conceder à CIGÁS – COMPANHIA DE GÁS DO AMAZONAS, aquilo que não lhe é atribuído pela Constituição da República. Não pode, ainda, selecionar e conceder tal serviço a terceiros sem autorização da Agência reguladora".
O magistrado também destacou a ilegalidade do item 4.2.3 do edital que proíbe a participação de empresas estatais, destacando: "quanto à cláusula que veda a participação isolada ou como empresa líder de consórcio, de empresas estatais ou controladas por ente estatal, é aparentemente tão ilegal, abusiva e contrária ao interesse e à moralidade públicos que o Estado do Amazonas, em sua manifestação não encontrou um único argumento para defendê-la".
Coube ao governo do Estado recorrer ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, requerendo a suspensão da medida liminar deferida pelo juiz federal no Amazonas. No dia 11 de setembro, o presidente do TRF, juiz Tourinho Neto, determinou que o Ministério Público Federal fosse consultado antes de apreciar a suspensão da liminar, autorizando somente o recebimento das propostas, não permitindo entretanto o exame das mesmas.


Século XXI
Em 2002, após sua posse, o presidente Lula, juntamente com a Petrobras, tomou a decisão de construir o gasoduto e apesar dos muitos problemas, todas as etapas estão sendo cumpridas.
Situação atual do gasoduto
Termo de referência assinado em 14/10/2003
Estudos Ambientais concluídos 14/10/2003
Licença Prévia 22/04/2004
Licença de Instalação 26/04/2004
Autorização de Construção 29/11/2004
Decreto de Utilidade Pública 22/04/2005
Outras atividades concluídas
Armazenamento dos tubos nas clareiras
Próximas etapas
Previsão de início de enterramento de tubos: julho de 2006;
Previsão da conclusão de construção e montagem: dezembro de 2007 e;
Previsão de operação comercial: março de 2008.

Pequisa do G 23 ( blog da deputada Vanessa).

Petróleo na Amazônia V

Gás e Petróleo em debate na Câmara Federal.

Idéias para o brasileiro pensar.


Senhor Presidente, Sras. e Sres. Deputados,

Infelizmente, ocupo esta tribuna hoje para denunciar. Denunciar que o Brasil vem perdendo 500 milhões de reais por ano. Isso mesmo: 500 milhões de reais por ano. Dinheiro que daria para pagar mensalmente um salário mínimo para 100 mil pessoas durante um ano. Esta denúncia não é nova. Ela foi protocolada no dia 24 de outubro do ano passado no gabinete do Presidente da República e até agora nenhuma resposta foi dada. A bacia petrolífera de Urucu, no Amazonas, já ultrapassou a barreira dos 9 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia produzidos e processados. Porém, nenhuma molécula deste gás foi aproveitada pela população local, nem por qualquer outro brasileiro. Todo esse gás foi queimado e devolvido ao subsolo.
Para que se tenha uma idéia do que representa esses 9 milhões de metros cúbicos de gás/dia, basta lembrar que a soma de todo o consumo de gás natural veicular no Brasil é de 7,1 milhões de metros cúbicos/dia. Ou seja, poderíamos vender todo o gás consumido pelos automóveis brasileiros a custo zero que o prejuízo ainda seria menor. Este volume de gás corresponde a 30% do que importamos da Bolívia, a preços altos e suprimento incerto. De todo o gás importado da Bolívia, 3% foi utilizado para gerar energia em Cuiabá, cuja energia, nos últimos meses, tem sofrido restrições em função do bloqueio no suprimento do gás por parte do governo boliviano.

É isso mesmo, Senhor Presidente! A Usina Termelétrica de Cuiabá vem sistematicamente tendo que ser desligada por falta do gás vindo da Bolívia. A explicação oficial do governo boliviano é de as interrupções resultam de problemas operacionais nos compressores de uma estação do gasoduto na região do Rio Grande. Coincidentemente, isso tudo está ocorrendo justamente no momento em que a usina negocia um novo contrato de compra do gás com a YPFB – empresa estatal petroleira do governo de Evo Morales. Além do mais, já é de conhecimento de todos nós o aumento do preço do gás – de pelo menos 7% - imposto ao Brasil pelos bolivianos.

Clamo por uma ação firme e urgente junto ao Ministério de Minas e Energia para que se mostre as verdadeiras razões que impedem o uso de nossas riquezas. O Gasoduto Urucu-Porto Velho precisa ser reconhecido pelo governo federal como um empreendimento de infra-estrutura, de utilidade pública e redutor das desigualdades regionais. E eu vou mais longe: o Gasoduto Urucu-Porto Velho precisa ser visto como uma obra estratégica de defesa e preservação da soberania nacional.

Em recente reunião da Bancada de Rondônia com o Senhor Presidente da República, na presença da Ministra Dilma Roussef, nos foi dito que não há gás na Província de Urucu e Juruá para abastecer o gasoduto, e consequentemente, atender o Estado de Rondônia. Isso é o mais completo absurdo, uma falta de respeito com o povo rondoniense. Esta afirmação, vinda de membros da mais alta cúpula do governo, nos preocupa muito, tanto em relação ao nosso Estado quanto em relação à Petrobrás. A Petrobrás é sócia da empresa de distribuição de gás natural em Rondônia, e participa de uma empresa com o propósito exclusivo de construir e operar o gasoduto Urucu-Porto Velho. A Petrobrás assinou vários compromissos com o Estado de Rondônia visando disponibilizar o gás natural àquele Estado. Recentemente, a empresa encaminhou correspondência para a Eletronorte, a Eletrobrás e ao Ministério de Minas e Energia disponibilizando o gás em volume suficiente para atender todo o Estado de Rondônia, na qual solicita a assinatura do contrato de compra e venda do gás.

A Agência Nacional do Petróleo confirma a existência de gás natural na Província de Urucu e Juruá em quantidade suficiente para atender 9 milhões de metros cúbicos de gás/dia durante 20 anos. Isto é fato, todos sabemos! E agora vêm nos dizer que não há gás, que o gás acabou, que o gás sumiu? Isso é piada de mau gosto!

Diante disso tudo, ficam os questionamentos: se a Petrobrás, a ANP e as próprias empresas termelétricas afirmam que tem gás na bacia de Urucu, onde está a verdade? Como é que autoridades do governo vêm agora dizer que não há gás depois que o próprio governo gastou milhões para fazer o projeto? E mais: como pode o Gasoduto Urucu-Porto Velho estar incluído no PAC como obra em estudo, depois de o presidente da República ter baixado decreto tornando de utilidade pública toda a área atingida pelo projeto, tendo inclusive desapropriado terras? São inconveniências desse governo que não consigo compreender.

Só posso concluir, Senhoras e Senhores, telespectadores que me assistem, que o povo de Rondônia está sendo enganado pelo governo. Ou será que o Presidente Lula também vai dizer que não sabe de nada?

Assumi com o meu Estado de Rondônia vários compromissos, entre eles o de defender, intransigentemente, o interesse público; de trabalhar pela redução das desigualdades regionais - que em nosso caso são ainda gritantes – e, sobretudo, de não me calar diante de qualquer agressão ou desrespeito para com os rondonienses. Por isso, alio-me aos estudantes de Rondônia. Queremos e exigimos o Gasoduto já, pois, acima de tudo, ela é uma obra de interesse do Brasil.

Era o que tinha a dizer, Senhor Presidente.

Muito obrigado.

Petróleo na Amazônia IV

Gazeta Mercantil( 4 de Setembro de 2001) apenas para reforçar.



URCU AUMENTA A PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GLP EM AGOSTO
MANAUS, 4 de Setembro de 2001 - A Petrobras registrou, no mês passado, crescimento de 4,1% na extração de
petróleo e de 9% na produção de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) na bacia petrolífera de Urucu, no Amazonas, a segunda
maior reserva em terra do País. A oferta de petróleo na província de Urucu, no município amazonense de Coari (a 370
quilômetros de Manaus), passou de 50,3 mil barris por dia (Bbl/dia) em julho para 52,4 mil Bbl/dia em agosto. E a produção
de GLP, de 836 toneladas para 911 toneladas no período analisado.
Em termos nominais, a extração de petróleo e a produção de GLP em agosto foram ainda maiores. A de petróleo
chegou ao recorde de 58,6 mil Bbl. Em maio deste ano, a Petrobras havia registrado uma extração de 56 mil Bbl, produção
que considerava até então sua capacidade máxima de extração do mineral diante da infra-estrutura que mantém na
província petrolífera de Urucu.
Quanto ao GLP, o popular gás de cozinha, chegou a 1.005 toneladas em agosto, 20,2% que a média de julho, de 836
toneladas. O produto atende à demanda dos estados da Amazônia Ocidental (Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima), mais
o Pará, Amapá e as cidades de São Luiz e Imperatriz, no Maranhão. Sua maior oferta credencia a estatal a intensificar o
atendimento de estados hoje abastecidos parcialmente, como Maranhão e Amapá.
A expectativa da companhia, informa o gerente de ativo de produção de Urucu, Mauro Mendes, é que a produção até
o final deste ano se mantenha na média de 54 mil Bbl/dia. Segundo ele, o fato de a produção em julho não ter alcançado
esse patamar no mês passado foi porque os equipamentos do complexo de Urucu passaram por manutenção. ´Nossa
capacidade nominal de extração é de 54 mil barris. A meta é alcançá-la a partir deste mês, mantendo-a até o final deste
ano´.
Segundo Mendes, até o momento não há previsão para a realização de novos investimentos que proporcionem o
aumento da extração de petróleo em Urucu. Ele afirma que a Petrobras está na expectativa da definição do tipo de
transporte do gás natural para Porto Velho e Manaus para realizar investimentos no setor.
A oferta atual do gás é de aproximadamente 6 milhões de metros cúbicos por dia. A oferta é pelo menos 50% maior
que a demanda dessas duas capitais para os primeiros anos de utilização da nova matriz energética. A companhia estima
que a demanda de Manaus está entre 2,5 milhões e 3 milhões de metros cúbicos por dia. E de Porto Velho, de até 1,5
milhões de metros cúbicos diários.
O gerente comercial da Refinaria de Manaus Isaab Sabbá (Reman), Ítalo Reis, disse que, por enquanto, a empresa
também não tem projetos para ampliação de sua capacidade de refino, atualmente de 46 mil Bbl de petróleo por dia. ´Os
projetos de Urucu e Reman foram concebidos para igualar capacidade de extração e de refino´. Segundo o gerente, por
esse motivo não há por enquanto necessidade de ampliações. (Hudson Braga, Gazeta Mercantil Amazonas)

Petróleo na Amazônia III

Aqui, em Breve foto de satélite mostrando as regiões de Petróleo na Amazônia Legal. (estou tendo dificuldade em salvar esse documento Landsat/Petrobrás).




ESPECIAL Petróleo no ACRE ( Diário do Comercio)

PROSPECÇÃO DE GÁS E PETRÓLEO –
Uma economia sólida para o Acre.

O estado está inserido na mesma bacia sedimentar do Rio Solimões, visitada pelo senador Tião Viana junto com comitiva acreana
Foto da Petrobras mostra com mais detalhes a inclusão do Acre na bacia sedimentar do Solimões

Texto: Romerito Aquino
Fotos: Petrobras
O fato de estar inserido na bacia sedimentar do Solimões, onde a Petrobras explora hoje muito gás natural e petróleo na Província de Urucu, no Amazonas, confere ao Acre grande probabilidade ( la existem alguns posso furados e lacrados)da existência desses dois produtos em seu território, com tendência a ter mais gás natural, considerado 40% mais limpo do que o petróleo.
Essa é a estimativa feita pelos técnicos da Petrobras durante a visita que a delegação acreana, liderada pelo senador Tião Viana (PT-AC), fez semana passada à Província Petrolífera de Urucu, situada no município amazonense de Coari, para ver de perto os resultados da produção de petróleo e gás em plena floresta amazônica.
“As rochas que temos no Amazonas vão até o Acre. Tem parte de rochas daqui que não vão até lá. Mas o Acre está inserido no contexto da bacia do Solimões. Do ponto de vista técnico, aqui tem mais óleo do que lá ( em Urucú). A princípio, a tendência lá (no Acre, porém em outro estudo publicado por nós,( Froés de Abreu) os geologos acreditavam que quanto mais ao Oeste, maior a probabilidade) é ter mais gás natural”, destacou o geólogo Ronaldo Bressani, gerente de Planejamento da Petrobras na bacia sedimentar do Solimões.

Naquela região(Urucu) da floresta amazônica, a Petrobras produz hoje diariamente, numa área desmatada de menos de 100 hectares e com o mínimo de impacto ambiental, 60 mil barris de petróleo e 10 milhões de metros cúbicos de gás natural. Essa produção resultou no ano passado no repasse para o Amazonas da ordem de R$ 1 bilhão em pagamento de royalties e de impostos como o ICMS e o ISS. Segundo o geólogo da Petrobras, a previsão para este ano é que o repasse para o vizinho estado cresça para R$ 1,2 bilhão por conta do aumento do preço do petróleo no mercado internacional.

Segundo Ronaldo Bressani, a quantidade de gás e de petróleo que pode ser encontrada no Acre só poderá ser conhecida ( ver no Mesmo Diário do Comercio, e Tribuna do Acre de 14 abril de 2006, materia sobre os antigos poços lacrados em 1936) após a realização de estudos acurados no estado. “Sem dúvida, há perspectiva de haver gás e petróleo no Acre. Na verdade, o nosso problema lá hoje eu diria que é o nível de conhecimento, que ainda é pequeno ( profundadade dos anti clinais). A verdade é que na atividade de prospecção de petróleo você trabalha muito com métodos indiretos e a nossa maior evidência e a forma de comprovar é furando um poço”, assinalou o geólogo.
De acordo com o geólogo, hoje os métodos indiretos são muito incipientes e o pouco que foi feito no Acre, particularmente no Vale do Juruá, data de muitos anos atrás. “Depois que quebrou o monopólio, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) nunca ofertou áreas ali que pudessem ser trabalhadas. Agora é que a gente está se preocupando nesse sentido”, completou Bressani.

Petrobrás elogia ineditismo do debate acreano

O chefe do escritório da Petrobrás em Brasília, Carlos Alberto Figueiredo, que acompanhou a delegação acreana levada a Urucu pelo senador Tião Viana, autor dos recursos disponibilizados no orçamento da União para a ANP promover este ano a prospecção de gás e petróleo no Acre, fez questão de elogiar a decisão da sociedade acreana de discutir a indústria petrolífera antes mesmo de o estado saber se possui ou não combustíveis fósseis. (?)

Ao falar da comitiva acreana que foi a Urucu no dia dois de abril, que era formada pelo vice-governador César Messias, deputados federais, deputados estaduais, vereadores e representantes da indústria e dos trabalhadores urbanos e rurais, além de ambientalistas e jornalistas, Carlos Figueiredo destacou o ineditismo da coesão do Acre em querer conhecer de perto a produção de combustíveis na floresta.

“Considero muito positiva essa iniciativa. É uma alternativa econômica para o Estado do Acre. No próximo leilão, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) está considerando colocar alguns blocos para serem leiloados e creio que o primeiro caminho é exatamente este. É a sociedade organizada do Acre, o poder público do estado, seus parlamentares, seus senadores, discutirem essa indústria na sua complexidade social, ambiental e econômica”, destacou Figueiredo, após ressaltar que o contato da Petrobrás com a comitiva acreana só faz engrandecer a companhia no debate petrolífero. “Nós temos muito a agradecer essa visita, a esse grupo que aqui veio”, completou. ( esse comentário é do G 23: antes da divulgação do pré -sal, se tentou reduzir a faixa de aguas territoriais Brasileiras, vocés devem lembrar, entregando a totalidade dessa possibilidades do Pre Sal, para aguas internacionais, depois se optou pala venda internacional de ações da Petrobras. Deve-se ainda, salientar, que geologos de companhias estrangeiras pesquisam no Amazonas Legal desde 1917. E que nas fronteiras do Acre, fora do território nacional se explora petrõleo , consultar Landsat).

Segundo Figueiredo, a iniciativa do Acre é raramente vista no mundo da indústria do petróleo. “Vocês estão se organizando para receber a indústria do petróleo. Acredito que vocês vão ser exitosos, independente de ter ou não ter petróleo no Acre. Vocês estão conhecendo a indústria. Ou seja, se vier a ter petróleo no Acre, a sociedade vai estar preparada para isso”, destacou o funcionário da Petrobrás.
Ele também elogiou as preocupações da comitiva acreana em analisar os impactos de se produzir petróleo e gás em plena selva amazônica. “Vocês estão avaliando os impactos. É claro que uma indústria desse porte tem impactos positivos e negativos. Vocês verão que o resultado dos impactos é positivo. Quer dizer, os impactos negativos são bem menores do que os impactos positivos.

Do ponto de vista econômico, a rentabilidade é alta. Do ponto de vista socioambiental, se a atividade for explorada adequadamente, dentro dos padrões de Urucu, que reconhece as comunidades, as culturas e os saberes locais, os impactos positivos que a indústria pode trazer para a região são muito positivos”, completou Figueiredo. Ele informou que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) não autoriza prospecção de petróleo e gás em qualquer área indígena ou unidade de conservação do país, muito menos estando estas situadas na região amazônica. (R.A.)

Extremos cuidados ambientais minimizam riscos

Foi de exatos 253 hectares o tamanho da área que a Petrobrás reflorestou na Província Petrolífera de Urucu desde o ano de 1992, três anos depois de chegar na região para estudar a existência de gás e petróleo. A recuperação florestal dessa área, que correspondente a mais de dois terços do que foi desmatado desde 1989, foi feita com a ajuda de instituições de pesquisa como a Embrapa, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Museu Emílio Goeldi, além de instituições de ensino e pesquisa como as Universidades Federais do Amazonas e da Amazônia (PA) e Universidade Estadual do Amazonas.

“A função aqui dos institutos e pesquisas e das instituições de ensino e pesquisa é gerar tecnologia. Para qualquer recuperação de área degradada, existe falta de tecnologia e de metodologia para que sejam seguidas. Então, a função dessas instituições é gerar essas tecnologias para cá e para toda a Amazônia”, assinalou o engenheiro florestal Nilton Silva Benjamin Pardo, que coordena os trabalhos do gigantesco viveiro de plantas nativas.

Segundo o engenheiro florestal Nilton Pardo, o reflorestamento em Urucu começou a partir de 1992 com o objetivo de diminuir o passivo ambiental que existia na região. “Hoje, a gente faz apenas manutenção, pois toda aquela área aberta já foi recuperada, já foi plantada. Foram reflorestados 253 hectares de floresta. Hoje existe menos de 100 hectares abertos. Neste período, foram plantadas mais de dois milhões de mudas de 40 espécies endêmicas que só ocorrem na região amazônica”, assinalou Nilton Pardo.

O engenheiro explicou que o replantio da floresta contou com a participação e o conhecimento da população local, além de mateiros e trepadores, que usam as técnicas de escalada em árvores pelo método do rapel e o uso da peçonha. “Nós usamos o conhecimento das comunidades tradicionais aliado àquilo que já existe de tecnologia voltada para a recuperação de áreas degradadas. Com isso, reduzimos ao mínimo o impacto da exploração do petróleo ao meio ambiente florestal”, destacou Pardo.
Sobre o reflorestamento, o engenheiro lembrou que em Urucu, a Petrobrás procura imitar a natureza e o que ela faz para recompor as áreas degradadas. “Nós utilizamos espécies de diversas categorias ecológicas. São espécies pioneiras e espécies clímax. Pioneiras são aqueles que se estabelecem primeiro em qualquer ambiente degradado e as espécies clímax são as que precisam de um ambiente com menor luminosidade e temperatura. São espécies melhoradas. O que a gente procura fazer aqui é imitar a natureza, o que a natureza faz”, assinalou.

A Petrobrás também mantém uma central de reciclagem em Urucu que tem por objetivo gerenciar todos os resíduos gerados da base petrolífera tanto de origem doméstico quanto de origem industrial. Ali, é gerada diariamente uma tonelada de lixo, sendo 60% de resíduos orgânicos e 40% de material reciclável e rejeitável, que é a parcela que não tem característica de reaproveitamento. (R.A.)

OBS, apenas a exploração de Urucu, fez da Bacia Sedimentar do Solimôes a segunda produtora de óleo do Brasil, superada apenas pela Bacia de Campos. ( pré Sal ainda é sugeita a investigações) Vejam, que a prefuração na Amazônia Legal Brasileira, embora feita por décadas está apenas no começo. Resta dizer, que essa área que corresponde a 60% do território Nacional, possui mais de 90%da base de sustentação primaria da economia Brasileira para os proximos anos, precisa sim ser incorporada ao Uso economico pelo Brasil) sem contar, que ali estão 50% da biodiversidade do planeta, e uma imensa quantidade de água potável. Isso diz respeito a saúde e garantia de vida dos homens, não apenas a saúde das maquinas". Até agora, o uso economico da região, longe dos olhos dos brasileiros tem sido de proveito de mineradoas estrangeiras, laboratórios estrangeiros, madereiras asiáticas, "Petrolera" estrangeiras que exploram na Amazônia Colombiana, Bolivian, Equatoriana, etc. Quando nós vamos acordar? Urge a transferência da Capital Brasileira para o Coração da Amazônia.

Ver em nosso Blogs Ongs e Oscipes ferramentas de demolição das Soberanias Nacionais.

G 23 pesquisa.

Petróleo na Amazônia II



A foto que vocâ acaba de ver é o Grande Complexo Petrolheiro em Aráras, Amazônia Brasil. Não é a Refinaria de Manaus nem a plataforma de Urucú, nem o Porto de Coari, ou Tefé ( as Esferas de Tefé) que são outras grandes estruturas de petróleo e gás existentes na Amazônia.
OBS: Acabo de receber um E-mail afirmando que o complexo de Aráras é o mesmo de Urucu, fica então a minha dúvida, pois as fotos que tenho não correspondem.



– A aventura na selva ( breve história do petrõleo na Amazônia)
Lugares e memórias – A Petrobrás de todos nós
No Amazonas, nas profundezas da mata, está um dos
maiores exemplos do pioneirismo da Petrobrás. Tudo começou
em 1917, quando foi perfurado o primeiro poço na Amazônia.
Em 1954, já criada a Petrobrás, nossos exploradores
descobriram as primeiras reservas de petróleo na região. Em
1986, descobriu-se óleo e gás na região próxima ao rio Urucu,
hoje conhecida como Província Petrolífera de Urucu, cuja
produção média diária é de 57 mil barris de petróleo e 10
milhões de metros cúbicos de gás natural. Com isso, o
Amazonas é o segundo maior produtor nacional de barris de
óleo equivalente, e o município de Coari é o maior produtor
terrestre em nosso país.
Numa região do mundo em que o processo de destruição
da natureza é violento, a Petrobrás implantou o que se poderia
chamar de “Desmatamento zero”. Cada clareira aberta para a
escavação do poço é mais tarde, quando o poço pára de
produzir, reflorestada com as mesmas plantas que lá existiam.
Todo o lixo do Urucu é transformado em adubo ou reciclado e
o dinheiro arrecadado, doado para instituições de caridade.
Programas sociais ensinam populações ribeirinhas a produzir
preservando. Graças ao apoio da Petrobrás, o Instituto
Nacional de Pesquisas Amazônicas conseguiu a primeira
reprodução em cativeiro do peixe-boi fluvial em todo o
mundo.
A dois quilômetros do encontro das águas dos rios Negro
e Solimões, em Manaus, a Refinaria Isaac Sabbá – Renan –
ergue-se como uma visão de futuro. Produz nove tipos de
derivados e, para enfrentar as variações das águas do Rio
Negro, conta com três portos flutuantes. Seu Centro de Defesa
Ambiental tem os mais modernos equipamentos contra os
acidentes ecológicos. A Petrobrás no Amazonas prova que não
há limites para o sonho dos homens
.
Será que é porisso que não se quer pessoas na Amazônia? Que notícias vocês têm das minas de urânio?


G 23 pesquisa.

Petróeo na Amazônia I

Rafael Frazão (Franz+ão) foi o primeiro engenheiro de produção a assumir a direção da Petrobras na Amazônia. É natural de Salvador - Baía, descendente de italianos, casado, três filhos (um carioca, um paraense e uma amazonense, naturalidades que identificam algumas das regiões por onde trabalhou na Petrobras).
Em 1958, quando tinha cinco anos, mudou-se para Niterói com os pais. Nesta cidade fez o curso primário no Grupo Escolar Joaquim Távora; o secundário no Colégio Salesiano Santa Rosa; e o superior na Universidade Federal Fluminense, onde se formou em Engenharia Civil, em 17 de dezembro de 1974.
Em 2 de janeiro de 1975, foi admitido na Petrobras, logo fazendo o curso de Engenharia de Petróleo até maio de 1976, no Setor de Ensino da Bahia (SENBa). Nesse período, estagiou nos poços da Bacia de Campos, no navio-sonda Petrobras II e na plataforma Penrod 62, no Rio de Janeiro, e nos poços terrestres de Catu, Candeias, Mataripe, na Baía. Em maio de 1976, foi para os campos terrestres de Miranga e Araçás.
Especializou-se em Engenharia de Produção de Petróleo e ficou trabalhando na Baía. Diz ele: “Escolhi trabalhar na minha terra por ser, naquele tempo, a maior escola de petróleo do Brasil, quase todos os técnicos da Petrobras tinham que passar obrigatoriamente por ela. Hoje, a grande escola é a bacia de Campos”.
A partir de maio de 1977, participou da Força Tarefa, baseada em Salvador, criada para dar assistência profissional à Bacia de Campos que se desenvolvia rapidamente.
Em 1979, já com experiência em engenharia de produção de petróleo – especialidade esta carente na Petrobras, principalmente no mar - foi chamado para trabalhar no escritório do Rio de Janeiro para acompanhar as operações de completação dos poços da Plataforma Continental, desde o litoral da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, até a Bacia de Potiguar, no Rio Grande do Norte.
Em 1981, o diretor do Departamento de Produção (DEPRO), Engenheiro Orfila Lima dos Santos, indicou-o para instalar e dirigir o Setor de Operações da área Norte (SETAN), com sede em Manaus, Estado do Amazonas, ligado à Divisão de Completação, Restauração e Estimulação de Poços (DICRES), no Rio de Janeiro. Contudo, meses depois, relata as dificuldades da capital amazonense¹ comparando-as com as facilidades da capital paraense, Belém, sugerindo à direção do DEPRO que a base do SETAN fosse transferida para a segunda capital.
A partir de 1982, o SETAN passou a funcionar em Belém, Estado do Pará, na Base do Tapanã. Formando-se, assim, o embrião da história da futura região de produção da Petrobras na Amazônia.
Em 1986, Frazão foi transferido para o Rio de Janeiro e o poder de decisão do SETAN foi para Natal, Rio Grande do Norte. Meses depois deste mesmo ano, retornou a Belém para implantar e dirigir a Coordenadoria de Produção da área Norte (COPAN) ligada diretamente à Superintendência do DEPRO².
Em 1988, com o aumento sucessivo da produção de petróleo no campo de Urucu e adjacências, foram criados com base em Manaus mais dois distritos, além do DENOC já existente: o Distrito de Produção da Amazônia (DIAM), do qual foi superintendente, e o Distrito de Perfuração da Amazônia (DPAM), dirigido por Rafael Dória. Em Belém, a COPAN foi extinta e o DPAZ transformou-se em Coordenação de Apoio Terrestre (CAT).
Permaneceu como Superintendente de Produção da Amazônia até julho de 1992, tendo neste período implantado as bases de um trabalho de proteção ambiental hoje reconhecido em toda a Petrobras. Convênios com instituições de pesquisas, contratação de especialistas, programas de reflorestamento e recuperação de áreas foram ações que fazem hoje da Província do Rio Urucu, isolada no meio da Floresta Amazônica, a pioneira em gestão ambiental no Brasil.
Em julho de 1992, Rafael foi transferido para Natal para dirigir a Região de Produção do Nordeste Setentrional (RPNS). Naquela Unidade, a segunda maior produtora de petróleo do país, ajudou a consolidar importante trabalho de qualidade empresarial, atingindo no ano de 1993 a maior pontuação da Companhia segundo os critérios do Prêmio Nacional da Qualidade.
Em 1995, foi para a Região de Produção da Bahia, em Salvador, onde permaneceu até agosto de 1999, como responsável pela produção de petróleo nos campos mais antigos da Petrobras.
Em agosto de 1999, retornou a Belém como Gerente Geral da Unidade de Exploração e Produção da Amazônia - EP-AM, contribuindo para a transformação e consolidação da mesma como a 3ª maior produtora de petróleo e a 2ª maior produtora de gás natural do Brasil.
No ano 2000, com o desmembramento das atividades de E&P na Amazônia e a estruturação das Unidades de Negócio da Petrobras, transferiu-se para Manaus onde assumiu a UN-BSOL, responsável pela produção de petróleo nas bacias do Solimões, Amazonas e Acre.
Com muito empenho, conseguiu para todos os colaboradores transferidos para esta nova Unidade uma vantagem diferencial, o auxílio permanência com valor fixo em Manaus por 8 anos, adicionalmente às vantagens normais como auxílio residência, instalação, ajuda de custo complementar, etc.
Com sua visão inovadora, compatível com o atual cenário da indústria do petróleo no Brasil, exerce hoje a liderança necessária para que a Companhia alcance bons resultados empresariais e sociais, consolidando na Amazônia o papel da Petrobras como empresa cidadã.
Muito importante na vida profissional do engenheiro Schettini foi o fato de que quando ainda fazia o curso para ingressar no quadro de Engenheiros de Petróleo da Petrobras. Ele relutava em permanecer nesta empresa ou em exercer engenharia civil, campo que já tinha emprego garantido com bom salário. Em conversa com Rolf Janke, engenheiro que deu a partida na primeira Unidade de Destilação Atmosférica da Petrobras, na RLAM em 1950, o mesmo lhe disse: “Se você pensa assim, saia da Petrobras; porém se quiser ficar na Petrobras vá para perto do seu produto, quanto mais perto você estiver dele mais chances terá de crescer dentro da Petrobras”.
Características pessoais
Homem sereno, sincero, católico, acredita no destino. Nunca fumou. Gosta de vinho, cinema e praia. Adora o Flamengo. Deixou de jogar tênis por motivos de saúde.
Tem bom relacionamento com os trabalhadores e com o sindicato, o que o faz benquisto entre os petroleiros e respeitado pelos colegas de profissão.
Defende que todos os trabalhadores, sem exceção, devem ter as mesmas oportunidades de crescimento profissional e que estas chances só podem ser encontradas quando procuradas realmente.
Vê a Petrobras como uma empresa fruto da aspiração nacional. Sempre acreditou na Amazônia como uma grande região produtora.
Em conversa, tem-se a impressão de que em suas artérias corre petróleo em vez de sangue, tal é o seu entusiasmo pelo crescimento da Petrobras e a dedicação à sua profissão.
Atividades ambientais
Um dos pontos mais importantes, talvez o que tenha sido fundamental para que a atividade de produção de petróleo na Amazônia tivesse hoje um destaque nacional, sendo mesmo exemplar nos aspectos de segurança e cuidados ambientais, foi a participação da sociedade belenense desde o início do empreendimento.
Com a descoberta do campo de URUCU, através do pioneiro 1-RUC-1-AM, com vazão de teste da ordem de 1.000 bbl/dia e a confirmação através dos primeiros poços de delimitação de que se tratava de uma importante acumulação, foram traçadas as diretrizes para implantação do projeto de produção.
Na elaboração destas diretrizes é que a Petrobras teve a clarividência de convocar a sociedade local para participar, através dos organismos da Amazônia de reconhecido conhecimento sobre a região. Participaram o Museu Emílio Goeldi, Instituto de Pesquisas da Amazônia (INPA), Universidade Federal do Amazonas, Fundação Nacional de Saúde, dentre outras...
Desde aquela ocasião até hoje, a Petrobras tem mantido convênios com estas entidades, as quais são consideradas parceiras.


Notas
1. Entre outros, os aspectos abordados no relatório foram:

– Todos os órgãos importantes da Petrobras estavam sediados em Belém, como o Distrito de Exploração do Norte (DENOR) e Distrito de Perfuração da Amazônia (DPAZ);
– Todas as atividades operacionais, sondas, tubulações e tubos de perfuração, cimento, material de lama, dependiam de Belém;
– O alto comando das plataformas continentais (Amapá, Pará, Maranhão) tinha seu poder de decisão instalado na Base do Tapanã, em Belém;
– Enquanto no campo de Juruá só tinha o setor de avaliação da exploração de poço aberto, que furava, testava a produção de gás, e lacrava o poço para futuro aproveitamento;
– Na bacia da Foz do Amazonas, na plataforma continental, havia a perspectiva de uma província petrolífera, a partir do PAS-11, que estava produzindo mil barris por dia, e aumentar a produção com a instalação de um sistema antecipado de produção similar ao da bacia de Campos;
– Montagem de um sistema antecipado de produção para todos os poços considerados anti-econômicos, nas bacias do continente.

2. Necessidade de cada gota

Com o Brasil cada vez mais dependente do seu petróleo, devido aos altos custos no mercado internacional, tornavam-se necessários que poços considerados produtores anti-econômicos já descobertos pela Petrobras fossem colocados em produção, pois cada gota deste combustível era vital para seu parque industrial.
Assim, a direção da COPAN fez o poço PAS-11 na plataforma do Pará produzir antecipadamente, por processo similar ao usado na Bacia de Campos, durante um ano, começando com 3200 barris/dia até 800 barris/dia e ser fechado com este último número de produção. Dentro dessa lógica de produção, os poços terrestres da Bacia de Barreirinhas, São João, Oeste de Canoas, foram postos a produzir aproveitando-se a infra-estrutura montada pela Exploração naquela região. Um porto chegou a ser construído em Maranhão, o Porto de Caeté, para escoar o petróleo produzido em terra.
2004 Copyright © Eliezer de Oliveira Martins
maju@amazon.com.br

G 23 pesquisa

vendredi 23 octobre 2009

G23 cai de paraquedas no PMDB

Brincadeirinha, né. Em 1969 eu não era nascido! Rssssssssssssssssssssssssssss
23 de Outubro, hoje três anos do Grupo de Estudos 23 de Outubro PQDistas.

mercredi 21 octobre 2009

Riquezas Minerais e Petroliferas na Amazônia.

Porto de Coarí na Amazonia Brasileira. Vejas as fotos primeiro e leia o longo texto, vale a pena.
Ver para crer, depois ler, para aprender.
Minério, bauchita e outros minerais.
Mina de Ferro, uma das maiores jazidas do Mundo.
Garimpo de ouro em Serra Pelada.
Minas de ouro na Amazonia assinaladas pelos Jesuitas.

Transamazonica, estrada, Veja o volume do corte da madeira. Alternativa Amazonica, energia Eólica.

Amazônia Legal Brasileira e seus nove estados federados.
Fabrica de celulose no rio Jarí. Montada na Amazonia e construida inteiramente no Japão. Trem carregado de madeira na Amazônia. Trilhões de dolares em madeira.

Madeira desce o Rio empurradas ou guiadas po canoas no alto Solimões. Gasoduto da Amazônia comprova o grande volume de Gás de Petróleo e Óleo.

Minerio e ouro em Serra Dourada.
Torre de Petroleo na Bolivia fronteira com o Brasil.
Urucú, petroleo em exploração em plena Floresta, 60.000 barris dia. Poço pioneiro do petróleo de Urucù, aqui começa a história das riquezas Amazônicas.

Wallace Requião de Mello e Silva
Governava o país , o PMDB, com José Sarney. A enorme jazida de urânio encontrada na Serra do Cachimbo na Amazônia Legal seria em breve, segundo os técnicos do IPEN (Instituto de Pesquisas Energéticas de São Paulo), enriquecido a 20% permitindo a realização de antigos e altos vôos do projeto energia nuclear (atômica) do governo brasileiro. Vinte anos se passaram e nunca mais ouvimos sobre o assunto. Quem teria explorado essa jazida? Como andariam as pesquisas no IPEN? O plutônio, desenvolvido pelo IPEN, que uso e que destinação teve? Qual a empresa que explora a Serra do Cachimbo?
Eduardo Galeano, autor uruguaio, em seu conhecido livro faz uma acusação um tanto seria. Diz ele: Na Década de 60 numerosas empresas norte-americanas, conduzidas pelas mãos de aventureiros e contrabandistas profissionais se lançaram ao rush febril sobre essa selva gigantesca. O autor não se referia apenas a Amazônia Brasileira, mas também, a Amazônia Boliviana, Peruana, Colombiana, Venezuelana e Guiana. Em seguida o autor diz: Com aviões da Força Aérea Americana sobrevoou e fotografou a região. Utilizavam equipamentos como cintilômetros (para detectar jazidas de minerais radioativos) e eletromagnet
rometros (para descobrir e medir o ferro, assim como o petróleo) e a extensão e profundidade das riquezas secreta da Amazônia. Tudo muito curioso, possível, pois em 1964, a ideologia dava essa prerrogativa ao Exercito Americano, que em nome da defesa da democracia, e do avanço das guerrilhas e da ideologia judeu marxista, (Marx era judeu alemão) que visitava com freqüências as nossas florestas e as florestas de países vizinhos. Enquanto empresas com capital internacional, curiosamente, exploravam metais preciosos na Região. Mas o mais curioso é o silencio e desconhecimento do brasileiro comum, aos quais me incluo, sobre as riquezas e potenciais dessa imensa área que nos pertence. Com o avanço da tecnologia, satélites estudam o solo do planeta, mapeando suas riquezas, e sonegando essas informações aos povos que as possuem.
Igualmente a revista Veja de oito de Abril de 1987 anunciava a descoberta de petróleo, no Amazonas. Imensa jazida se somava às muitas outras jazidas descoberta na Amazônia, como os campos de gás do Acre (onze poços), a jazida de Igarapé da Cuia, ou Igarapé Açu. As jazidas de Barreiros, Nova Olinda e ilha de Marajó são outros poços que uma vez descobertos ficaram anos lacrados ate serem novamente re-explorados. Agora, também os poços terrestres e marítimos do Amapá surgem numa região dita antes estéril. Passados vinte anos, a região Amazônica de Urucu, no alto rio Amazonas, possui algo em torno de 16 poços ativos, que produzem algo, somente na região do rio Urucu e Tefé, em torno de 60.000 barris dia. (na data em que escrevo o barril esta custando $ 77 dólares). Recentemente Blogs e o Site da Petrobrás, anunciam o investimento de quase dois bilhões de dólares, para perfuração de mais cem (100) poços na região Amazônica. (O investimento já nos dá uma idéia da expectativa da Petrobras na Amazônia) O petróleo na Amazônia foi negado, por mais de quarenta anos, pelos organismos internacionais, embora, a Petrobrás faça ali, em silêncio pesquisas desde o ano de 1954 um ano após ter sido criada. Essa convicção de existência de petróleo na Amazônia foi defendida pelo escritor Monteiro Lobato, em 1920. E foi na localidade de Itaituba, no Pará que o antigo SGMB (Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil) encontrou gás natural de petróleo no ano de 1925. Mas, se nessa região (Urucu Tefé) de mais de 100 quilômetros quadrados, hoje se produz petróleo suficiente para a auto-suficiência de toda a Região, e é apenas o começo, ali também se produz milhões de metros cúbicos de gás por dia. O leitor aprendeu que gás é uma riqueza menor, e surpreendentemente se sente decepcionado, cada vez que alguém anuncia a descoberta de Gás Natural, num poço de petróleo, como se Gás Natural não fosse um subproduto de alto poder energético, e comercial, oriundo e natural do petróleo. O poço que tem gás natural de petróleo tem óleo.
Numa síntese geral, pode-se dizer que os sítios indicativos da presença de petróleo na Região seriam esses: no Pará, a jazida de Itaituba, descoberto em 1925. Em Marajó, jazidas descobertas em 1950 e em exploração. Nova Olinda e no baixo Rio Madeira descobertos ainda na década de 50, poços ainda lacrados e promissores. No Maranhão os poços de Barreirinhas em 1968, lacrados por muitos anos e agora em produção. Em Cruzeiro do Sul no Acre, vários poços promissores e ainda lacrados, descobertos em 1936. Em Urucu, Tefé, e Juruá, descobertos em 1987 e em produção considerável. A Foto mostra o poço pioneiro de Urucu, o LUC-1.




Na foto de jornal acima vemos o mesmo poço pioneiro de Urucu, LUC 1, que produz hoje 60.000 barris dia de óleo na Amazônia. Afora o gás.
As bacias sedimentares do Norte de Brasil são como a própria Petrobras diz: bem promissoras. A Bacia paleozóica do Amazonas que percorre toda a extensão do Rio Amazonas e Solimões, desde o Acre ate a Ilha de Marajó são promissoras. Nela, hoje, se explora petróleo e gás nas duas pontas, (oeste e leste) e na região mediana, lembrando, todavia, que pouco mais a Oeste (na bacia do Solimões), na fronteira com a Amazônia Brasileira, o petróleo no Peru é explorado há anos por empresas como: Petrolera Fiscal (uma estatal peruana) e IPC; Peruvian Gulf ; Belco Petrolium; Texas Petrolium e British Petrolium, que exploram petróleo em nossas fronteiras há trinta anos como se tivessem uma reserva de mercado para a área. No Brasil nada. A Bacia paleozóica do Maranhão que cobre todo o estado do Maranhão e parte do Pará, onde, hoje, também se explora petróleo, confirma velhas teses. Desde muitos anos Orlando Valverde, do Conselho Nacional de Geografia, em “O Quadro Físico da Amazônia” e Sylvio Froés de Abreu em “Recursos Naturais do Brasil” vêm anunciando a maior probabilidade de se encontrar óleo a oeste do Brasil Amazônico, em razão de suas condições geológicas, do que a Leste, mas tudo indica, nós respeitamos timidamente a “reserva” de área das empresas estrangeiras na fronteiras da Bolívia, do Peru ( Acre) e Colômbia As jazidas que ultrapassam no subsolo as fronteiras, são exploradas como se nada tivessem com o Brasil..
As Fotos mostram atividade de extração de petróleo na Fronteira do Brasil com a Bolívia.





O petróleo no Acre.
A Tribuna do Acre, em 15 de Abril de 2007, diz: Em 1936 as primeiras notícias da existência de Petróleo no Acre chegaram aos ouvidos do governo federal. (...) Em 1938 os geólogos Pedro de Moura e Alberto Wanderley, depois de pesquisas em Cruzeiro do Sul, fizeram um relatório em que apontavam a existência de petróleo e a sua viabilidade econômica. Foi uma das primeiras contestações dos relatórios estrangeiros que desprezavam a Amazônia como região produtora de óleo.
Em 1959, o Jornal do Acre, também de Cruzeiro do Sul, (Norte do Acre e fronteira com o estado do Amazonas) relatava outra expedição e novamente a confirmação da existência do Produto (WWW.adbl.org.br). Nessa região os seringueiros lembram o cheiro forte de gás e da água quente jorrando dos poços. O engenheiro Newton Reis Monteiro, da ANP (Agência Nacional de Petróleo) estima que o Acre deva gerar três milhões de barris por ano, óleo de boa qualidade, e afirmou também que essa jazida era conhecida desde muito tempo, e que há, no Acre, onze poços furados e lacrados e que só não foram explorados à época por uma conjugação de fatores. Atribui principalmente às facilidades dos poços marítimos e políticas internas da Petrobrás a sua não exploração. Alem do gado, o Acre produz ouro na Serra do Divisor, e grande quantidade de argila, que pode subsidiar, com a energia dos poços de gás, indústrias cerâmicas e porcelanas finas. A Indústria madeireira é forte na região, carecendo de planejamento de sustentabilidade florestal.
Por falar em Gás Natural do Petróleo na região, é preciso lembrar que o Jornal Estado de São Paulo, de terça feira, seis de Dezembro de 2005, trás um mapa do caminho do gás na Região Amazônia, cujo gasoduto, percorre do norte do Peru, passando por Rio Branco no Acre, até Porto Velho em Rondônia, dali subindo a Urucu, com um ramo ate Juruá, de Urucu a Coari e dali ate Manaus. Também trás um estudo de um gasoduto que sai de Manaus a Macapá (no Amapá onde recentemente foram confirmadas as descobertas de jazidas de petróleo) e dali até a localidade de Tucuruí, no Pará. Como vemos esse gasoduto interliga as varias regiões petrolíferas da Amazônia Legal. Não só liga as diversas fontes de gás e óleo entre si, mas garante a comunicabilidade de combustível para as diversas indústrias de mineração através de termoelétricas a gás. As cifras são assustadoras e atingem muitos TRILHÕES de metros cúbicos de gás de petróleo. O valor do investimento também denuncia a certeza da viabilidade das jazidas amazônicas. Acontece que jazidas de gás intercomunicadas, pela teoria dos vasos comunicantes, não só “equilibram“ as riquezas, como tornam indiscriminadas as suas fontes, e portanto prejudica a quantificação da produção por fonte, e do seu uso e fonte original, operação das mais espertas, que dá o controle do comercio ao grupo transportador.

O petróleo no Amapá.
Além das reservas de manganês da Serra do Navio, explorada por concessão, concedida por cinqüenta anos pelo grupo “ICOMI”, subsidiaria “nacional” da mineradora Bethlehem Steel, e do xisto betuminoso (de alto poder), abre-se agora essas novas realidades, petróleo e gás explorado pela teoria dos vasos comunicantes.
Adeildo Bezerra e Chico Araujo da Agencia Amazônia (www.agenciaamazonica.com.br) afirmam que em 1987 que além das jazidas de Marajó, anteriormente descobertas, a presença de óleo e gás numa área que vai da costa do Piauí ate o Cabo Norte no Amapá é uma realidade incontestável. Dizem os autores que além da Petrobras outras empresas estrangeiras exploram a região como a BP Amoco (British Petrolium) que pesquisa em uma região tem 33 mil quilômetros quadrados. Recentemente a Petrobras anunciou a viabilidade dos poços marítimos do Amapá. Além da exploração em Macapá, e na Ilha de Marajó espera-se o anuncio de outros poços terrestres do Amapá. Poços exploratórios segundo esse Site estão em Santana e Mazagão. Deve-se lembrar que ali também existem jazidas de xisto. Alias falando em Xisto, esse mineral permite a retirada de todos os subprodutos do óleo de petróleo. Embora um tanto mais caro, o xisto permite total aproveitamento de suas jazidas. Na Amazônia Legal, existem as seguintes jazidas de Xisto, todas conhecidas e quantificadas: A jazida de xisto cretáceo do Maranhão; a jazida de xisto do Amapá; as jazidas de xisto devoniano do Pará e Amazonas, que são capazes, juntas, de produzir alguns bilhões de barris de petróleo e asfalto.

Madeira, uma riqueza de pelo menos seis trilhões de dólares.
Foi às margens do rio Jarí, entre o Amapá e o Pará, que se estabeleceu a indústria de celulose do projeto Jarí, hoje conduzido pelo Grupo CAEMI e Banco do Brasil. O Amapá, através da paralisada estrada Macapá-Oiapoque é a porta mais curta do Brasil através da Guiana Francesa como acesso ao Mercado Comum da União Européia.
A grande derrubada de madeira, sem remanejamento, ocorre de maneira ilegal e por madeireiras Asiáticas. Principalmente as madeireiras da Indonésia, China e Malásia. As fotos que seguem dão uma idéia do ritmo do processo. Todavia não são só eles.







Fabrica de Celulose à beira do Rio Jarí. Toda montada no Japão.

Amazônia Legal.
Você talvez esteja se perguntando por que pulo do Acre para o Amapá e o que tem isso com a Amazônia? Acontece que o conceito de Amazônia Legal, envolve nove estados da região norte do Brasil. A Amazônia Legal criada por leis da década de 50 e pela lei federal de 1966 compreende os estados do Maranhão, Pará; Tocantins; Amapá; Amazonas; Acre; Roraima; Rondônia e Mato Grosso Na verdade é uma preparação para a Pan Amazônia, uma área internacional, com soberania relativa ou limitada.
Quando estivermos falando das riquezas destes estados brasileiros, estaremos falando de 60% do território nacional, do mais rico subsolo totalmente desconhecido dos brasileiros do sul, o melhor filão do território brasileiro. Seja pela água, seja pelo gás, seja pelo Petróleo, seja pelo Urânio, seja pelas matas ou fauna, esse Brasil tem sido sistematicamente escondido dos olhos dos Brasileiros, escondido pela astucia dos capitais exploradores, que escondem do Brasil, a consciência de sua riqueza, e pelos meios de comunicação dificultam uma amadurecida e atualizada imagem da região, quase como se ele estivesse em paragens tão longínquas e inacessíveis, como se estivesse à parte do Brasil que amamos. Veremos nesse texto que ela esta mais próxima dos países estrangeiros, do que do alcance da iniciativa dos brasileiros empreendedores. Acobertada pelo manto da “prevenção ambiental” ela esta ali isolada dos brasileiros, ( dos olhos dos brasileiros) e livre para a exploração pouco fiscalizada de grupos estrangeiros.
Estabelecida uma imagem de mapa da região, podemos começar a avaliar o que esta em discussão quando tratamos da região Amazônica ( 60% do solo pátrio). Estamos chamando a atenção de que em manuais sobre a Amazônia se omite sempre as riquezas energéticas, como potencial hidráulico, capacidade de produção de álcool, materiais radiativos e óleo ou gás. Nunca se fez também, para a região, uma boa avaliação da geração de energia com geradores eólicos, pois sendo a região uma grande planície ela tem certamente as condições para o desenvolvimento da energia eólica. (eólica= geração de energia pela força dos ventos).
Cabe aqui fazer algumas considerações sobre o Hidrogênio e as Células de Energia, algo que eleva essa área de 60% do nosso território a um dos principais potenciais energéticos do mundo. ( ver o livro “ Hidrogênio, uma solução para o futuro da humanidade”)


Outro tema que nos passa despercebido é a questão do álcool na Amazônia. O álcool, como todos sabem, é um subproduto da fermentação. A fermentação tem dois subprodutos energéticos o álcool e o biogás. Toda matéria orgânica em fermentação produz em quantidades proporcionais o álcool e o biogás. Assim os dejetos da floresta, galhos e folhas que caem, produzem uma biomassa capaz de gerar álcool e biogás quando fermenta. Não só a cana, e outros grãos como o milho, ou tubérculos como a batata e beterraba produzem álcool.
O conceito de combustível, ou seja, aquilo que pega fogo, ou gera combustão, amplia em muito o espectro energético da Amazônia, pois a, madeira (hoje estimada em mais de seis trilhões de dólares), o carvão vegetal, o álcool da madeira, o álcool de tubérculos, da matéria residual ou biomassa em decomposição ou da cana, o linhito, o carvão mineral, o xisto, e o óleo combustível oriundo de grãos oleaginosos, vêm somar-se ao conjunto dos combustíveis viáveis para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal Brasileira.
Feita essa ressalva, encontramos, quase sempre desatualizadas informações sobre outras riquezas brasileiras na região Amazônica tais como: reservas de ferro; bauxita; sal gema; manganês; calcário; cassiterita; gipsita; linhita (OU LINHITO, UMA EXESSÃO à regra dos energéticos, pois a linhita (linhito encontrada ali em trilhões de toneladas) é hoje, moderno combustível para aviões a jato (desenvolvido na Universidade da Califórnia, USA) além de ter poder calorífico 40% superior à hulha, viabilizando a siderurgia local); o cobre; estanho; chumbo; caulim; diamante; níquel e ouro. Omite-se como se fosse uma heresia o petróleo e o gás natural. Como você vê e verá adiante, esses itens, apenas os não omitidos, e suas quantidades, por si só, são dignos de mover o país, embora essas riquezas venham sendo tiradas do Brasil durante os últimos quarenta anos sem a devida atenção do conjunto da Sociedade Brasileira. A Amazônia para os brasileiros deve permanecer intocada, velada, para os estrangeiros não.
Veja você: Hoje, os homens têm condições de avaliar a composição do solo de marte, ou a presença de água ou não em Saturno. Estações espaciais e satélites artificiais analisam o solo do planeta constantemente. Indícios são pesquisados em loco por cientistas disfarçados ou não, que vão mapeando as riquezas do planeta em silencio. Lutas políticas, e armadas são promovidas motivadas por essas riquezas “secretas”. Somente os brasileiros permanecem alheios as suas riquezas, quando, pelo contrário, o mundo todo as cobiça e em silencio as carrega. O brasileiro sequer é capaz de levantar os olhos cobiçosos sobre as riquezas alheias, é no mínimo interessante o fenômeno.
Quando Eduardo Galeano publicou seu livro “As Veias Abertas da America Latina ”, escrevia: “No Brasil as esplendidas jazidas de ferro do Vale do Paraopeba, derrubaram dois presidentes- Janio Quadros e João Goulart antes que o Marechal Castelo Branco, que tomou o poder em 1964 os cedesse a Hanna Mining Co. Outro amigo anterior do Embaixador dos Estados Unidos, o presidente Eurico Gaspar Dutra (1946-51) tinha concedido à Bethlehem Steel, alguns anos antes, os quarenta milhões de toneladas do estado do Amapá, uma das maiores jazidas do mundo, em troca de pouco mais de um por cento para o Estado Brasileiro sobre as rendas de exportação; desde então a Bethlehem Steel esta transferindo as montanhas para os Estados Unidos com tal entusiasmo que se teme que daqui a quinze anos o Brasil fique sem manganês para abastecer sua própria siderurgia (hoje internacionalizada e privatizada por testas de ferro brasileiras ao capital inglês). De resto, continua o autor, a cada dólar que a Bethlehem investe na extração de minerais, oitenta e oito centavos de dólar correspondem a uma gentileza do governo brasileiro,... as ditas isenções fiscais em nome do desenvolvimento regional”
A proxima foto mostra Imagem da Transamazonica em 1972.
Se a famosa estrada de ferro, São Paulo Rio Grande viabilizou-se com a retirada da madeira no Paraná, em Santa Catarina, e no Rio Grande, veja quanta madeira a Transamazonica tirou. Foram milhares de quilometros. Que se fez dessa riqueza?

Era o ano de 1972 quando Flavio Alcaraz Gomes, jornalista prestigiado que tendo acompanhado a construção da rodovia Transamazônica escreve que os minerais já identificados e os em exploração, todos citados, à época, pelos relatórios do Ministério dos Transportes que era o responsável pela obra. Alcaraz escreve em seu livro : “Segundo o relatório oficial na imensa região sudoeste do Pará avulta, com extraordinária importância, a reserva ferrífera da Serra dos Carajás (isso trinta anos atrás). Avalia-se que essa formação ferrífera seja superior a quatrocentos milhões de toneladas encontradas com espessura media em torno dos cem metros e afloramento numa extensão de oitenta quilômetros desde a Serra do Norte ate a Serra Sul”
Hoje sabemos que o Pará, de Norte a Sul, de Leste a Oeste é rico em jazidas minerais. Encontraram-se ali jazidas de ouro, (Já conhecidas e mapeadas pelos jesuítas nos anos 1600) reservas de alumínio (bauxita); imensas reservas de ferro e de estanho. No estado do Pará, além do ferro (quase todo explorado pela Companhia Vale do Rio Doce, recentemente privatizada ) produz também cobre manganês, bauxita e ouro que são exportados pelo porto de Itaqui; no Maranhão.

A Foto tirada de livro histórico mostra o mapa dos jesuítas, assinalando as minas de ouro. O mapa não é original, foi feito sobre o original, corrigindo distorções geológicas.



No Pará é que está localizado o imenso garimpo da Serra Pelada e a recém descoberta jazida de ouro da Serra Leste apresentada no Governo Fernando Henrique Cardoso como a maior jazida de ouro jamais descoberta no Brasil (1996 ). A avaliação inicial apresentava uma jazida de cento e quinze toneladas de ouro.

Na foto vemos garimpeiros de ouro no Pará. (Amazônia Legal)
Quanto ao minério de ferro diz Alcaraz: “trata-se, portanto de uma das maiores jazidas de ferro do mundo, seu teor supera os 69% o que a torna uma das mais ricas conhecidas”
A extração de minério de ferro na Amazônia é já uma realidade incontestável. Em 1972 a empresa Vale do Rio Doce extraia cerca de: 825 mil toneladas ano. Escrevi esse texto em 2004 o reescrevi em 2007. (calculem quanto já foi retirado) Em, 1980, o projeto Carajás produzia na Amazônia 100 milhões de toneladas de cobre; um milhão de toneladas de manganês e 35 milhões de toneladas de ferro por ano. A Serra de Carajás fica a sudoeste de Marabá, e essa riqueza era escoada pelos rios com imensa rapidez. São trinta e cinco anos de escoamento dessas riquezas. O que você sabe sobre isso? O resultado dessa lavra, como foi redistribuído ao povo brasileiro?






Continua o autor: “o município de Marabá também é rico em diamantes, e os garimpeiros, com métodos antiquados ou modernos conseguem extrair volumes razoáveis. Em concordância já em 1972, o Ministério do Transportes já dizia: Nas proximidades de Marabá e ao longo do Rio Tocantins desde São João do Araguaia ate Arumatema, encontra-se um dos mais importantes distritos diamantíferos do país, correspondendo a dez por cento da produção oficial nacional.
Paulo Schilling, em “Brasil Para estrangeiros” nos diz:” O Brasil perde a cada ano a mais de cem milhões de dólares somente pela evasão clandestina de diamante em bruto”. Seria tudo isso um boato? Multiplique por trinta e cinco anos. É assustador. Some a isso o ouro a prata, o urânio, o petróleo..., multiplique pelos anos históricos e veja se não é uma injustiça que o Brasil mantenha seu povo em tais conhecidas condições de pobreza e desinformação.


Segue Alacaraz: “alem do diamante a Amazônia possui minas de ouro de existência comprovada como diz o relatório oficial... O ouro de Tapajós ocorre em leito de cascalho mal selecionado cuja espessura é de vinte centímetros”. Com tecnologia o Tapajós poderia produzir uma grande quantidade de ouro (isso dito trinta anos atrás).
Recentemente o comandante da Amazônia, general Augusto Heleno Pereira, disse a jornal paulista: ” A política indigenista brasileira esta na contramão da sociedade, conduzida por pessoas e ONGs estrangeiras” Falando sobre Roraima ( Amazônia Legal) disse: “ As ONGs, internacionais usam os índios como fachada, para dominarem nossas imensas jazidas de urânio,nióbio, e ouro confirmadas naquela área”. E contesta Porque elas não se instalam onde não há minérios? No mesmo jornal poderemos ler o seguinte: Segundo dados do Ministério das Minas e Energia, as jazidas de ouro em Roraima é a maior do mundo, superando em muito todas as reservas de ouro dos Estados Unidos. A jazida de nióbio do estado possui 14 vezes todo o nióbio conhecido no planeta, com potencial de extração para ate 1200 anos. Ainda há jazidas de cassiterita ( estanho) e de diamantes e urânio, que ainda não foram totalmente mensurada mas que, a partir de primeiras medições superam as jazidas conhecidas do Brasil” è surpreendente tudo isso.
Bem, o que vemos ate aqui é a pontinha do iceberg. As riquezas e potenciais dessa imensa região, que como já dissemos representa 60% do total do solo brasileiro, são estonteantes. Hoje a região possui algumas hidroelétricas poderosas, e termoelétricas, não produzindo e sustentando as populações ribeirinhas espalhadas ao longo dos rios, que continuam à margem dos progressos, logo eles que garantiram historicamente a nossa soberania sobre a região, mas produzem energia para sustentar empresas internacionais como a Honda da Amazônia e Sharp, ou grandes grupos mineradores, ou pesquisadores e exploradores de petróleo, ou grandes madeireiras asiáticas. Eu particularmente tive a oportunidade de estar na Amazônia por três oportunidades, 1976, 1988, 1992, e pude sentir o evoluir dos acontecimentos, restando para a juventude da região apenas a prostituição e o uso ou comercio de drogas.
Transitam pelos rincões da Amazônia mais estrangeiros empreendedores do que brasileiros. A foto que você verá a seguir mostra Coari, um porto embarcadouro de petróleo, e com essa imagem introduzo com poucas palavras (a imagem mostra mais) o estado do Amazonas, um dos componentes mais promissores da “Amazônia Legal”. Essa surpreendente imagem já tem alguns anos, hoje seu aspecto é bem mais futurista.. Soluções: sim elas existem, alguns fatos a serem desenvolvidos em suas legislações e nas suas estratégias.
A) Transferência temporária da Capital Federal para o centro da Amazônia.
B) Serviço militar obrigatório exercido, ao menos em três quartos, na área de fronteira da região Amazônica.
C) Os 18 estados brasileiros, que não compõe a região da Amazônia Legal, devem destinar parte de seus orçamentos e recursos humanos para projetos na Amazônia.
D) Criação da Brigada Á érea Civil de proteção e defesa da Amazônia.
E) Criação da alfândega da Ilha de Marajó, controlando mercadorias e cargas nos navios que deixam ou entram no Rio Amazonas.
F) Criação de alfândega no alto rio Solimões.
G) Restauração e retificação do projeto Transamazônico, tornando-o, se possível, leito de ferrovia.
H) Fomento da pesquisa cientifica na área através de parcerias com as universidades brasileiras.
I) Fundação de dezoito cidades laboratório em áreas de fronteiras, cada uma sustentada inicialmente pelo estado que a apadrinha.
J) Estatização do Sejam.
K) Criação de nova legislação internacional sobre a região amazônica brasileira, com vistos de turista diferenciados para a área (de apenas trinta dias), obrigatoriedade de pedido de naturalização, para permanência maior, submetendo os indivíduos interessados á legislação brasileira, revisão do direito de posse sobre áreas vendidas a estrangeiros, desapropriação dessa área por interesse nacional, e reintegração delas no plano de soberania nacional sobre a Amazônia Legal Brasileira.
L) Respeito e efetivação dos 150 quilômetros de largura de faixa de fronteira.
M) Acréscimo de 10 X 1, o contingente militar e policial na Amazônia Legal.

Uma analise mais aprofundada talvez tragam melhores proposições que as que trazemos aqui. Resta-nos elaborar um inventario das riquezas da Amazônia Legal, tabulando informações antigas, com as levantadas pelo Ministério dos Transportes durante a construção da Transamazônica, informações colhidas pelo projeto RADAN, e pelo projeto SIVAN; claro que faltaria ainda um levantamento das publicações estrangeiras, e de relatório técnicos de prospecção executadas desde o espaço.



Wallace Requião de Mello e Silva
Para o G 23 de Outubro.
Defendendo o Brasil que amamos.

Reflexôes de um Neurônio..

Reflexões de um neurônio solitário.

Você deve lembrar? O samba de uma nota só. É assim, nesse tom, sem a menor dialética, num monólogo típico do solitário, que o neurônio registra essas suas reflexões.

Destino, o que é o destino? Ólho pelas lentes de um olho, corro para a direita e ólho pelas lentes do outro olho. Imenso o espaço cerebral, cheios de ecos de si mesmo, quase tão grande quanto a solidão do neurônio ginasta, acostumado às dimensões de ginásio coberto.
Destino o que é? O que é o destino?
Talvez seja como uma viagem a São Paulo. São Paulo é o destino. Se eu chegar lá nessa meta escolhida, cumpri meu destino. Mas e se não for escolhida... Rio, Belo Horizonte, Miami, ou ficar aqui, correndo da lente de um olho para o outro? Sei lá. Na verdade, quem corre mais, alcança seu destino mais rapidamente. Se duas pessoas partem para São Paulo, o que correr mais chega primeiro. É isso, quanto mais rápido, mais breve a vida, mais rápido chegamos ao nosso destino.
Mas a morte? Não é ela o destino de todo ser vivo? Quem corre mais; muito mais rápido a encontra.

E se for cíclico, morrer nascer? Ólho por uma lente e corro para a outra lente? Porque faço isso, me pergunto? Ora, você não sabe, respondo. Faço isso para ter dois pontos de vista distintos, isso me dá à ilusão de que mantenho um diálogo, e diálogo é coisa importante. "Relacionamento". É mole ou quer mais?
Não, não, respondo, como é inteligente esse cara, e corro para o outro olho e de lá dou um tchauzinho para ele... Legal esse cara.
Mas se é cíclico, é como corrida de formula 1, ridícula. Corre, corre, em círculo, como um cachorro atrás do próprio rabo, sem chegar a lugar nenhum. Vum, Vum, Vum, que saco, esse o destino cíclico, morrer e renascer.
Corro para a lente do outro olho para ver se meu amigo inteligente me responde, mas cada vez que chego lá, vejo que não há ninguém.
A vida é isso, levantam, correm, correm, correm, e voltam para casa, um giro sem fim, sem taça e sem pódio. Será?
Porque tanta pressa? Se os apressados chegarão antes, e se chegarem à morte e não houver o tal ciclo, acabou, que sem graça. Ou não, o destino vai além? Porra, como é duro pensar.
Corro para a lente do outro olho. Esse nariz atrapalha tudo. Sempre está onde não é chamado. Se ele não ventilasse o ambiente, já teria me livrado dele dando com a cara na porta.
E se for além? Bem, você ficou curioso não é? Mas eu sou apenas um neurônio, não posso responder uma coisa dessas por todos os neurônios que existem. Corro para a lente do outro olho e me demoro a contemplar.

Cada um daqueles crânios tem, ao menos, um neurônio dentro. Será que existe um neurônio, sem casa, desalojado, jogado aí pelo chão, pisado como uma minhoca? Mas isso é areia demais para meu caminhãozinho.
Às vezes eu me sinto como um badalo num sino invertido. Blem, Blem, Blem, Belém... Mas que barulho. Sino chama a atenção.

Não sei por que insisto em limpar as lentes desse olho. Lá fora só vejo crânios, e seus equipamentos passando, e passando, e passando. Na verdade, alguém poderia dar uma olhadinha pelas minhas lentes. É isso: Eu limpo estes olhos para ser visto. Vou dar uma batidinha aqui, como quem bate no vidro de uma janela. Toc, Toc, Toc,... Hein tem alguém aí?

Como era mesmo, eu me pergunto, o início dessa conversa, irmão do olho? E corro para o outro olho para dar a solução, de um, digamos, outro ponto de vista. O Início cara... Você não se lembra? Respondo então. Era o destino, e o destino é a solidão.

Puxa então porque ter tanta pressa, correr em círculos, badalar como um grande sino. E corri para o outro olho..., ora, murmurei, corri aqui para ver a banda passar. É isso, meu destino é ver a Banda Passar.
Na Janela contemplando.
Esse Chico Buarque de Copa Cabana, ele... Puxa, sabia mesmo dizer o que se sente. Também é o único disco que eu tenho. Nhoque, nheque, nhoque..., é preciso botar a agulha no começo porque a coisa não para de girar.
Será que por isso me chamam de idéia fixa?
Canta o meu soft: Pra ver a banda passar, pra ver a banda passar, para ver a... Bicho!!. Acorda, olha ali. Onde, onde? Olha é ela que vem, é ela que passa, no doce balanço, a caminho do mar. Badalando a guria.
Será que o Chico morou em Ipanema? Eu mesmo pergunto e, do outro olho respondo, para ver o balanço, o badalo e, pronto estou para correr em círculos, como um cão, babando de cio, de lá para cá.
O futuro do solitário é a esperança do prazer.

Nhoque, nhoque, botar a agulha no começo. Tudo de novo.

Não gostou?

Você não podia esperar mais, não é?

De um neurônio solitário?

Seria esperar muito.

Não acha? E corro para o outro olho para responder.

mardi 20 octobre 2009

Sim o inconsciênte FALA.

O Inconsciente fala.
Interessante esse tema. Se a consciência é um atributo da mente humana, característica e limiar diferencial do homem racional dos animais irracionais, a racionalidade e a consciência possuem para o homem um padrão de identidade. A palavra, a fala, é uma das manifestações dessa racionalidade e consciência do ser humano. Falar é atributo racional e consciente, e há mesmo quem pense, e defenda que falar e pensar são uma só e mesma coisa. Mas há homens que não falam, e não escutam, mas são racionais. Ou seja, isso demonstra que a racionalidade tem uma fonte determinante e antecipada à fala e à audição
Um macaco se parece muito com um ser humano, mas um macaco se diferencia muito de um ser humano. Presumindo que o macaco, não tenha racionalidade, possivelmente não haverá de ter consciência. Mas um macaco se comunica. Como se comunica um macaco? Com mímica, gestos, sons, atitudes, movimentos, portando, sendo o macaco inconsciente de sua existência, o inconsciente “fala”, embora use para isso uma linguagem digamos corporal. O inconsciente nos seres vivos fala pelo corpo, pela matéria vitalizada, viva. Não só a matéria viva comunica. No homem essa comunicação entra no campo da consciência. Logo o inconsciente, a matéria, o tempo e o espaço onde o homem esta incluso é muito maior do que o foco da consciência humana. O homem enquanto ser consciente, está contido no inconsciente. Se chamarmos esse inconsciente de desconhecido, podemos dizer que o homem esta contido no desconhecido.
Freud procurou atingir esse determinismo da consciência através da Palavra, que é um atributo da consciência e da racionalidade. Dos autores que conheço o médico José Ângelo Gaiarsa foi o primeiro a me propor, que o inconsciente se comunica no homem através do gestual, do mímico, das expressões corporais. Reich, e outros já haviam assinalado o fenômeno. Mas Gaiarsa propõem que a palavra também é ato corporal, envolvendo pequenos movimentos dos músculos corporais, e da respiração. Freud continuava, analisando a “Palavra” sem olhar para o corpo deitado em um divã. Mas nem a palavra, nem a mímica, nem a genial expressão de Gaiarsa: “A Palavra tem letra e musica” expressam a natureza, a matriz da racionalidade, nem a amplidão da consciência humana, nem a suas pequenez diante do desconhecido. Ambos os psicoterapeutas, parecem prever que há uma matriz genética, uma linguagem oculta no Hardware corporal do homem, a racionalidade se reproduz, como se reproduz os indivíduos da espécie humana.
Nesse ponto entra a idéia de Deus. Não pode haver desconhecido para Deus. Não pode haver inconsciente para Deus, não pode haver impossibilidade para Deus, embora haja para a compreensão, pela mente humana, de alguns limites para Deus, por exemplo, o que ele é, e o que não é. Isto não significa que Deus tenha limites.
Então, aquele imenso desconhecido, profundo, de onde emerge a consciência, pois para os evolucionistas a consciência desenvolveu-se a partir da inconsciência, aquela inconsciência primeva, determinante d a consciência humana e individual, não é inconsciente, não é desconhecido, pois esta na consciência de Deus, que é Luz, foco pleno de consciência. Então aquelas forças ocultas, são forças que tem como origem o próprio Deus, o seu querer, o seu poder e vontade. Ou seja, o inconsciente Fala. Deus Fala. Se ao homem, a luz de Deus, a pequena racionalidade humana, é estreito foco da consciência humana, é porque não cabe ao homem a onisciência divina, a plena e imensurável consciência do divino, pois tomar consciência da relação íntima do que esta fora do campo da consciência, como o que esta no campo da consciência, seria igualar se à Consciência de Deus. Uma busca inútil, inatingível, posto que “somos criaturas”, que nos assemelhamos e somos imagem, embora, a tempo, da consciência, poder e vontade de Deus.
O Deus, por pedagogia ininvestigável, por vezes, permite a um grupo de homens ou indivíduos terem alguma experiências de consciência cósmica, porém isso, mesmo isso, nada é diante da imensidão da Luz de Deus, se assim podemos dizer. Ser como Deus, ilimitado, é uma presunção não só humana. Essa presunção é a fonte de toda a doença de presunção, toda ruptura de limites, todo o orgulho individualista, toda ausência de abandono.
A NOVA ERA tentará trazer essa falsa e nova linguagem, essa harmonização materialista, entre o claro e o escuro, entre o desejável e o execrável, entre o inconsciente e o consciente. Porque falso? Por que a perfeição não é atributo do homem. O desejo de perfeição é atributo do homem, por sermos imagem e semelhança de Deus, mas seremos sempre imagem e semelhança, portanto, a perfeição humana, esta em abandonar-se em Deus, e não em superá-lo. A perfeição humana, esta em submeter o foco de seus valores, num valor maior, pois a irracionalidade não existe. Se existe a irracionalidade, ela tem razão em existir, e se tem razão, ele não é irracional, ou seja, a aparência de racionalidade ou de irracionalidade tem como fonte única Deus Verbo, ou seja, o Verbo é a palavra que expressa ação inteligência e vontade de Deus. E Deus expressa-se, na racionalidade espiritual, e na irracionalidade carnal. Para bem demonstrar isso, o Verbo, espiritual, encarnou-se e habitou entre nós. Ou seja, desde sempre o irracional, o material esteve na consciência de Deus, mas Deus, do material, terra, moldou o homem, e lhe soprou um imaterial saber, dando-lhe luz e verbo, consciência de si, principio, e consciência de Deus na sua plenitude no Deus Encarnado.
Com o Deus Encarnado, o homem não precisa mais ficar fuçando o desconhecido, as noites, as longas noites do tempo cósmico em busca dos mistérios da determinação da vida e da consciência, isso é, um esforço de domínio e controle. Com Cristo, Verbo Encarnado, numa cabal maneira, Deus se faz pequeno, para o Homem poder olhá-lo sem procurá-lo no infinito inatingível e indevassável. Em Cristo o desconhecido Fala.
Deus Encarnado se submete à vida humana, para mostra ao homem a simplicidade de tudo, a loucura de buscas inúteis, a pedagogia da ressurreição.

Vocês não estão gostando dos últimos textos do G 23, que pena.

O mundo não se constitui apenas de sujeitos lineares, há nesse universo humano rupturas lógicas, quebras de discurso, que servem via de regra, para comprovar os limites de fadiga do material racional dos pensadores lineares.

Estamos começando, ao se aproximar o dia 23 de Outubro, uma nova linguagem experimental, aguarde. As palavras serão as mesmas, o método alterado.

Faremos o jogo de espelhos, imagem, imagem invertida. Objetivo? Fazer pensar. Com esse ja disponibilizamos 416 textos nesse Blog.

lundi 19 octobre 2009

Não, ai já é de mais, esse Tio Wallace está perdendo o contato com a realidade.


O verdadeiro poder negro.
Essa semana, em 17 de outubro, assisti durante uma missa a apresentação de oito ou nove jovens missionários. Dois deles fizeram suas missões no Chile, e os demais na África. Acho, baseado no que ouvi que o Vaticano deve publicar suas estatísticas de sacerdotes e missionários negros.

Konrad Lorenz foi um zoólogo de expressão. Ele nos deixa uma clara e objetiva lição: Quando um animal abandona seu território, outro o ocupa. Isto não quer dizer que o animal vive sozinho, mas vive com os de sua espécie, e com outros que em simbiose dividem o espaço.

O Homem, por mais espiritualizado que seja, é um ser vivo, uma criatura animada, um animal. Sua racionalidade nem sempre domina seus instintos mais profundos. Quando um homem abandona seu espaço, outros procuram ocupá-lo.

As vocações religiosas, nos ditos países desenvolvidos, brancos, caíram sem precedentes na história, no entanto, as vocações e correspondência à graça tem crescido na África. Milhões de pessoas se convertem ao Catolicismo, numa maneira nunca vista.

Veja você, um dos missionários contou que Moçambique, na África, é um dos paises menos atingidos pela AIDS, no entanto ali 28% da população ativa esta contaminada. Outros países a contaminação supera os 50%.

Este estado de coisas, a morte precoce, o sofrimento, numa sociedade solidaria por tradição, leva as multidões, licenciosas a se perguntarem, o que é a castidade, porque o sexo livre levou a tamanho sofrimento, o que fazer.

As respostas têm levado massas à conversão religiosa.

Enquanto no Brasil, os movimentos afros ficam com a bobagem de preservar velhos rituais ilusório, por mais sábios que sejam, pois são presunções da arte de domínio e poderes ocultos, que fracassam diante da AIDS, como também fracassam as outras correntes, incluindo a cristã, todavia na África, eles vêem no apelo á castidade, uma solução, uma luz que há dois milênios grita da boca da Igreja em favor da saúde corporal e moral dos povos.

Só um tolo não vê o poder da Igreja. Não o poder mundano, mas o poder a ela atribuído por Jesus Cristo como guardiã da moral humana.

Enquanto os povos brancos se rebelam contra essa moral, os povos negros, abandonados, com generosidades correspondem as graças da vocação e engrossam as fileiras do Mistério Sacerdotal e religioso.

Eis ai o verdadeiro poder do negro. Assumindo a autoridade sacerdotal, se coloca em condições de ascendência aos demais povos da Terra. Isso aconteceu com todos os povos que assumiram o cristianismo católico, cresceram, lideraram, se desenvolveram, até que esquecidos que esse desenvolvimento vem da obediência a Deus (e sua Moral), tornam-se rebeldes, convictos agora que construíram tudo sem a graça e a ajuda providencial do Homem Deus. Aí caem.

Essa correspondência mística começa a colocar o homem e a mulher negra em destaque no mundo, eles começam a brilhar aqui e ali, seja pela correspondência da graça, seja pela pedagogia divina, seja pela construção midiática dos revolucionários, que pensam que essa inversão da “cor” cristã, derrubará a Igreja, como velhas profecias iluminista já apregoavam.

O Papa Negro trará o fim dos Tempos. Disse Nostradamus.

A Oração que Jesus Cristo nos ensinou diz pelo contrario: Seja Feita a tua vontade, assim no Céu, assim na Terra. Vejam que há uma relação, entre o Céu e a Terra, império do Criador e sua vontade. Porém Jesus não fala apenas do Céu Cósmico, fala do céu espiritual, fora do tempo e do espaço, e, portanto do âmago espiritual do homem, onde podemos ver que cumprir a vontade moral de Deus, é ordenar o Cosmo, e o espírito. Ressonar, a vontade de Deus, se assim podemos dizer, é realizá-la na terra e no Cosmo. Mas Ele diz mais: Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém irá ao Pai,... A não ser por meio de Mim (de meus ensinamentos de harmonia Cósmica e Espiritual). Se chegar à hora do castigo, lembrem-se: a morte vem para todos, e se chegou à hora da morte coletiva, com o fim da humanidade, que fazer... Resta-nos a eternidade, e o poder de Deus, que pode tirar todas as coisas do nada. Tudo criou uma vez, tudo criara novamente.

As explicações, os controles, as ecologias, são apenas para mascarar a realidade brutal, nós não queremos aceitar a Cristo e seus Mandamentos Universais. Morreremos por causa dessa relação de desrespeito. Morreremos, porque a morte é natural como fruto do pecado, morreremos coletivamente porque nos apegamos ao pecado, e morreremos espiritualmente porque revolucionamos, ou nos deixamos induzir ao revolver o certo pelo errado.

Morreremos espiritualmente quando fechamos as portas para a Verdade, o Caminho, a Vida. Fechamos a porta para Cristo. Destruimos o Cosmo.

Portanto, segredos do passado, profecias pagãs, irmandades secretas, tudo serve para esconder a verdade. Diz João em Apocalipse: Sim o mundo será destruído no dia do Juízo (quando, ninguém sabe, e não deve importar, se você luta pelos Mandamentos Universais de Cristo). Então ocorrerá à ressurreição da Carne (e do Cosmo, pois a carne não viverá fora dele).

É possível que haja algo de verdade nisso tudo, pois a omissão e abandono do cristianismo pelos povos brancos, têm feito deles verdadeiros animais. Talvez isso seja um arquétipo, uma marca oculta de velhos acontecimentos, pois em um passado remoto, os Líbios (negros) tomaram dos Faraós do Egito o poder, o sacerdócio, e os templos. O resultado disso o leitor deve pesquisar, pois eu não quero ser mais uma vez acusado de preconceituoso. Irrealista, politicamente incorreto. Mas a Verdade é uma só, a queda é iminente. Pois toda vez que o homem se acovardou diante da vivência corajosa da Cultura Civilizadora do Cristianismo, a queda foi brutal, mortal, avassaladora. Os negros agora assumem o cristianismo. O espaço abandonado pelos cristãos será tomado pelos não cristãos, e o cristianismo pelos negros.

O poeta disse: O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão.
Meu Bisavô "alquimista" diria, no símbolo: “O dia virará noite, e a noite virará dia”

Embora tudo isso seja possível, há uma promessa feita ao Apóstolo Pedro: Pedro tu serás a Pedra, e sobre ti, erguerei minha Igreja Santa e:. “As Portas do Inferno não prevalecerão sobre ela”. Ou seja, a omissão dos homens, não a derrubará.

wallacereq@gmail.com

Esse Tio Wallace vem com cada uma!!!

Os Bispos abrem as pernas.
O texto que você vai ver, não é um ataque a Igreja. É uma imagem, uma suposição, uma radicalização dos fatos para que o leitor entenda mais facilmente aonde quero chegar.

Em Curitiba, com o apoio dos Bispos, ocorreu um curso para discutição dos métodos contraceptivo. A Igreja em diversos documentos é contraria a anticoncepção voluntária e recomenda que a união carnal, no matrimonio, esteja aberta para a vida.

Pressionados pelas mídias, aos poucos os bispos abrem as pernas. Ou seja, vem com o discurso de que em primeiro lugar há uma obrigação por parte dos pais, de dar sustento e educação aos seus filhos. Ora, mas essa educação, de direito natural, e sustento, não é uma obrigação só dos pais, mas é uma obrigação de todos os humanos, que deveriam, sim, festejar a vida no nascimento de cada criança, enfim, todos nós nascemos graças à generosidade de alguém que nos concebeu, gerou, alimentou e educou. E quase sempre a custa de muito sofrimento.

Hoje quando alguém nos diz que está grávida, esperando nenê, as pessoas se deprimem, acende velas, vestem luto, como se o nascimento de uma criança fosse um mau agouro.
Num tempo em que os homens lutavam com animais, ou com outros homens, para defender a própria vida e de seus filhos, todos,... Toda a comunidade se alegrava com o nascimento de uma criança. Os homens eram freqüentemente mutilados ou morriam nessa lutas, e um par de braços sadios, menino e menina, era recebido com festas na comunidade, por mais primitiva que fosse.
Ou vocês nunca viram um passarinho, ou outro animal, cuidando de sua cria.

Quando um Bispo me vem falar sobre métodos contraceptivos aceitáveis, eu pergunto a eles, qual o senhor esta usando? Eles ficam roxos, de vergonha ou raiva, não sei.

Normalmente após alguns segundos, eles respondem, eu pratico a castidade. Então eu provocativo, pergunto, praticam mesmo, de verdade, ou são como os “Doutores da Lei”, conforme nos contam as Escrituras, que colocam sobre os ombros dos homens fardos pesados, mas não movem um só dedo para ajudar a carragá-los?

Bem, como há verdadeiramente Padres e Bispos, freiras e religiosos que vivem a sua castidade, eu pergunto, porque não falam disso? Por que não ensinam isso? Não quer ter filho não tenham relações sexuais. Não quer trabalhar não coma, diz a Bíblia.

Ou seja, há nas entrelinhas, até uma proposição do coito anal como método contraceptivo (chamado na Bíblia uso antinatural da mulher, vicio que fará o homem arder de desejos uns pelos outros), e mascarado pelo ensinamento do Método do Muco Vaginal, vai se ensinado aos católicos toda uma gama de métodos anticoncepcionais, e relativizando a importância da Maternidade.

A vida tem razões que a Razão desconhece, ela se impôs na maternidade de todos os seres muito antes de o homem adquirir razão, se pensamos como os materialistas evolucionistas, e se impôs ao Homem, criado diretamente por Deus como ser racional, instruído que foram na recomendação em Gênesis: “crescei-vos e multiplicai-vos”.

Embora se diga no Novo Testamento, : “ Permaneças no estado em que Deus lhe chamou”. Isto é, se foste tocado pela graça em estado de solteiro assim permaneça, se casado assim permaneça. Ao que parece o casamento não é para todos, o sexo não é para todos.

Concebeu? Vai morrer de fome?... De velhice, de doença, como vítimas de um cataclismo, ou “Juízo Final”?... , não importa. Importa sim é elevar o ato de concepção a sua esfera sagrada de culto à Vida, e profunda gratidão aos que nos antecederam e morreram, para que estivéssemos aqui.

Nasceu; toda a humanidade deveria entrar em festa. E, se Jesus Cristo tivesse sido vitima de um aborto ou método anticoncepcional? Maria não era casada, era prometida!
Não pense o Bispo que abrir as pernas (ceder) seja solução. Quando se abre as pernas, aparecem nossos órgãos genitais, homem ou mulher, e também a nossa cloaca, nosso esgoto humano. Os genitais são férteis, a cloaca é o símbolo claro de lançar a vida e seus dejetos na,... desculpem –me a rudeza,... na MERDA.

A vida haverá de se impor. Os inimigos externos da vida são em número suficientes para colocá-la em risco, desnecessário será para o homem que seja ele inimigo da própria fertilidade. Não quer ter filho não tenha relações sexuais.
A sexualidade e o erotismo têm muitas válvulas de escape "naturais", todavia, esse erotísmo infértil , vicioso, que desregra a personalidade humana tornado-a egoísta e individualista é um grito contra a dor de viver. Desde a doença dos Seminários, a polução noturna, tão conhecida pelos homens castos e mulheres castas, até o manuseio dos genitais (masturbação), os homens e mulheres podem, embora não devam, privar de seu egoísmo pervertido.

O que o Cristianismo nos pede, e essa é a verdade, é a consciência do sagrado do ato sexual, de toda a sua profunda responsabilidade carnal, espiritual e simbólica. Conhecer o outro como diz a Bíblia na sua linguagem muito precisa, é conceber, gerar, outra vida e reconhecer em Deus, o amor que devemos a Ele e ao próximo. Não, mos dirá alguém, é para evitar o sofrimento de meus filhos.. que eu não os tenho.. Ora, em nome do evitar, matamos nosso filhos no ventre materno, jogamos nossas sementes na merda, em sacos plásticos (camisinhas), para que não sofram, evitamos assim a Vida, para que ela não sofra. Que imensa presunção.

Cristãos não é isso que nos diz a Bíblia: Aquele que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, e aquele que perdê-la (vive-la com coragem) por amor de Mim, encontrá-la-á na eternidade. Egoísmo não, ausência de sofrimento na vida, para nós e nossos filhos, é utopia.

Quer me seguir, diz o Salvador, pegue sua Cruz, e me siga. Sofra o seu pedaço, viva intensamente, e faça viver Segundo os Mandamentos. Crescei-vos e multiplicai-vos, nos diz o Velho Testamento. Gerai cristãos no sagrado do matrimonio, nos diz o Novo Testamento. Não quer filhos, não case. Não quer trabalhar não coma. . Assim seja.

Lembrem-se: Exceções da regra, jamais serão regra, posto que são exceções às exceções uma analise individual, à Regra.

wallacereq@gmail.com

O Fim do MUNDO.


O Fim do mundo em Paquetá.
Eu era um menininho, mas já sabia ler. Meu pai, médico formado em Belo Horizonte na turma de 34, tinha muitos amigos médicos espalhados pelo Brasil. Em virtude disso, fomos passar o Fim de Ano na ilha de Paquetá, litoral do Rio de Janeiro. As revistas estampavam em manchetes: “Zero Hora, o fim do mundo”. Não se falava em outra coisa. Ninguém dizia o Ano Novo, pois o Mundo iria acabar A revista Manchete e Fatos e Fotos estavam abertas sobre a mesa.
Quando veio a noite, meu pai, minha mãe e o casal de amigos e seus filhos fomos à praia esperar o FIM DO MUNDO. Tive medo e perguntei ao meu pai: Pai o mundo vai acabar? Ele me disse, o mundo acaba para todos nós, já perdi muitos pacientes, seu avô e seus avós maternos já faleceram, e eu e também você, vamos deixar esse mundo. Agora, se o mundo vai se acabar hoje à noite vamos esperar para ver, pois se ele vai acabar não há para onde correr, você não pode se esconder em baixo da cama, pois ela também vai acabar. E me colocando no colo continuou: O que importa meu filho é nossa consciência. Tenho visto muitas pessoas morrer, algumas na mais profunda paz, outras num desespero comovente e angustiante. Saiba, no entanto, que papai e mamãe te amam muito e é muito bom estar aqui com você, o FIM do Mundo deixemos para Deus, pois há coisas que o homem não pode solucionar, cabe a nós apenas confiar e fazer a vontade de Deus.
Amanhecemos na praia, escutando violão.
Na adolescência descobri que essas previsões de profetas pagãos, eram todas fundamentadas em João, no Apocalipse, mesmo aquelas atribuídas às civilizações antigas, não escapavam da tradição de um Dilúvio Universal. Hoje há quem defenda, por hipótese, que a vida, já se extinguiu umas seis vezes sobre o planeta. Depois descobri, que sempre que voltam ao assunto é para atacar a Igreja e obter um novo tipo de domínio. Então eu me lembro de meu pai: Quando você sentir que foi decretada a tua morte, lembra de todos os que viveram em todos os tempos e já morreram e os que ficarão e morrerão. Confia tua alma a Deus, como confiou a tua Vida. Crê na Ressurreição e persevera. Meu pai era oriundo de família Católica, filho de um sergipano de Laranjeiras, com ascendência, dizem alguns, judeu- portuguesa-ladina, e de uma filha de imigrantes (pai e mãe) austro-italiano (segundo meu falecido tio Péricles, que viveu e estudou na Europa o casal era austríaco -italiano), concebida na Itália e nascida em Porto de Cima, Paraná. Noutro texto falarei de minha mãe e sua paz militar. Ela era filha de uma família de imigrantes alemães e de um descendente de um seminarista baiano, de Cachoeirinha, com ascendência portuguesa. Os alemães Católicos tornaram-se Presbiterianos durante a Primeira Guerra Mundial. Minha mãe morreu católica, recebendo a comunhão e a Santa Extremo Unção.




OBS: Segundo a Wikipédia: Michel de Nostredame nasceu no dia 14 de dezembro de 1503 (ou 21 de dezembro de 1503)[2] em Saint-Rémy-de-Provence, no sul da França. Seus pais eram Jaumet (ou Jacques) de Nostredame e Reynière (ou Renée) de Saint-Rémy. Filho mais velho do casal (eram 8 filhos), seu Nostredame vem de seu avô (judeu), que escolheu o nome de Pierre de Nostredame quando da sua conversão ao catolicismo. Reyniére era filha de René de Saint-Rémy (filho de Jean V de Saint-Rémy e Silete) e Béatrix Tourrel (filha de Jacques Tourrel). Já Jaumet era filho de Pierre de Nostredame, nascido Pierre de Vélorgues (filho de Amauton de Vélorgues) e Blanche de Sante-Marie (filha de Pierre de Sante-Marie e da senhora de Labia).
O nome Nostradamus parece ser a forma latina de Notre Dame, Nossa Senhora, e possivelmente a adoção do nome visava conquistar os católicos, foi escolhido artificialmente por seu avô. Muitos de seus livros foram falsificados, alguns duzentos anos após sua trágica morte, incluindo neles, fatos históricos como sendo profecias, que teriam sido feitas duzentos anos antes. O Objetivo dessas edições é mistificar, e dar veracidade ao velho farmacêutico.

samedi 17 octobre 2009

Le